Cruzado de Direita

Espaço destinado a fazer um contraponto às questões políticas, culturais e científicas postos pela imprensa brasileira

22.4.09

Censura no centro da democracia

“Eu acredito que um casamento deveria acontecer entre um homem e uma mulher. Isso não é nenhuma ofensa às outras pessoas, mas é como eu fui criada.” A frase acima foi dita pela Miss Califórnia, Carrie Prejean, após responder a uma pergunta de um dos jurados, o blogueiro Perez Hilton, que se disse arrasado pela declaração, e que Prejean estava alienando os gays, suas famílias e seus apoiadores. O preço que ela pagou por falar a sua opinião foi alto: a coroa de miss Estados Unidos. Certamente este fato nos trás uma alarmante realidade: o domínio da maioria pela minoria. Logicamente que a mídia tupiniquim distorceu os fatos, fazendo com que a miss passasse a ser vista como sendo uma anti-gay, pois foi assim que ela foi retratada pelo segmento radical de esquerda dos Estados Unidos (CNN, MSNBC e The New York Times, dentre outros). Como os fatos internacionais só chegam através destas fontes de (des)informações, é natural que nós mesmos fiquemos alienados. O ponto crucial desta situação é que não foi abordado por qualquer jornal, televisão ou site: A perda da coroa ocorreu não por uma questão de beleza (Miss EUA é um concurso de beleza, não?), mas por uma opinião! Ela perdeu o título por ter expressado a sua opinião acerca do casamento gay? É justo? Claro que não No vídeo do blogueiro fica muito claro isto. Ele afirma que ela é uma vadia anti-gay. Para quê tanto ódio contra uma pessoa simplesmente porque ela acha que o casamento somente deve ocorrer entre um homem e uma mulher? Ela passa a ser uma inimiga dos homossexuais por causa disto? O curioso é que se ela falasse que o casamento deve acontecer entre homossexuais e os setores conservadores a vaiassem a repercussão seria outra. Ela seria tratada como uma heroína, e os conservadores como satanistas destruidores de lares e que devem ser punidos por suas… Opiniões! Que democracia é esta onde se reprimem e se punem as opiniões? Certamente está mais para uma censura do que para a tão alardeada liberdade de expressão, que as pessoas que censuraram a miss tanto juram defender. No Brasil, nada mais será falado. Ninguém ficará espantado pela censura e punição sofrida por alguém que ousou deixar claro sua opinião. Nenhum artigo será escrito. É porque aqueles que tanto odeiam a censura, que tanto acusam os conservadores e a direita de censurar são, na verdade, os maiores censores de todos.

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12.4.09

CARTA ABERTA À IMPRENSA GAÚCHA

 Orgulho-me de ser gaúcho. Orgulho-me de nossa história, de nossa terra, de nossa gente. Orgulho da música tradicionalista, dos rodeios, dos festivais. Orgulho-me de ter nascido num estado acostumado a lutar pelos seus ideais, pelos valores da família, da ética, e da justiça. Orgulho-me de fazer parte de um grupo de pessoas diferentes, os gaúchos, que tanto sangue deram a esta terra para que ela pudesse ser parte integrante do território nacional. Nossas tradições, nossos ideais, enfim, tudo aquilo que nos diferencia do resto do país e nos torna quase que como outro país dentro do Brasil. Mas escolhemos ser brasileiros, por opção.

Infelizmente, nem tudo são flores. Meu orgulho se termina como geada sob o calor do sol quando penso na nossa imprensa. Sim, a nossa imprensa. Outrora marcada pela independência hoje se mostra apenas mais um instrumento a serviço das mazelas do mundo. A imprensa gaúcha me envergonha, e vou lhes mostrar por quê. Esta carta aberta dirige-se pontualmente aos dois mais influentes meios de comunicação hoje existentes no estado. A RBS e ao sistema Record-RS, outrora Guaíba - Correio do Povo.

Sei que esta jamais será divulgada em seus periódicos, mas por fazê-la aberta espero atingir a todos os meus conterrâneos gaúchos, não com o intuito de provocar a rixa ou a discussão, mas apenas com o objetivo de tentar clarear as mentes do povo gaúcho.

Primeiro, gostaria que ambas as empresas soubessem que existem pessoas que não são cegas e que, portanto conseguem verificar a grotesca manipulação praticada por estes dois grandes veículos de comunicação em benefício de uma ideologia, ao invés de informar o que acontece no Brasil e no mundo de forma isenta e justa. Parece-me que estes seriam os princípios básicos do jornalismo, e porque não dizer da própria democracia. A liberdade de informação, mas não de algo manipulado, e sim de fatos corretos a serem julgados pelo grande público. Se não há liberdade de informação, sobre o quê teremos opinião?

O que me deixa realmente indignado com a imprensa gaúcha (a brasileira em geral não me surpreende), é a falta do comprometimento com a verdade. Tanto o sistema RBS, a mando do centralismo global, quanto o extinto Guaíba - Correio do Povo têm entrado em uma verdadeira campanha para semear no povo gaúcho, ideais ultrapassados que semearam a morte por onde passaram, e o pior, sem dar qualquer abertura para aqueles contrários ao politicamente correto, senão vejamos.

Campanha eleitoral para Presidente da República, Lula x FHC. O apresentador Boris Casoy pergunta ao então candidato Lula qual sua relação com o Foro de São Paulo, organização criada para unir as esquerdas latino-americanas com o objetivo de tomar o poder a nível continental. Fosse uma emissora séria, o apresentador seria elogiado! Resultado: foi demitido. Ou seja, o primeiro passo para o mascaramento do plano de governo do Sr Lula estava dado. E ninguém, absolutamente ninguém da imprensa chiou sobre o fato. Não seria um poder demasiado grande a um candidato? O poder de influenciar a investigação de um jornalista? A época, a rede Record ainda não havia comprado a Guaíba, mas vejam bem qual é o tamanho da proteção dada ao atual presidente desde os tempos em que era candidato! Grande não é mesmo?

Ainda campanha eleitoral, Zero Hora. Olavo de Carvalho escreve brilhante artigo sobre as mais que comprovadas ligações do PT com o Foro de São Paulo e por conseqüência às FARCs, Fidel e Chávez. Resultado: Olavo é demitido de Zero Hora. Anteriormente, ele já havia sido demitido do Globo, Época, Carta Capital e Folha de São Paulo. Por quê? Ora, porque ele simplesmente se atreveu a dizer a verdade sobre quem realmente estava sendo candidato ao governo. Isto é ou não é uma grotesca manipulação da opinião dos leitores? Tiraram o único, repito, único articulista de direita do jornal. Ele sozinho botou medo em todos os colunistas de esquerda do jornal. E até agora, ninguém jamais apresentou qualquer prova contrária aos seus artigos.

Como se não bastasse os jornais, a manipulação ideológica segue no rádio. Programa das sete, Rádio Guaíba. Todos os convidados a participarem deste programa são de… esquerda! Chega ao cúmulo de Manuela D’Ávila ser convidada e o apresentador, que agora me falha a memória, sequer perguntar a ela qual era o plano político de seu partido, o PC do B. Ele poderia ao menos ter se informado e perguntar algo do tipo: ”Deputada, seu partido, o PC do B é da corrente Maoísta, ou seja, pretende instituir no Brasil um governo comunista a moda chinesa. Como a senhora vê um regime que, só de fome, matou mais de uma dezena de milhões de pessoas?” é lógico que esta pergunta não foi feita. Ao invés disto, ficaram falando algumas frescuras sobre a suposta beleza da deputada, seu filho, etc. Porque a Guaíba não convida para seu Programa das Sete alguém como Graça Salgueiro, Heitor de Paola, ou Olavo de Carvalho? Simples. A rádio nada mais é do que mais um meio para manipular a opinião dos ouvintes.

Agora o que me deixa realmente com mais nojo da imprensa gaúcha é o tratamento dado ao chefe de Estado cubano. Ora RBS, ora Record RS! Vocês não abominam tanto a ditadura? Vivem falando que os militares eram torturadores sanguinários e que mataram dezenas de pessoas e que por isto tínhamos uma ditadura no Brasil? E o que dizer da ilha cubana? Um regime que matou mais de 100 mil pessoas por motivos políticos, onde o presidente é o mesmo a mais de 50 anos, onde só existe um partido, onde pessoas são mortas por quererem sair do país para ir aos EUA, onde a população passa fome? E chamar o seu chefe de Estado de presidente? Vocês só podem estar de sacanagem! O tratamento correto seria DITADOR, porque é isto que Cuba é! CUBA É UMA DITADURA, e não o Brasil, que só conheceu uma, a de Vargas. Se houve o AI-5 no Brasil a culpa foi do VAR-Palmares, do PCB, da UNE e de outros grupos que semeavam o terror no país. Ou será que vocês esqueceram que a luta armada no Brasil começou antes de 1964, ainda com Prestes e Ana Braun, agente soviética infiltrada? (Olga Benário, para aqueles que não estudam). E como se não bastasse o atentado ao aeroporto de Guararapes em 1966, que deixou mortos e feridos que nada recebem de pensão, ao contrário dos terroristas que praticaram o ato? Disto vocês não querem saber! E depois vem me dizer que o DITADOR DE CUBA NÃO É UM DITADOR! Vocês só podem estar de sacanagem.

Como se não bastassem as falsificações da história vocês ainda não conseguem dar uma notícia internacional que preste! Vocês sabiam que a popularidade de Obama está despencando? Que as reformas que ele quer instituir no sistema de saúde e no sistema educacional foram as mesmas instituídas pelo governo da Califórnia? O resultado: a Califórnia está falida! Mas afinal, como posso culpar vocês se só assistem a rede esquerdista CNN e lêem o ainda mais a esquerda The New York Times? Um pouco de FoxNews lhes faria bem, pode acreditar!

É claro que é difícil de obter opiniões isentas quando pessoas da estirpe de FHC, Flávio Tavares, Élio Gaspari, Luis Fernando Veríssimo e David Coimbra, são o carro-chefe dos jornais gaúchos. É como querer saber informações sobre o centenário do Inter lendo o informativo do Grêmio! Vocês da imprensa gaúcha precisam acordar e ver a realidade que os rodeia. É difícil sair das amarras estipuladas nas escolas e nas universidades, pois é nelas que as suas ideologias são formadas e, portanto, é difícil de olhar além da bolha esquerdista construída ao redor das redações. É por isto que deixei de assinar a Zero Hora e só escutar rádio em jornadas esportivas. Abram os seus olhos, deixem de ser rebeldes sem causa. Vocês não têm idéia do tamanho do abismo que estão levando o nosso país.

 

Lenilton dos Santos Morato

 

Idt 0333090004-1 M Def

 

 

 

 

 

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4.4.09

O OBJETIVO DAS FARCs

 

Qual seria o objetivo das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia? Seria o controle do tráfico mundial de drogas? Acredito que não. Seria fundar outro país dentro a Colômbia? Quem sabe. O mais provável é que as FARCs queiram somente a tomada do poder, o que é uma grande coisa, naturalmente. E porque querem tomar o poder colombiano? Para impor à Colômbia um regime socialista. Vejamos como:

Os terroristas deste grupo colombiano possuem o apoio maciço de todos os partidos de esquerda da América Latina, fato que pode ser facilmente comprovado pelas atas do Foro e São Paulo. É neste encontro, idealizado pelo atual presidente Lula, que foi elaborada a estratégia comunista para o domínio da região. Como não poderia deixar de ser, as FARCs estiveram e estão presentes sempre nas reuniões do Foro. Prova disto foram os arquivos descobertos no computador de Reyes, onde é provada a ligação destes terroristas com o Partido dos Trabalhadores. Naturalmente, a nossa imprensa ignorou tal fato, auxiliada pela estratégica declaração do Ministro da Justiça Tarso Genro sobre a abertura dos arquivos da “ditadura”, no preciso momento em que se descobriam as indiscutíveis provas da ligação FARCs – PT. É claro que isto não ocorreu por mera coincidência.

O objetivo de um grupo guerrilheiro em qualquer situação, não é obter uma vitória militar contundente sobre, no caso colombiano, o governo. O objetivo é conseguir uma vitória política, de maneira que a guerrilha possa atingir seu objetivo maior, qual seja, a tomada do poder. Para isto, ela utiliza-se de seqüestros e atos de terrorismo com o objetivo claro de desestabilizar o governo atual e possibilitar a sua passagem para a legalidade. A estratégia é simples, mas, paradoxalmente, complexa. Com seus atos de violência, a guerrilha consegue destaque na imprensa local e mundial, ao mesmo tempo em que obtém uma importante vitória política, ao afirmar que o fim da violência depende exclusivamente do governo ao qual se opõe. A imprensa faz seu papel ao propor a regularização da guerrilha, através de sua transformação em partido político, e maneira que possa deixar de tentar seu objetivo pela via armada, e passem a buscá-lo pela via política. Com a propaganda esquerdista, o apoio dos governos da região e da imprensa… voi-là! As FARCs chegam ao poder. Objetivo cumprido.

Certamente alguém poderá pensar que isto é teoria da conspiração, loucura, coisa de direitista. Gostaria de lembrar, porém, que aqui no Brasil aconteceu exatamente isto. O resultado? Dilma, Gushiken, Dirceu, e outros terroristas hoje governam o país.

 

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31.3.09

31 DE MARÇO DE 1964

 

 

Há quarenta e cinco anos atrás, ocorria no Brasil o início de um período de sua história que seria conhecido como “ditadura” ou “golpe militar”. No dia 31 de março de 1964, forças militares assumiram o controle da nação. Ao contrário do que estamos acostumados a ler e ouvir sobre aquele período, que se estendeu até o ano de 1985, não ocorreu um golpe militar, nem tampouco uma ditadura. A razão dos militares terem tomado o controle do país foi a manutenção do regime democrático, seriamente ameaçado no Brasil. Analisar este fato isolando-o do contexto histórico mundial além de ser uma manipulação proposital da história é a prova mais cabal da qualidade de nossos historiadores e jornalistas.

Para entendermos o porquê deste movimento, temos que analisar o que ocorria com o mundo naquele período e suas implicações em terras verde-amarelas. Vivíamos a chamada guerra fria, um período onde duas correntes antagônicas buscavam o domínio do globo: De um lado, o capitalismo, capitaneado pelos EUA. Do outro, o comunismo, liderado pela URSS. Para que nosso país não caísse nas mãos dos comunistas, cujo regime MATOU 100 MILHÕES DE PESSOAS nos diversos países em que este se sagrou vitorioso, a participação das Forças Armadas foi fundamental. Como estratégia mundial, a internacional comunista tinha no Brasil um país alvo, cuja importância era relevante para a conquista da América Latina. Foi por este motivo que ainda nas décadas de 1920 – 1930, os bolcheviques infiltraram seus agentes dentro de diversos setores da sociedade, especialmente na política, com a criação do PCB, Partido Comunista Brasileiro, e do financiamento do mesmo. Além disto, o recrutamento de simpatizantes da causa fez com que o discurso sedutor de uma sociedade igualitária fosse seduzindo cada vez mais a classe dita intelectual brasileira, especialmente a universitária. É neste período que a agente Russa, conhecida no Brasil conhecida como Olga Benário, foi designada para proteger Prestes, e colocar em ação o plano para a tomada do poder pelos comunistas no Brasil. Evidentemente, ao longo de todo o período 64-85, eles não foram os únicos a tentarem impor ao país um regime vermelho. Leonel Brizola e José Dirceu que o digam! Treinados em Cuba, também tinham e tem o objetivo permanente de fazer o comunismo uma realidade para “acabar com as injustiças do sistema capitalista”.

Para tentar impor ao país o regime comunista, seus militantes agem basicamente de três maneiras, inspirados pelas três experiências mais relevantes. São elas, a URRS, a China e Cuba. Conseqüentemente, a maneira com a qual as diversas tendências atuam é diferenciada. Na primeira, o exemplo russo, o objetivo é introduzir no seio da classe trabalhadora, incluindo as Forças Armadas, a insatisfação com os patrões e a organização dos trabalhadores em sindicatos com o objetivo de desestabilizar o sistema produtivo e conseqüentemente a organização das massas, incutindo em suas cabeças que o poder deve ser passado para o proletariado, através de uma ditadura popular, onde não haveriam patrões e nem empregados. No âmbito militar, a idéia era acabar com a hierarquia e a disciplina, fazendo com que soldados, cabos e sargentos se rebelassem contra os oficiais das patentes mais altas. Neste caso o objetivo era assumir o controle dos aquartelamentos e a quebra da espinha dorsal das Forças Armadas, fazendo com que estas não pudessem ser mobilizadas contra os militantes. No exemplo chinês, a idéia é o recrutamento e a formação de um exército popular de libertação, principalmente através dos agricultores, tal qual foi a Revolução Chinesa. Com a instabilidade no meio rural, a produção de alimentos seria prejudicada e a segurança nacional comprometida. Através da luta armada, então, os militantes tomariam o poder, e imporiam a sua ditadura popular. No exemplo cubano, a tomada do poder ocorreria através de ações de terrorismo, coordenadas a partir de zonas ermas do território nacional. Da mesma maneira que as demais, a utilização de pessoal recrutado com as maravilhosas promessas da igualdade para todos, a desestabilização do país serviria de plano de fundo para a ascensão ao poder dos comunistas, com a promessa de resolver todos os problemas nacionais.

Além destas ações, o recrutamento de artistas e intelectuais para a causa legitimaria o governo, fazendo com que nosso país caísse nas mãos daqueles que assassinaram dezenas de milhões de pessoas ao redor do globo. Era evidente que a sociedade brasileira estava desconfiada de que sua segurança estava prejudicada. Afinal, ataques a bomba e invasões de terras ocorriam sistematicamente, além de casos como a Intentona Comunista, que espalhou o terror e o medo na população através de ações de seqüestros, estupros e assaltos contra pessoas e estabelecimentos comerciais. Era neste tipo de coisas que nossos “estudantes” estavam preocupados em fazer, e não em lutar contra a “cruel ditadura”.

Era esta, muito resumidamente, a conjuntura internacional e nacional que vivíamos. Estávamos sim em plena luta contra a comunização do Brasil. Isto era algo que a esmagadora maioria da população não queria.

Foi durante o governo do fraco João Goulart que os ânimos começaram a se acirrar. Com suas reformas de bases, que atingiriam a agricultura, a educação a indústria e a propriedade, ficava claro que este presidente estava começando a preparar o caminho para o pior. Sua visita à China deixou ainda maiores suspeitas sobre suas reais intenções para com o país. Seu cunhado, Leonel Brizola, já estava organizando os seus “homens”, em pequenos grupos, para tentar desestabilizar a segurança nacional. Com diversas manobras políticas parecia que estávamos mesmo caminhando para o inevitável. Os atentados a bomba, a crise no setor de produção, greves em massa, seqüestros etc., levaram a sociedade brasileira a seu limite, fazendo com que ela se voltasse para o Exército Brasileiro com o objetivo de evitar que suas bases fossem destruídas. Pressionado pela população e pela imprensa, os militares não tiveram outra escolha que não a intervenção na política nacional, salvando o país de uma verdadeira ditadura. O objetivo era a devolução do poder às mãos dos civis, mas tal fato não se concretizou, porque os derrotados da revolução sem sangue continuaram nas suas ações terroristas iniciadas com o atentado a bomba no aeroporto de Guararapes, em 1966. Foi este o início da luta armada no governo militar, o que obrigou a edição do famigerado AI-5.  Este nada mais foi do que uma reação contra a violência crescente e possibilitou ao exército a vitória sobre os terroristas da esquerda.

Infelizmente, esqueceram de combater na guerra cultural. O resultado é que, além de serem difamados por todos os setores formadores de opinião, vítimas e colaboradores de uma das maiores falsificações da história que se tem notícia no mundo, a revolução passa como ditadura, e aqueles que mataram, estupraram, seqüestraram e roubaram, passem de terroristas a pobres estudantes defendendo a liberdade.

Mas a culpa disto é exclusivamente dos próprios militares que se calaram sobre o ocorrido e deixaram que Figueiredo e Geisel assumissem a presidência do país. Mas isto já é outra história…

 

criado por leniltonmorato    16:02 — Arquivado em: História

22.3.09

MAIS DO QUE A CRISE ECONÔMICA

Nos últimos cem anos, o mundo vem passando por mudanças drásticas de comportamentos e de conceitos que antes estavam firmemente arraigados na nossa sociedade. Esta mudança começou muito tempo antes, no século XVIII, quando a revolução francesa destruiu a sociedade daquele país e transformou a maior potência européia da época em um país de segundo plano. A revolução é a fonte primeira que alimenta os ideais comunistas, feministas, ambientalistas, etc. É ela que trouxe para os dias de hoje a noção de destruição da civilização que foi usada na Rússia, China, Camboja, Coréia do Norte, Vietnã, Cuba, dentre outros países, e que levou a morte de mais de 100 milhões de pessoas. Hoje em dia, sua penetração é muito mais complexa, pois está arraigada nos pilares de nossos valores, e vem destruindo sistematicamente tudo aquilo que nossos antepassados conquistaram, ao custo de muito sangue e suor.
Hoje, estamos no meio de um processo avançado de degeneração de nossos valores sociais. De todos eles, o mais atacado e possivelmente o mais importante é a família. Com a destruição do valor família, o movimento revolucionário tem conquistado expressivas vitórias e trazendo para o século XXI um novo tipo de civilização. A destruição do valor família é bastante visível e é resultado de um estudo profundo e complexo elaborado pelos estrategistas da revolução. Mas quem seriam estes estrategistas e qual é o seu objetivo: nada mais nada menos que os socialistas, e seu objetivo é a construção de um governo mundial. A ONU está aí para dizer que não estou assim tão enganado.
Para destruir uma sociedade é preciso desestabilizar seu centro gravitacional. No caso de nossa civilização ocidental, o centro é a família, nascida ainda na antiguidade. Para destruir este ponto de equilíbrio, é preciso uma estratégia que pareça inofensiva e que tenha apelo social. É neste ponto que começamos a explorar a estratégia revolucionária da esquerda.
O primeiro passo é lutar pelos direitos das minorias e fazer com que a exceção torne-se a regra. Para isto, a manipulação de mentes frescas e corações puros são essenciais. É quando entra em ação temas como o gayzismo, o feminismo e os direitos humanos, só para citarmos três. Através de palavras de ordem e de falsas estatísticas, os recrutadores a serviço do novo sistema que está em gestação promovem debates acirrados para transformar o que antes era exceção, em regra. É quando começamos a achar normal que homossexuais adotem crianças e que tal comportamento é perfeitamente normal. Argumentos não faltam, como por exemplo, o do que no mundo animal o homossexualismo é algo normal, quando na verdade somente ocorre quando há escassez de determinado sexo na população de animais. Outra maneira é tratar como preconceituosos todos aqueles que pensam que o homossexualismo é algo anormal. O argumento, novamente, é de que tal situação não é uma doença, mas uma predisposição genética por exemplo. Neste caso, se o homossexualismo é determinado por nossos genes e não é uma doença, podemos tirar do rol das enfermidades a Síndrome de Down, por exemplo, que tem comprovadamente, raízes puramente genéticas. É claro que não tenho qualquer preconceito com portadores de tal enfermidade, mas não posso afirmar que as pessoas que a possuem são a regra da população de seres humanos, quando na verdade, são exceções. É o que ocorre com o homossexualismo. Não tenho qualquer preconceito, mas não posso considerá-los como exemplares perfeitamente normais da espécie humana, quando não o são. Certamente, serei crucificado por esta opinião, embora estejamos vivendo pretensamente em um regime de liberdade de expressão.
Com o feminismo, ocorre algo bastante semelhante. Sob a idéia de que o sexo feminino não é frágil e que precisam de direitos iguais, as militantes cometem um duplo erro. É sabido que o sexo feminino não pode ser equiparado ao masculino, especialmente em tarefas que exijam força física. Não quer dizer que as mulheres não sejam capas de executar as mesmas tarefas que os homens, mas somente que para algumas destas tarefas elas não estão tão bem preparadas para executar quanto o sexo masculino, e vice-versa. Por trás deste movimento revolucionário está um projeto muito maior, como já vimos. Ao seguirem os mandamentos feministas, as mulheres deixam de se preocupar com a sua responsabilidade no seio familiar, qual seja, a de ser o ponto de equilíbrio. As mães solteiras proliferam-se aos milhares com tanto orgulho que chega a ofuscar o mal que elas estão fazendo a seus filhos e por conseqüência a toda a nossa sociedade. Famílias desestruturadas, sem a figura do pai, tendem a ser cada vez mais a regra, fazendo com que as crianças deixem de ter uma orientação adequada para o desenvolvimento de suas vidas. Padrastos e madrastas não têm o mesmo comprometimento com seus enteados do que os pais verdadeiros das crianças. Desta maneira, não é surpresa que os casos de violência contra as crianças tenham crescido de maneira drástica nos últimos anos. A falta de famílias coesas e equilibradas abre espaço para a geração de jovens insatisfeitos e sem compromisso, o que os torna presas fáceis para os recrutadores das esquerdas. O pior de tudo é que as mulheres feministas se acham libertas das amarras de uma sociedade machistas e na conseguem perceber que estão sendo utilizadas como massa de manobra em algo muito pior. Na verdade, elas, assim como os gayzistas estão construindo o muro de sua própria prisão, sem a mínima desconfiança disto.
Com os ativistas dos Direitos Humanos, ocorre algo bastante semelhante. Com seus gritos por tratamentos dignos para toda a espécie de ser humano, eles acabam incutindo na sociedade uma perigosa relação de inversão de valores. O ponto alto da estratégia é colocar o criminoso em condição de igualdade para com a vítima, o que acaba ocasionando um lógico desequilíbrio dentro de toda a comunidade de determinado país, ou mesmo do mundo inteiro. A situação chega a tal ponto que é assegurado uma quantidade tamanha de direitos aos bandidos que estes ficam praticamente imunes ao cumprimento de suas penas pelos crimes cometidos. Em contrapartida, as suas vítimas apenas assistem atônitos aos seus algozes gozarem de cada vez mais e mais direitos. É a síndrome do coitadismo. Se alguém comete um crime, especialmente se o agente provém das camadas mais pobres, imediatamente é utilizado o artifício do problema social. Não é o criminoso que é responsável pelos atos por vezes hediondos que ele comete, mas a cruel sociedade em que vive. E a culpa recai sobre os ombros de quem? Da própria sociedade, que precisa ser destruída e reconstruída. E adivinhem quem tem a solução?
Além de criminosos coitadinhos, os ativistas dos Direitos Humanos acabam por entrar em uma seara que vai ao encontro de toda a estratégia revolucionária, que é a condução da educação de nossos filhos. Sob argumentos de uma psicologia altamente suspeita, eles retiram a autoridade dos pais em educar suas crianças, fazendo com que eles percam as ferramentas que dispõem para educar seus descendentes. Sem sombra de dúvida, é uma estratégia brilhante! Ao mesmo tempo em que retira a autoridade dos pais, também retira a de professores e instrutores, fazendo com que nossas escolas deixassem de ser locais para o aprendizado para serem locais onde se passa de série de qualquer maneira. Isto causa efeitos diretos em nossas futuras gerações, colocando em colapso os fundamentos de toda a nossa sociedade.
Justiça está muito distante de tratar todos de maneira igual. Justiça consiste em tratar os desiguais com desigualdade, na proporção em que estes se desigualam. Nem mais nem menos.
Juntando estes três exemplos, vemos como eles conseguem destruir a instituição familiar e, por extensão, toda a nossa comunidade. Além da família, a esquerda, utilizando os mesmos argumentos, busca e consegue com um sucesso estrondoso a destruição de outro pilar básico de nossa civilização, qual seja, a religião. Com as mesmas palavras de ordens, tais grupos vão muito além do ataque à igreja. Eles se infiltraram no seio do clero, fazendo com que este se torne mais um aliado dentro de sua estratégia mundial. Como se vê, a crise econômica é. De longe, o menor de nossos problemas.

criado por leniltonmorato    18:31 — Arquivado em: História, Política

QUESTÃO DE CONHECIMENTO

O caso do aborto feito na menina de 9 anos causou grande alarde nacional, e não podia ser diferente. O fato de uma criança em tão tenra idade ter ficado grávida por si só já seria inquietante. As circunstâncias desta gravidez, no entanto, tornam o seu caso ainda mais terrível, o que causa a indignação geral da sociedade, o que é perfeitamente justo e esperado.
Acontece que a Igreja católica, decidiu que a mãe desta criança e os envolvidos na operação de aborto deveriam ser excomungados da religião, e isto causou um verdadeiro choque na opinião pública nacional e nos intelectuais de plantão, dizendo que foi um ato de prepotência da Igreja Católica. Tal afirmação demonstra somente a total ignorância destas pessoas que, sem o mínimo conhecimento de causa, acham-se experts em tudo o que é tipo de assunto. A excomunhão proclamada pelo Arcebispo nada tem de autoritário ou coisa do tipo. Ele simplesmente aplicou o que prescreve o Direito Canônico.
Do pouco conhecimento que tenho sobre tal área, tenho a dizer que a decisão foi acertada. O religioso não excomungou ninguém, não julgou ninguém, apenas fez um comunicado. O Direito Canônico é claro: em caso de aborto a excomunhão é imediata e sumária. Não sou eu quem diz, não é o padre, o bispo ou o papa. É o que prescreve o Direito Canônico.
Pela falta de conhecimento geral dos palpiteiros de plantão é que somos obrigados a ver num programa, como o vermelho Saia Justa, uma ignorante como a Beth Lago, dizer que foi prepotência do religioso, a excomunhão. Seria muito mais proveitoso para o programa não questionar a excomunhão dos envolvidos no aborto, mas a não-excomunhão do pai que estuprou a filha. Esta sim é uma questão que deveria ser vista pelos debatedores e não o questionamento de algo que já está arraigado no direito religioso. Vale lembrar que, no caso de aborto, a excomunhão é automática, mesmo sem o conhecimento do réu, ou seja, o fiel será excomungado e estará excomungado, mesmo que ele sequer saiba disto.
É evidente que o ato do estupro é abominável, assim como o ato do aborto também. A retirada da vida de inocentes deve sempre ser vista como o pior dos crimes, quer seja um caso de aborto ou homicídio. O crime neste caso é contra a vida. Já o estupro, por pior que seja, é menos grave do que o homicídio, disto não há dúvida. Não quer dizer, absolutamente que tal crime não seja hediondo.
Para evitar que a excomunhão seja aplicada a um abortista ou responsável por ele, a solução é simples, realmente muito simples: basta que se mude para uma religião com leis diferentes.
Muitos são os argumentos daqueles que defendem o aborto. Poucos são aqueles que informam, por exemplo, casos em que meninas de 9, 8 anos deram a luz a filhos saudáveis, que foram depois enviados para o serviço de assistência social de seus países, como pode ser visto em WWW.heitordepaola.com. O que acontece é que os abortistas estão no mesmo barco dos gayzistas, feministas, indigenistas e tantos outros “istas” que querem a desestabilização de nossa sociedade. Mas isto é assunto para outro post.

criado por leniltonmorato    18:07 — Arquivado em: Sem categoria

A MENSAGEM DE OBAMA

 A mensagem do presidente dos EUA, Barack Hussein Obama ao mundo islâmico na semana passada pode ser entendida como uma perigosa tentativa daquele líder em aliar-se ao mundo islâmico. Segundo o discurso, sua política diplomática seria totalmente diversa da de George W Bush, pois este tratava o Irã como um país hostil. Segundo Obama, os EUA e o Irã devem buscar o diálogo para que possam semear a tolerância no mundo e apaziguar as contendas entre o islã e Israel por exemplo. Para alguém desavisado, este pode ser um sinal claro de que o presidente norte-americano está procurando apenas resolver a questão islâmica de forma pacífica e civilizada. Entretanto, para quem está um pouco mais informado esta situação é, se não alarmante no mínimo, inquietante. Vale ressaltar que Obama é muçulmano, o que por si só já bastaria para justificar a sua benevolência para com islã. Na verdade, a mensagem que fica é de que os EUA não têm capacidade para lidar com o Irã de maneira pacífica. Pudera! O governo de Mahmoud Ahmadinejad vem desenvolvendo com apoio russo, tecnologia bélica nuclear, o que certamente colocará em risco a paz mundial num futuro mais próximo. É importante lembrar que os muçulmanos iranianos querem acabar com os infiéis, ou seja, nós. Ao invés de combatê-los como fez o governo Bush, Obama prefere unir-se a eles, na melhor estratégia “dormindo com o inimigo”. Vale ressaltar, também, que o partido democrata dos EUA tem fortes relações com Chávez, Ahmadinejad e mesmo Fidel. Não é novidade, também, que o objetivo dos grupos islâmicos como o Hamas a Al Qaeda e a Jihad Islâmica é o de varrer Israel do mapa, como já foi dito e confirmado inúmeras vezes por seus representantes É claro que, daqui do Brasil, jamais teremos acesso a estes tipos de informações através da nossa imprensa. Afinal, toda ela está comprometida até o pescoço com a estratégia revolucionária mundial, salvo raras e honrosas exceções. Num país onde as principais fontes de informação internacionais são o The New York Times e a CNN, simplesmente nos resta procurar informação na Internet, e esta rede é pouco utilizada no país para que obtenhamos informações isentas, ficando relegada apenas às votações do BBB, dentre outras porcarias. Parece que aos poucos, Obama está mostrando ao povo dos EUA e ao mundo qual é o objetivo de seu governo, qual seja o de destruir seu próprio país. Para isto, ele conta com seus aliados islâmicos e socialistas, estes espalhados na mídia, nas universidades e na indústria do entretenimento. Para a sorte do povo norte-americano, lá eles têm canais de televisão de rádio e alguns jornais que não seguem a cartilha comunista, ao contrário do que acontece no Brasil, o que possibilita que eles fiquem mais informados acerca do planejamento democrata para os EUA. É por estas e outras que a popularidade de Obama vem progressivamente diminuindo. O que poucos querem admitir, por conta de supostas retaliações, é que estamos no meio de uma guerra que envolve a sobrevivência de nossa civilização e de nossa cultura judaico-cristã. Não é uma guerra bélica como emprego de exército ou armas para obter-se a vitória. É uma batalha silenciosa, cultural, que vem sendo travada com enorme sucesso pelo mundo muçulmano, que ainda conta com toda a estrutura de desinformação e destruição cultural montada pelos comunistas. Em meio a este combate, está como último reduto da liberdade de expressão e da democracia, os EUA. Mas quando o seu presidente resolve jogar a toalha não temos mais o que esperar de ninguém? A quem devemos recorrer? A Europa, mais islamizada e socialista do que nunca? Não leitores, tudo o que nos resta é que o povo norte-americano acorde do transe hipnótico ao qual está submetido. Felizmente, lá existem jornalistas, artistas e intelectuais de verdade, que não se deixaram levar pela falácia democrata. A nós tupiniquins, resta-nos esperar e torcer para que o pior não aconteça.

criado por leniltonmorato    16:54 — Arquivado em: História, Política

21.3.09

A decisão do STF

Com a decisão do STF de optar pela continuidade da reserva indígena Raposa/Serra do Sol, um perigoso procedente abriu-se na jurisprudência tupiniquim. A partir desta decisão, muitas outras áreas e reservas indígenas poderão ser demarcadas como contínuas, o que certamente colocará, num futuro não muito distante, outras áreas de fronteiras em situação idênticaeserva em Roraima. Para um leigo no assunto, pode parecer apenas que o governo brasileiro estaria reparando o famigerado erro histórico para com os povos indígenas. Entretanto, para as poucas pessoas que realmente conhecem a realidade indígena brasileira, as coisas parecem que não são bem assim.
Os ditos antropólogos que fizeram o tal levantamento sobre a ocupação indígena da área da reserva na fronteira com a Venezuela, parecem ter a mesma credibilidade de uma explicação da nova ortografia da língua portuguesa pelo presidente Lula. Dizer que os mais de 1 milhão de hectares são essenciais para a cultura indígena é de uma ignorância tamanha que somente consegue atingir os cérebros lavados de nossos universitários, intelectuais e jornalistas, que nada mais fazem além de fazer parte do grande processo de desinformação que rege nosso país, tão bem sucedido que hoje poucos ousam questionar seus argumentos débeis.
A primeira coisa que deve ser dita, e certamente serei crucificado por isto, é que o indígena é um povo preguiçoso. Qualquer antropólogo que resolva sair dos muros universitários e do conforto da sociedade para verificar in loco a realidade de como vivem os povos indígenas poderá confirmar isto. Cada maloca ocupa e utiliza, em números extremamente exagerados, uma porção extremamente pequena de terras para  obter seu sustento, que se resume à plantação de mandioca, à caça, e à apanha de alimentos na mata ao redor da tribo. Um fato bastante relevante, e que certamente é negado ao povo brasileiro, é que a imensa maioria da reserva Raposa/Serra do Sol localiza-se em uma região onde predomina a vegetação do tipo cerrado, caracterizada pela escassez de recursos naturais alimentícios. Como os indígenas não criam gado e tampouco plantam outra coisa que não a mandioca, ou o milho às vezes, é falso o argumento de que eles necessitam de tamanha quantidade de terras ermas para sobreviver. Claro que dos gabinetes de Brasília e das bibliotecas das universidades não se pode obter estas informações. Tem que se pisar no solo de Roraima para observar a realidade das coisas.
Mas então qual seria o argumento que fundamenta a demarcação te tamanha quantidade de terras como reserva indígena em área contínua?
Primeiramente, é importante sabermos que o Brasil é signatário da declaração dos direitos dos povos indígenas, redigida pela ONU, que garante os afamados direitos à população nativa. Segundo, a área compreendida pela reserva possui grandes reservas minerais, principalmente ouro e nióbio. Terceiro, a orientação ideológica de nosso governo, francamente comprometido com o socialismo, conforme pode ser comprovado através das atas do Foro de São Paulo, e dos documentos encontrados nos computadores de Reyes, o número dois das FARCs, onde fica mais do que provado a conexão PT – FARC – Chávez – Fidel. Finalmente, podemos considerar o total amordaçamento das Forças Armadas e daqueles poucos que procuram abrir os olhos do brasileiro acerca do que está realmente em curso no nosso país.
A decisão do STF está indicando o início da fragmentação territorial brasileira. Começou com Roraima, mas dentro em breve estará espalhada pelo resto do nosso território, pois além dos índios, querem nos empurrar goela abaixo o direito de terras dos quilombolas. É a criação de direitos especiais para as minorias, exatamente o contrário do que prescreve a nossa lei maior, segundo a qual, “todos são iguais perante a lei”.
É evidente que por trás disto temos também a manipuladora influência das Nações Unidas, que cada vez mais acena como a construtora de um perigoso governo mundial ao qual nós brasileiros já estamos submetidos.
Enquanto os estudantes, os intelectuais os antropólogos, e a esquerda em geral, festejam o resultado da votação no STF, aqueles que conhecem a realidade de como vivem os povos indígenas só tem a temer. A integridade nacional corre sério risco, e parece que ninguém fala sobre isto, nem mesmo aqueles que juraram dedicar-se inteiramente ao serviço da pátria, cuja honra integridade e instituições, defenderão com o sacrifício da própria vida.

PS: Os chamados arrozeiros ocupavam menos de 10% da área das terras indígenas da Raposa/Serra do Sol

criado por leniltonmorato    12:14 — Arquivado em: História, Política

24.2.09

O canto da sereia

          Existe um fato sobre o qual não se vê qualquer tipo de comentário no nosso noticiário tupiniquim: a guerra que estamos vivendo. Explico: o mundo vive há muito tempo em um permanente estado de sítio, de guerra declarada, mas poucas pessoas conseguem perceber. Pudera, afinal, somente um dos contendores está efetivamente combatendo. Sobre qual guerra estou falando? O Islã contra o Ocidente!

          Para a grande maioria dos jornalistas e estudantes das chamadas ciências humanas e sociais, os muçulmanos apenas querem garantir o seu lugar no mundo, que são uns pobre-coitados maltratados pelos malvados judeus e americanos. Ledo engano. A essência do islã é uma só: impor sua doutrina a todas as nações do mundo, e isto não sou eu quem diz, são eles mesmo que proclamam através de seus gritos de “ Down with US” e “ We will conquer the world!”, fartamente escritos em placas de manifestantes mundo afora e particularmente, claro, nos países do chamado Oriente Médio.

          Desde o seu início, o islamismo prega a guerra santa e a conquista do mundo por parte do seu integrante, e isto não é novidade nenhuma. Não é a toa que seu império atingiu a Europa durante a Idade Média, escravizando e levando o terror àquela parte do globo. Tal fato originou, quase mil anos depois, uma reação européia a esta invasão, que foram as Cruzadas, que ao contrário do que os historiadores vermelhinhos costumam dizer, não foi uma expedição para saquear o Oriente, mas para retomar para os cristãos o que lhe fora tirado mil anos antes.

          Pois bem, hoje vivemos algo parecido. Novamente o islã avança sobre o ocidente, impondo seus costumes e até suas leis sobre os países do Ocidente. Qualquer reação que as populações locais tenham contra seus desmandos sã automaticamente classificadas como xenofobismo e racismo, fazendo com que países tradicionalmente cristãos como a França e a Inglaterra tenham que se vergar sob a batuta de Maomé. Como exemplo, podemos citar o caso da utilização de véus pelos muçulmanos, que foi proibido na França, causando grande furor mundial. Ora, se os muçulmanos não podem utilizar o véu por força de lei em um país eles só têm duas opções: ou obedecem à lei do país que os acolheu ou peguem suas trouxinhas e voltem para o mundo maravilhoso das mil e uma noites!

          Nossa cultura está sendo dizimada. Os agentes infiltrados do islã nos meios culturais, artísticos e universitários fazem com que tenhamos uma idéia totalmente distorcida do objetivo real dos muçulmanos. Isto é observado por meio de suas atitudes. A guerra santa continua viva em cada um daqueles que seguem fielmente a religião de Alá. E nem me venham com a história de que eles pregam a paz e o amor. Negativo. Eles nunca foram coesos doutrinariamente e tampouco ideologicamente. Sempre estiveram em guerras e somente pelo fio da espada é que se tratam suas questões. Quiseram e querem a guerra santa.

          Tal qual no século V, a Europa está sendo invadida pelos mouros, e novamente ninguém faz nada a respeito. A pergunta é: será que serão precisos mil anos para que a Europa acorde de seu sono e reaja a esta invasão, ou seremos obrigados a chamar os europeus de covardes? Será que eles não sabem que o que eles querem é o domínio mundial, começando pela Europa, que graças à União Européia está mais enfraquecida do que nunca. Os muçulmanos colocam uma bomba no metrô de Londres, destroem um trem em Madrid, acabam com as torres gêmeas nos EUA, e ainda existem governos que estão em dúvida sobre o objetivo destas pessoas?

          É preciso mais do que nunca que acordemos frente esta terrível realidade. Estamos em guerra, e o pior, perdendo esta guerra, que não é somente religiosa. É uma guerra de civilizações, onde o que está em jogo é a nossa existência não enquanto Brasil, EUA ou Europa, mas a nossa existência como civilização, que brotou lá na antiga Grécia. Ao invés de enxergar o que ocorre no mundo árabe e observar a realidade pelo seu véu, acabamos nos deslumbrando com sua beleza e sua característica exótica. Não custa lembrar que a beleza e o exotismo são as características de um antigo monstro marinho cantado nas mitologias, que levou muitos experientes marinheiros à sua própria destruição. Agora parece que é toda a civilização do Oeste que está encantada com o canto da sereia.

criado por leniltonmorato    16:14 — Arquivado em: Sem categoria

13.2.09

Torpor coletivo

Quando uma comunidade se torna incapaz de enxergar a proximidade de sua completa destruição, significa que praticamente não existe mais nada que as individualidades que compõe esta coletividade possam fazer para evitar esta destruição. É precisamente o que está ocorrendo com a sociedade ocidental, seja na Europa, ou nas Américas. Progressivamente, cada vez mais os valores que constituem as suas bases estão sendo minados ocasionando, pois, a deteriorização de suas fundações.

Este processo se desenrola por anos, de maneira lenta e eficaz. Ele é feito através do envenenamento progressivo da população, a doses homeopáticas. Desta maneira, tudo aquilo que levou cerca de dois mil anos para ser edificado é destruído, sem que ninguém perceba esta destruição. Os movimentos socias são sem sombra de dúvidas os maiores implementadores desta intoxicação. Através de estratégias elaboradas eles deturpam a realidade e a invertem de tal forma que passamos a aceitar como normais o que, por lógica, achávamos errado, ou pelo menos anormal, antinatural. A exemplo disto, podemos citar as invasões no campo, o homossexualismo, crianças dançando na boquinha da garrafa, ou os criminosos elevados à condição de sacrossantos, de detentores legítimos dos direitos humanos, enquanto que aqueles que sofrem as violências são vítimas das mazelas sociais. Como isto é possível?

Como já foi comentado algumas vezes neste mesmo espaço, vivemos em um mundo de pensamento dominantemente de esquerda e, por incrível que parece, de orientação religiosa cada vez mais muçulmanos. Este processo, ocorreu e está ocorrendo. Infelizmente, todos os olhos estão voltados para a grande crise mundial, de autoria democrata, e as pessoas acreditam que as crises ocorrem somente no plano econômico. Esquecem de verificar que a crise não é econômica. Ela é civilizacional, e vem se desenrolando a mais de cinquenta anos. Nossas noções de certo e errado são deturpadas e estão distorcidas. Aceitamos o errado como certo e o feio como bonito, com uma naturalidade tão assombrosa que não conseguimos perceber que estamos a mercê de nosso fim. E quem é o grande mentor desta mudança? Ora, a esquerda internacional, como não. Este movimento revolucionário está corroendo nossa civilização como o cupim come uma árvore, ou seja, pelo cerne, sem deixar marcas vizíveis. Quando percebemos, será tarde. Estamos sendo envenenados e corroídos em nossas raízes, justamente naqueles setores formadores de opinião, a mídia e os educadores. Estes, que deveriam ser os esclarecedores de mentes fazem o contrário, lavam o cérebro dos estudantes e de nossas crianças. É a contaminação de nossas raízes.

Desta maneira, nada que dissermos para inverter este quadro terá efeito satisfatório, pois as mentes pensantes não conseguem sair da doutrinação a que foram submetidas desde a mais tenra idade. Não há como esclarecer quem não tem a mínima noção do que está acontecendo. Como podemos falar com alguém sobre assuntos que esta pessoa não conhece, não tem noção? É como um colorado querer convencer um gremista que seu time é melhor, e vice-versa. Por mais que um dos lados esteja certo, o outro não consegue enxergar a verdade, pois está programado a ignorá-la e a não utilizar sua percepção lógica e objetiva na análise do problema.

Quando este tipo de doutrinação é feita desde o maternal até os cursos de doutorados, não há muita coisa a fazer. Quando um olho é aberto, mil outros se fecham. É por esta razão que uma população majoritariamente de direita elege como presidente um partido revolucionário, de esquerda. Por mais que o povo seja conservador, este está confinado naquilo que fora doutrinado pela esquerda. Os conservadores, tão pouco conseguem enxergar a gravidade da situação, e a resumem à questão econômica. Quando os articulistas conservadores conseguem espaço na imprensa para divulgar suas opiniões, a própria imprensa os cala, sistematicamente. A civilização está hipnotizada, em torpor coletivo. Quando acordarmos, já será tarde demais.

criado por leniltonmorato    8:34 — Arquivado em: Sem categoria

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