Cruzado de Direita

Espaço destinado a fazer um contraponto às questões políticas, culturais e científicas postos pela imprensa brasileira

20.8.09

Separatismo Gaúcho 2

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Politicamente o Rio Grande do Sul é um dos estados que mais se destaca no cenário nacional. Através da história, produziu notáveis líderes políticos que contribuíram para a formação de nosso país. Entretanto, o grande apego que temos à terra, faz com que deixemos de ver algumas verdades por trás destes homens e mulheres que tanto são presentes em nossa história. O movimento separatista do RS parece encontrar em seus líderes políticos, verdadeira oposição, num paradoxo que remonta a própria formação da classe política gaúcha.

Um bom exemplo a ser citado é o de Getúlio Vargas. Único ditador da história da república brasileira é tido como um grande herói pela nação e em particular pelo Rio Grande. Mas o que fez Getúlio? Basicamente assentou as bases para o chamado capitalismo de estado, através de uma política trabalhista e estatizante que colocou o capitalismo literalmente de joelho, tal qual fizera Hitler na Alemanha Nazista. Centralizador, ordenou que os hinos e bandeiras dos entes da federação fossem abolidos, fortalecendo ainda mais o poder central sediado, na época, no Rio de Janeiro. Desta maneira, o fortalecimento da União ganhava cada vez mais corpo, antecipando a situação que temos no dia de hoje. Mesmo nossos atuais representantes não tem qualquer intenção de separar o RS, ou torná-lo mais independente, muito pelo contrário. Políticos admirados pela população gaúcha, particularmente entre os meio universitários e jornalísticos, estão comprometidos com uma causa que muito se diferencia de uma suposta cisão do território nacional.

Basta olharmos para as Manuelas, Lucianas e Marias do Rosário da vida. Ou então, para Simon, Paulo Paim, Tarso ou Olívio Dutra. O que todos têm em comum? A orientação socialista de suas agendas políticas, seja maoísta, no caso de Manuela D’ávila por exemplo, ou Castrista, como Luciana Genro, Tarso, Olívio Dutra entre outros. E o que isto tem a ver com a pretensão gaúcha ao separatismo? Todas as correntes socialistas, ou de esquerda, são altamente centralizadoras do poder (isto sem falar nas 100 milhões de mortes causadas por ela). Basta verificar o que aconteceu com o Brasil nos últimos 30 anos, quando Geisel e Figueiredo aproximaram-se do bloco comunista até os governos FH e Lula. A centralização é patente, tão evidente que chega a ser inacreditável. Impostos gerados nos estados são transferidos para a União, que literalmente rouba a riqueza produzida por eles. O destino destes impostos e a fome interminável da União é tema de outro post. Com todo este centralismo, fica cada vez mais difícil não só ao RS, ter uma efetiva autonomia. Afinal, a grande massa da população é comprada com “bolsas” de tudo quanto é tipo, ficando cega diante daquilo que se passa a sua frente. Nossos formadores de opiniões, escrevendo em jornais ou dando aula nos cursos de Ciências Humanas de nossas faculdades aplaudem a toda esta situação, ratificando cada vez mais todo este estado de coisas.

Com a infiltração realizada dentro da cultura gaúcha e a formação de quadros políticos altamente centralizadores, aliado à conivência silente daqueles que deveriam pensar no assunto, a população aplaude inconscientemente àqueles que lhe tiram progressivamente a sua raiz cultural e a sua liberdade política. Em um contraponto radical, porém pobre de informações confiáveis, surgem os movimentos separatistas, sem força política ou mesmo cultural. Seria muito mais produtivo que os integrantes destas organizações buscassem a nossa autonomia política e cultural perdida, ao invés de ficarem apostando numa independência plena que, em essência, em última análise, não tem razão de ser.

PS: Brizola e Jango ficaram de fora. O primeiro por ser um anarquista fracassado que recebeu dinheiro cubano para suas células comunistas que nunca foram além de promessas. Destacou-se por ser governador do RJ e por suas ligações com o tráfico. O segundo simplesmente por ser um fraco sem ideal, altamente influenciável pela corrente dominante.

Este provavelmente foi o último post deste blog. Estou mudando para leniltonmorato.blogspot.com.

criado por leniltonmorato    13:30 — Arquivado em: História, Política

7.7.09

O EXEMPLO DE HONDURAS

Como jornalistas, diplomados ou não, é dever de todo o profissional da mídia informar os fatos de maneira isenta e acima de tudo com credibilidade. Não se pode, simplesmente, tomar a própria ideologia como fonte da verdade. O que se espera das pessoas que levam à nossas casas informação é que ela tenha, pelo menos, credibilidade. Há muito que não se faz isto nos grandes jornais do Rio e São Paulo. Há muito também que a credibilidade do jornalismo gaúcho é virtude do passado

Não bastasse a ocultação sistemática dos mandos e desmandos do governo federal, da aliança Lula – Chávez – Fidel – FARCs, mais do que provada nas inúmeras atas do Foro de São Paulo, do desmantelamento progressivo da civilização ocidental, nossos jornais, quer sejam impressos, televisionados ou rádiodifundidos, mentem e omitem a realidade novamente, desta vez no âmbito internacional. Trata-se do que está ocorrendo em Honduras. A imprensa, na sua esmagadora maioria, nomeia como golpe de Estado a expulsão do presidente hondurenho, numa clara demonstração de falta total de conhecimento acerca das leis hondurenhas e do significado de tal expressão. Senão, vejamos:

Um golpe de Estado, salvo melhor juízo, decorre quando, de maneira unilateral, as leis de um país são totalmente revogadas e acontece uma total reconstrução dos fundamentos daquele Estado. Pode ser conduzido por um civil ou pelas forças armadas, quando é chamado de golpe militar. Nele o desrespeito à constituição é evidente e é empossado um novo presidente, com a expulsão do anterior. Tal situação ocorreu na Venezuela e em Cuba por exemplo. Mas será que ocorreu em Honduras?

Desde março, o presidente Manuel Zelaya resolveu propor um plebiscito para que assembléia constituinte possibilitasse, entre outras alterações, a reeleição de presidente. Aparentemente, seria apenas uma tentativa de reformar o sistema eleitoral pela via democrática não fosse por um detalhe bastante importante: é ato anticonstitucional.

O artigo 239 da Constituição hondurenha prescreve que “o cidadão que tenha desempenhado a titularidade do Poder Executivo não poderá ser Presidente ou Designado. Aquele que ofender esta disposição ou propuser sua reforma, bem como aqueles que a apóiem direta ou indiretamente, terão cessados de imediato o desempenho de seus respectivos cargos e ficarão inabilitados por dez anos para o exercício de toda função pública”.

Neste artigo, fica claro como água que a constituição de Honduras não permite a reeleição. Poderia então a constituição sofrer alguma alteração para que fosse alterado este dispositivo? Vejamos o que diz a Carta Magna:

No Título VII, Da Reforma e da Inviolabilidade da Constituição, Capítulo I, Da Reforma da Constituição, o artigo 374 prescreve a cláusula pétrea da impossibilidade de reeleição nos seguintes termos: “Não se poderá reformar, em nenhum caso,  o artigo anterior [ trata da reforma da constituição ], o presente artigo, os artigos constitucionais que se referem à forma de governo, ao território nacional, ao prazo do mandato presidencial, à proibição para ser novamente Presidente da República, o cidadão que o tenha exercido a qualquer título e o referente àqueles que não podem ser Presidentes da República no período subseqüente.”

Observem que a clareza deste extrato da constituição é absolutamente irrefutável! O prazo do mandato presidencial não poderá ser reformado. Não sou eu quem diz isto, mas a lei maior de Honduras. Mas as vedações constitucionais continuam:

O artigo 4º determina que: “A forma de governo é republicana, democrática e representativa. É exercido por três poderes: Legislativo, Executivo e Judiciário, complementares e independentes e sem subordinação. A alternância no exercício da Presidência da República é obrigatória. A infração desta norma constitui delito de traição à Pátria.”

É preciso ser mais direto do que este artigo? Será que o que aconteceu foi um golpe de Estado? Ora, o que aconteceu em Honduras nada mais foi di que o irrestrito cumprimento à Constituição!

No Capítulo III, Dos Cidadãos, o artigo 4º estabelece: A qualidade de cidadão perde-se: (…) 5. Por incitar, promover ou apoiar o continuísmo ou a reeleição do Presidente da República;”. Ora, por propor um plebiscito para tentar aprovar a reeleição, Zelaya perde automaticamente sua condição de cidadão. Não sendo cidadão hondurenho, perde o cargo de Presidente da República, conforme o artigo 238“Para ser Presidente ou Designado à Presidência, requer-se: (…)  3.  Estar no gozo dos direitos de cidadão;”.

Como se não bastasse, sendo o Sr Zelaya presidente, ele descumpre o artigo 245 que trata das atribuições do presidente: “o Presidente da República detém a administração geral do Estado: são suas atribuições: 1. Cumprir e fazer cumprir a Constituição, os tratados e convenções, leis e demais disposições legais”. (…) “16. Exercer o comando em Chefe das Forças Armadas em seu caráter de Comandante Geral, e adotar as medidas necessárias para a defesa da República;“. Observa-se, claramente, que o presidente deposto não cumpriu a constituição, conforme determina o artigo acima. Dizer que houve um Golpe Militar no país é de ignorância tal que chega a ser constrangedor que nenhum dos principais jornais do Brasil tenha em seus quadros um colunista que sequer tenha se dado o trabalho de ler a constituição hondurenha. Caso o fizesse, poderiam saber quais são as atribuições das Forças Armadas daquele país:

No Capítulo X, Das Forças Armadas, o artigo 272 dispõe que “As Forças Armadas de Honduras são uma Instituição Nacional de caráter permanente, essencialmente profissional, apolítica, obediente e não deliberante. São constituídas para defender a integridade territorial e a soberania da República, manter a paz, a ordem pública e o império da Constituição, os princípios do livre sufrágio e a alternância no exercício da Presidência da República.”

Foram por estes motivos que o presidente Zelaya foi deposto de seu cargo e impedido de retornar ao país, e não porque o Exército impôs um golpe de Estado. As Forças Armadas nada mais fizeram que não a defesa da constituição de Honduras. A inconstitucionalidade do plebiscito acerca da reeleição foi reforçada por lei aprovada pelo poder legislativo que proíbe a realização de tal consulta 180 dias antes ou depois das eleições gerais. Além disso, a corte suprema daquele país já havia se declarada contrária aos planos de Zelaya.

 

O povo hondurenho deve sim ter orgulho de seu Parlamento, de sua Suprema Corte e de suas Forças Armadas, que defendem a constituição à revelia das pressões internacionais da ONU, da OEA, de Obama, de Chávez e de Fidel. Isto sim é democracia, isto sim é legalidade, quando a Constituição e a lei é colocada onde deve ser colocada, ou seja, acima de qualquer ideologia política ou partidária.

 

Aos nossos jornalistas, um conselho: Menos CNN, menos New York Time, menos MSNBC e mais pesquisa e verdade.

Que o exemplo de Honduras seja seguido pelas demais nações livres do mundo.

criado por leniltonmorato    9:08 — Arquivado em: História, Política

7.6.09

Vítimas de Preconceito

Não existe hoje em lugar algum do ocidente, quiçá do mundo, classe mais discriminada e atingida pelo preconceito do que os fumantes. Em todos os lugares, o cerco aos consumidores do tabaco é tamanho que já estamos à beira da criminalização do cigarro. Na contramão do que ocorre com as outras classes ditas como “discriminadas”, como os homossexuais, drogados e negros. Aliás, os dois primeiros são as verdadeiras jóias do politicamente correto. São as duas menos discriminadas, sempre tratadas como vítimas da cruel sociedade.

 

As recentes leis que proíbem o fumo mesmo em locais privados freqüentados pelo público é apenas mais uma amostra do poder que o Estado está impondo às pessoas, sem elas se darem conta disto. Proibir o tabagismo em um local público administrado por órgão público é até razoável. Agora, quando a proibição atinge áreas sujeitas à administração privada, ocorre o controle do estado sobre o indivíduo. Creio que a equação é simples: se estou em um restaurante que admite fumante e eu me incomodo com isto, basta nuca mais eu ir àquele restaurante, ou boate, ou cinema, ou seja lá o que for. Os consumidores irão automaticamente selecionar os locais que irão, formando então nichos para fumantes, que são a minoria e amplos locais para os não-fumantes. Nada mais justo.

 

Observe que a demonização do cigarro não para somente na esfera legal, ma na artística também. Se alguém compõe uma música exaltando o fumo, é automaticamente execrado por toda a grande mídia, ao passo que uma canção que torna positivo o consumo da maconha é aplaudida de pé pelo beautiful people (Marcelo D2 que o diga). É algo realmente muito estranho o fato de que alguém fumando um cigarro seja mais perigoso para a sociedade do que outro puxando um baseado, ou um casal gay trocando beijos no meio da rua. Porque só o cigarro é criminalizado?

 

Possivelmente porque o consumo do tabaco não proporciona aos atuais donos do poder, o mesmo financiamento que vem do tráfico de drogas que, via FARCs, acaba enriquecendo e financiando partidos como o PT. É desta maneira que os viciados em cigarros são hoje a parcela mais discriminada da sociedade. É evidente que incentivar o fumo é um erro, mas caso a pessoa se torne uma tabagista, porque discriminá-la a ponto de tornar criminoso um hábito que outrora fora até mesmo elegante?

 

De minha parte, a única coisa que realmente incomoda no hábito de fumar é o cheiro forte de nicotina que impregna o fumante. Não estou me importando se o vivente vai morrer de câncer ou de enfisema. O problema é dele. Se eu não quiser compartilhar de seu hábito fumegante, basta ficar longe do elemento e meus problemas se acabaram. É o mesmo caso de qualquer outro tipo de vício. A diferença é que ninguém sai matando por um maço de cigarros, ao contrário do que ocorre com  a maconha ou a cocaína. E nem me venham com essa de que isto não ocorre porque o cigarro é legalizado. Ou alguém já testemunhou alguma pessoa ter sua consciência alterada pelo fato de pitar um palheiro ou um marlboro? No máximo fica mais calma.

 

Este cerco sobre o cigarro também começa a ser estendido lentamente ao álcool, com a famigerada lei seca que aparentemente é a responsável pela diminuição no número de acidentes no trânsito quando a real causa desta diminuição é a fiscalização mais intensiva. Se esta fiscalização ocorresse antes da lei seca no trânsito, os resultados seriam os mesmos. Sutilmente, o álcool será a próxima “droga” a ser criminalizada, enquanto discute-se a legalização da maconha. Paradoxo não?

 

O mais estarrecedor de tudo é que ninguém liga para o preconceito sobre os fumantes, como se eles não tivessem o direito de exercerem seu hábito, diferente de um homossexual ou drogado. Os gays hoje são a parcela da população que mais tem direitos, quando na verdade não deveriam ter direito algum que não fosse aqueles reservados a todos os cidadãos. Dizem-se vítimas de violência e preconceito quando na verdade são portadores de verdadeiras imunidades.

 

É claro que tudo isto em um propósito, sombrio por sinal, muito bem definido. Futuramente, aqui no blog, descobriremos qual é.

 

criado por leniltonmorato    14:39 — Arquivado em: Política

24.5.09

Sob Controle

O controle estatal sobre nossas vidas é imenso, e ao mesmo tempo imperceptível para a grande maioria da população. Somos escravos de um governo proto-totalitário e sequer percebemos isto. Este domínio começa ainda nos tempos te Getúlio Vargas e somente se aperfeiçoou nos últimos tempos.

Alguns exemplos podem exemplificar o tamanho e o alcance do Big Brother. Vejam o caso da previdência brasileira. Não há escolha. O trabalhador é sumariamente obrigado a contribuir para o sistema previdenciário nacional. Ninguém pergunta se o funcionário quer ser agraciado com a previdência estatal ao invés da privada. O Estado simplesmente impõe isto ao pobre trabalhador e ao empresário, que financia a maior parte deste falido sistema.

Outro exemplo é observado nas nossas escolas. A imposição ideológica é tamanha que a educação dos filhos é tirada dos pais e passa a ficar com a escola. Os valores básicos que formaram nossa sociedade são agora deturpados e transformados por professores. Hoje, se os pais ensinam a seus filhos que o homossexualismo é algo anormal, estarão cometendo crime de preconceito. As crenças religiosas de nada valem neste tipo de opinião, segundo nosso grande irmão. Não interessa se a família é cristã e segue e a bíblia que ensina que o homossexualismo é errado. O que interessa é o que o Estado dita como sendo certo ou errado.

Outra situação é relativa à educação sexual. Desde quando sexo se aprende na escola? Só numa sociedade muito deturpada isto acontece, e é o caso de nosso país. Neste tipo de instrução, as crianças aprendem que a putaria generalizada pode ser feita sem qualquer problema, desde que se use camisinha. Desta maneira a erotização de nossos filhos e filhas é inevitável, com um arremate providencial das novelas das 8, 7, 6…  O que os pais ensinam, que tem que se respeitar o corpo e fazer as coisas de maneira comedida, vira uma “caretice”, e a escola passa a ditar o comportamento sexual que ela julga como sendo o mais adequado, seguindo as diretrizes do governo naturalmente. Aí os casos de gravidez na adolescência aumentam, a pedofilia aumenta e as pessoas ficam se perguntando por quê! A escola tem que ensinar e educar, não deturpar valores morais arraigados a mais de 5000 anos em nossa civilização.

O controle, no entanto, não para por aí. Nossas vidas são constantemente vigiadas não por câmeras, mas por militantes famintos por acusar alguém de racismo ou preconceito. Se alguém chama um negro de negrão vai preso. E se um branco fosse chamado de brancão ou alemão? Não caberia a mesma pena ao “preconceituoso”? E a classificação etária? Não seriam os pais os responsáveis por escolher o que seus filhos assistirão ou deixarão de assistir?

De fato, muitas atitudes do governo que parecem ser preocupação com o povo é mera retórica. Outro exemplo é o uso do cinto de segurança. Porque ele deve ser obrigatório? Para salvar vidas? Não, para salvar os cofres do sistema de saúde, isto sim. Se um indivíduo sai sem o cinto de segurança o problema é dele. Ele tem informações suficientes para saber se deve ou não utilizar o cinto. Muito morrem por estarem sem o cinto, assim como alguns morrem por estarem usando-o. Porque o Estado impõe a sua utilização? E o livre-arbítrio, para onde foi? Se o cara não quer utilizar, o problema é dele. Nem Deus nos obriga a fazer as coisas abrindo mão da liberdade de escolha!

Na verdade, este controle é apenas uma ponta do Iceberg. Vivemos num Thruman’s Show coletivo. Achamos que estamos sendo protegidos, quando na verdade, somos dominados.

criado por leniltonmorato    19:58 — Arquivado em: Política

5.5.09

Um bebê, duas mães

Duas mulheres querem ser mães de uma criança, nascida de uma delas. Este filme eu já vi, e aconteceu na Inglaterra. Lá, as duas se separaram e com quem ficou o ônus de arcar com a alimentação da criança? Com o pai! Pois é leitor, com o pai! O sujeito doou o esperma, nem sabia quem eram as duas criaturas e de uma hora para outra se tornou o pai de uma criança pela qual ele não esperava. Não seria surpresa se algo parecido ocorresse aqui nas terras de Pindorama. Afinal, o Brasil é o campeão na tão proclamada liberdade sexual. A nossa mídia, manipulativa como sempre, nada disse contra tal aberração, apenas aplaudiu a decisão do “casal”. Percebam como o leitor, ouvinte ou telespectador não é informado de qualquer opinião contrária a este caso, ao contrário. Ele é levado a crer que isto nada mais é do que um ato normal, corriqueiro, como se o casal de lésbica fosse um casal, uma família normal. Definitivamente não é este o caso.

 

Paralelamente a isto, temos que relembrar o caso da miss Califórnia, que foi ultrajada por apoiar o casamento entre homem e mulher! Ela foi vítima da imprensa esquerdista americana (MSNBC, CNN, The New York Times, ABC) que simplesmente a violentou psicologicamente pelo fato dela ter a opinião de que o casamento deve ocorrer entre um homem e uma mulher. O detalhe, vejam só, é que nenhuma, repito, nenhuma ativista do movimento feminista saiu em sua defesa! Dá para acreditar nisto? O movimento feminista não saiu em defesa de uma mulher que foi humilhada por ter uma opinião diferente do politicamente correto. Pior ainda foi assistir uma blogueira norte-americana do movimento feminista dizer no programa The O`Reilly Factor, da FoxNews, que a moça estava errada. A apresentadora, Laura, que substitui Bill naquela noite de 01 de maio passado ficou furiosa com este fato, algo que nenhuma outra emissora permitiria, principalmente se o fato ocorresse no Brasil.

 

O caso é que não se trata de preconceito, mas sim de liberdade de expressão e opinião. Se alguém não gosta dos gays ele está em seu mais sagrado direito. Se o indivíduo não cometer violência contra um homossexual, apenas não achar que sua opção sexual é correta, porque deve ser punido. É pura questão de opinião.

 

Os dois casos se confundem. De um lado, uma mulher é atacada por defender o casamento heterossexual. Do outro lado, todos acham a coisa mais normal duas mulheres terem uma criança e ainda quererem ser suas mães biológicas. Vejam a inversão da ordem natural das coisas aqui! Se continuarmos neste caminho, nada mais será julgado como anormal para nós. Tudo passa a ser normal, o errado passa a ser certo e a exceção passa a ser a regra. Não vai demorar muito para termos casamento entre  o ser humano e qualquer outro tipo de coisa amado por ele, seja outro ser humano, uma vaca, um cachorro, uma lata de cerveja, enfim, toda a forma de loucuras. Isto me faz lembrar um episódio de “Os Simpsons”, onde Homer funda uma igreja que casa qualquer coisa com qualquer coisa!

 

Pior ainda é ter que aturar o argumento dos gayzistas, de que o homossexualismo acontece no reino animal. Ora, claro que ocorre! Quando há um desequilíbrio entre o número de machos e fêmeas, e um passa a ser muito mais numeroso que o outro, casos ocorrem, inclusive, com criaturas que literalmente mudam de sexo para poder perpetuar a espécie. Mas ambos os casos não são regra, de que os animais são homossexuais e ponto. Seguindo por este raciocínio, porque proibir o casamento entre um homem mais velho e uma criança, ou entre irmãos, ou entre pais e filhos, tios e sobrinhos, ou a poligamia? Afinal, os casos de relacionamento sexual citados nestes exemplos são. no mundo animal infinitamente mais recorrentes do que o relacionamento homossexual com uma ressalva: em todos eles, a exceção do relacionamento entre exemplares do mesmo sexo, pode-se ter a concepção, por razões óbvias claro.

 

Perceba que o que eu fiz foi utilizar o mesmo argumento dos gayzistas para validar outras condutas que são condenadas pela sociedade, como a pedofilia. Esta, inclusive, foi muito recorrente na antiguidade, tal qual o homossexualismo. Porque uma tem que ter total aceitação a ponto de sequer poder ser criticada e a outra continua sendo encarada como um ato hediondo, criminoso? Intrigante não? Não vai demorar muito para que sejamos contemplados com toda a forma de relacionamento que se possa imaginar. Estamos apenas afrontando a natureza, a ordem como as coisas devem seguir. É um caminho perigoso o que estamos tomando; mais perigoso ainda é a total anestesia cerebral a qual somos submetidos.

 

Antes, o homossexualismo era visto como algo fora do normal, hoje é visto como normal. Só espero que não se torne obrigatório.

 

 

criado por leniltonmorato    13:16 — Arquivado em: Ciência, Política

22.4.09

Censura no centro da democracia

“Eu acredito que um casamento deveria acontecer entre um homem e uma mulher. Isso não é nenhuma ofensa às outras pessoas, mas é como eu fui criada.” A frase acima foi dita pela Miss Califórnia, Carrie Prejean, após responder a uma pergunta de um dos jurados, o blogueiro Perez Hilton, que se disse arrasado pela declaração, e que Prejean estava alienando os gays, suas famílias e seus apoiadores. O preço que ela pagou por falar a sua opinião foi alto: a coroa de miss Estados Unidos. Certamente este fato nos trás uma alarmante realidade: o domínio da maioria pela minoria. Logicamente que a mídia tupiniquim distorceu os fatos, fazendo com que a miss passasse a ser vista como sendo uma anti-gay, pois foi assim que ela foi retratada pelo segmento radical de esquerda dos Estados Unidos (CNN, MSNBC e The New York Times, dentre outros). Como os fatos internacionais só chegam através destas fontes de (des)informações, é natural que nós mesmos fiquemos alienados. O ponto crucial desta situação é que não foi abordado por qualquer jornal, televisão ou site: A perda da coroa ocorreu não por uma questão de beleza (Miss EUA é um concurso de beleza, não?), mas por uma opinião! Ela perdeu o título por ter expressado a sua opinião acerca do casamento gay? É justo? Claro que não No vídeo do blogueiro fica muito claro isto. Ele afirma que ela é uma vadia anti-gay. Para quê tanto ódio contra uma pessoa simplesmente porque ela acha que o casamento somente deve ocorrer entre um homem e uma mulher? Ela passa a ser uma inimiga dos homossexuais por causa disto? O curioso é que se ela falasse que o casamento deve acontecer entre homossexuais e os setores conservadores a vaiassem a repercussão seria outra. Ela seria tratada como uma heroína, e os conservadores como satanistas destruidores de lares e que devem ser punidos por suas… Opiniões! Que democracia é esta onde se reprimem e se punem as opiniões? Certamente está mais para uma censura do que para a tão alardeada liberdade de expressão, que as pessoas que censuraram a miss tanto juram defender. No Brasil, nada mais será falado. Ninguém ficará espantado pela censura e punição sofrida por alguém que ousou deixar claro sua opinião. Nenhum artigo será escrito. É porque aqueles que tanto odeiam a censura, que tanto acusam os conservadores e a direita de censurar são, na verdade, os maiores censores de todos.

criado por leniltonmorato    13:02 — Arquivado em: Política

12.4.09

CARTA ABERTA À IMPRENSA GAÚCHA

 Orgulho-me de ser gaúcho. Orgulho-me de nossa história, de nossa terra, de nossa gente. Orgulho da música tradicionalista, dos rodeios, dos festivais. Orgulho-me de ter nascido num estado acostumado a lutar pelos seus ideais, pelos valores da família, da ética, e da justiça. Orgulho-me de fazer parte de um grupo de pessoas diferentes, os gaúchos, que tanto sangue deram a esta terra para que ela pudesse ser parte integrante do território nacional. Nossas tradições, nossos ideais, enfim, tudo aquilo que nos diferencia do resto do país e nos torna quase que como outro país dentro do Brasil. Mas escolhemos ser brasileiros, por opção.

Infelizmente, nem tudo são flores. Meu orgulho se termina como geada sob o calor do sol quando penso na nossa imprensa. Sim, a nossa imprensa. Outrora marcada pela independência hoje se mostra apenas mais um instrumento a serviço das mazelas do mundo. A imprensa gaúcha me envergonha, e vou lhes mostrar por quê. Esta carta aberta dirige-se pontualmente aos dois mais influentes meios de comunicação hoje existentes no estado. A RBS e ao sistema Record-RS, outrora Guaíba - Correio do Povo.

Sei que esta jamais será divulgada em seus periódicos, mas por fazê-la aberta espero atingir a todos os meus conterrâneos gaúchos, não com o intuito de provocar a rixa ou a discussão, mas apenas com o objetivo de tentar clarear as mentes do povo gaúcho.

Primeiro, gostaria que ambas as empresas soubessem que existem pessoas que não são cegas e que, portanto conseguem verificar a grotesca manipulação praticada por estes dois grandes veículos de comunicação em benefício de uma ideologia, ao invés de informar o que acontece no Brasil e no mundo de forma isenta e justa. Parece-me que estes seriam os princípios básicos do jornalismo, e porque não dizer da própria democracia. A liberdade de informação, mas não de algo manipulado, e sim de fatos corretos a serem julgados pelo grande público. Se não há liberdade de informação, sobre o quê teremos opinião?

O que me deixa realmente indignado com a imprensa gaúcha (a brasileira em geral não me surpreende), é a falta do comprometimento com a verdade. Tanto o sistema RBS, a mando do centralismo global, quanto o extinto Guaíba - Correio do Povo têm entrado em uma verdadeira campanha para semear no povo gaúcho, ideais ultrapassados que semearam a morte por onde passaram, e o pior, sem dar qualquer abertura para aqueles contrários ao politicamente correto, senão vejamos.

Campanha eleitoral para Presidente da República, Lula x FHC. O apresentador Boris Casoy pergunta ao então candidato Lula qual sua relação com o Foro de São Paulo, organização criada para unir as esquerdas latino-americanas com o objetivo de tomar o poder a nível continental. Fosse uma emissora séria, o apresentador seria elogiado! Resultado: foi demitido. Ou seja, o primeiro passo para o mascaramento do plano de governo do Sr Lula estava dado. E ninguém, absolutamente ninguém da imprensa chiou sobre o fato. Não seria um poder demasiado grande a um candidato? O poder de influenciar a investigação de um jornalista? A época, a rede Record ainda não havia comprado a Guaíba, mas vejam bem qual é o tamanho da proteção dada ao atual presidente desde os tempos em que era candidato! Grande não é mesmo?

Ainda campanha eleitoral, Zero Hora. Olavo de Carvalho escreve brilhante artigo sobre as mais que comprovadas ligações do PT com o Foro de São Paulo e por conseqüência às FARCs, Fidel e Chávez. Resultado: Olavo é demitido de Zero Hora. Anteriormente, ele já havia sido demitido do Globo, Época, Carta Capital e Folha de São Paulo. Por quê? Ora, porque ele simplesmente se atreveu a dizer a verdade sobre quem realmente estava sendo candidato ao governo. Isto é ou não é uma grotesca manipulação da opinião dos leitores? Tiraram o único, repito, único articulista de direita do jornal. Ele sozinho botou medo em todos os colunistas de esquerda do jornal. E até agora, ninguém jamais apresentou qualquer prova contrária aos seus artigos.

Como se não bastasse os jornais, a manipulação ideológica segue no rádio. Programa das sete, Rádio Guaíba. Todos os convidados a participarem deste programa são de… esquerda! Chega ao cúmulo de Manuela D’Ávila ser convidada e o apresentador, que agora me falha a memória, sequer perguntar a ela qual era o plano político de seu partido, o PC do B. Ele poderia ao menos ter se informado e perguntar algo do tipo: ”Deputada, seu partido, o PC do B é da corrente Maoísta, ou seja, pretende instituir no Brasil um governo comunista a moda chinesa. Como a senhora vê um regime que, só de fome, matou mais de uma dezena de milhões de pessoas?” é lógico que esta pergunta não foi feita. Ao invés disto, ficaram falando algumas frescuras sobre a suposta beleza da deputada, seu filho, etc. Porque a Guaíba não convida para seu Programa das Sete alguém como Graça Salgueiro, Heitor de Paola, ou Olavo de Carvalho? Simples. A rádio nada mais é do que mais um meio para manipular a opinião dos ouvintes.

Agora o que me deixa realmente com mais nojo da imprensa gaúcha é o tratamento dado ao chefe de Estado cubano. Ora RBS, ora Record RS! Vocês não abominam tanto a ditadura? Vivem falando que os militares eram torturadores sanguinários e que mataram dezenas de pessoas e que por isto tínhamos uma ditadura no Brasil? E o que dizer da ilha cubana? Um regime que matou mais de 100 mil pessoas por motivos políticos, onde o presidente é o mesmo a mais de 50 anos, onde só existe um partido, onde pessoas são mortas por quererem sair do país para ir aos EUA, onde a população passa fome? E chamar o seu chefe de Estado de presidente? Vocês só podem estar de sacanagem! O tratamento correto seria DITADOR, porque é isto que Cuba é! CUBA É UMA DITADURA, e não o Brasil, que só conheceu uma, a de Vargas. Se houve o AI-5 no Brasil a culpa foi do VAR-Palmares, do PCB, da UNE e de outros grupos que semeavam o terror no país. Ou será que vocês esqueceram que a luta armada no Brasil começou antes de 1964, ainda com Prestes e Ana Braun, agente soviética infiltrada? (Olga Benário, para aqueles que não estudam). E como se não bastasse o atentado ao aeroporto de Guararapes em 1966, que deixou mortos e feridos que nada recebem de pensão, ao contrário dos terroristas que praticaram o ato? Disto vocês não querem saber! E depois vem me dizer que o DITADOR DE CUBA NÃO É UM DITADOR! Vocês só podem estar de sacanagem.

Como se não bastassem as falsificações da história vocês ainda não conseguem dar uma notícia internacional que preste! Vocês sabiam que a popularidade de Obama está despencando? Que as reformas que ele quer instituir no sistema de saúde e no sistema educacional foram as mesmas instituídas pelo governo da Califórnia? O resultado: a Califórnia está falida! Mas afinal, como posso culpar vocês se só assistem a rede esquerdista CNN e lêem o ainda mais a esquerda The New York Times? Um pouco de FoxNews lhes faria bem, pode acreditar!

É claro que é difícil de obter opiniões isentas quando pessoas da estirpe de FHC, Flávio Tavares, Élio Gaspari, Luis Fernando Veríssimo e David Coimbra, são o carro-chefe dos jornais gaúchos. É como querer saber informações sobre o centenário do Inter lendo o informativo do Grêmio! Vocês da imprensa gaúcha precisam acordar e ver a realidade que os rodeia. É difícil sair das amarras estipuladas nas escolas e nas universidades, pois é nelas que as suas ideologias são formadas e, portanto, é difícil de olhar além da bolha esquerdista construída ao redor das redações. É por isto que deixei de assinar a Zero Hora e só escutar rádio em jornadas esportivas. Abram os seus olhos, deixem de ser rebeldes sem causa. Vocês não têm idéia do tamanho do abismo que estão levando o nosso país.

 

Lenilton dos Santos Morato

 

Idt 0333090004-1 M Def

 

 

 

 

 

criado por leniltonmorato    18:42 — Arquivado em: História, Política

4.4.09

O OBJETIVO DAS FARCs

 

Qual seria o objetivo das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia? Seria o controle do tráfico mundial de drogas? Acredito que não. Seria fundar outro país dentro a Colômbia? Quem sabe. O mais provável é que as FARCs queiram somente a tomada do poder, o que é uma grande coisa, naturalmente. E porque querem tomar o poder colombiano? Para impor à Colômbia um regime socialista. Vejamos como:

Os terroristas deste grupo colombiano possuem o apoio maciço de todos os partidos de esquerda da América Latina, fato que pode ser facilmente comprovado pelas atas do Foro e São Paulo. É neste encontro, idealizado pelo atual presidente Lula, que foi elaborada a estratégia comunista para o domínio da região. Como não poderia deixar de ser, as FARCs estiveram e estão presentes sempre nas reuniões do Foro. Prova disto foram os arquivos descobertos no computador de Reyes, onde é provada a ligação destes terroristas com o Partido dos Trabalhadores. Naturalmente, a nossa imprensa ignorou tal fato, auxiliada pela estratégica declaração do Ministro da Justiça Tarso Genro sobre a abertura dos arquivos da “ditadura”, no preciso momento em que se descobriam as indiscutíveis provas da ligação FARCs – PT. É claro que isto não ocorreu por mera coincidência.

O objetivo de um grupo guerrilheiro em qualquer situação, não é obter uma vitória militar contundente sobre, no caso colombiano, o governo. O objetivo é conseguir uma vitória política, de maneira que a guerrilha possa atingir seu objetivo maior, qual seja, a tomada do poder. Para isto, ela utiliza-se de seqüestros e atos de terrorismo com o objetivo claro de desestabilizar o governo atual e possibilitar a sua passagem para a legalidade. A estratégia é simples, mas, paradoxalmente, complexa. Com seus atos de violência, a guerrilha consegue destaque na imprensa local e mundial, ao mesmo tempo em que obtém uma importante vitória política, ao afirmar que o fim da violência depende exclusivamente do governo ao qual se opõe. A imprensa faz seu papel ao propor a regularização da guerrilha, através de sua transformação em partido político, e maneira que possa deixar de tentar seu objetivo pela via armada, e passem a buscá-lo pela via política. Com a propaganda esquerdista, o apoio dos governos da região e da imprensa… voi-là! As FARCs chegam ao poder. Objetivo cumprido.

Certamente alguém poderá pensar que isto é teoria da conspiração, loucura, coisa de direitista. Gostaria de lembrar, porém, que aqui no Brasil aconteceu exatamente isto. O resultado? Dilma, Gushiken, Dirceu, e outros terroristas hoje governam o país.

 

criado por leniltonmorato    10:15 — Arquivado em: História, Política

22.3.09

MAIS DO QUE A CRISE ECONÔMICA

Nos últimos cem anos, o mundo vem passando por mudanças drásticas de comportamentos e de conceitos que antes estavam firmemente arraigados na nossa sociedade. Esta mudança começou muito tempo antes, no século XVIII, quando a revolução francesa destruiu a sociedade daquele país e transformou a maior potência européia da época em um país de segundo plano. A revolução é a fonte primeira que alimenta os ideais comunistas, feministas, ambientalistas, etc. É ela que trouxe para os dias de hoje a noção de destruição da civilização que foi usada na Rússia, China, Camboja, Coréia do Norte, Vietnã, Cuba, dentre outros países, e que levou a morte de mais de 100 milhões de pessoas. Hoje em dia, sua penetração é muito mais complexa, pois está arraigada nos pilares de nossos valores, e vem destruindo sistematicamente tudo aquilo que nossos antepassados conquistaram, ao custo de muito sangue e suor.
Hoje, estamos no meio de um processo avançado de degeneração de nossos valores sociais. De todos eles, o mais atacado e possivelmente o mais importante é a família. Com a destruição do valor família, o movimento revolucionário tem conquistado expressivas vitórias e trazendo para o século XXI um novo tipo de civilização. A destruição do valor família é bastante visível e é resultado de um estudo profundo e complexo elaborado pelos estrategistas da revolução. Mas quem seriam estes estrategistas e qual é o seu objetivo: nada mais nada menos que os socialistas, e seu objetivo é a construção de um governo mundial. A ONU está aí para dizer que não estou assim tão enganado.
Para destruir uma sociedade é preciso desestabilizar seu centro gravitacional. No caso de nossa civilização ocidental, o centro é a família, nascida ainda na antiguidade. Para destruir este ponto de equilíbrio, é preciso uma estratégia que pareça inofensiva e que tenha apelo social. É neste ponto que começamos a explorar a estratégia revolucionária da esquerda.
O primeiro passo é lutar pelos direitos das minorias e fazer com que a exceção torne-se a regra. Para isto, a manipulação de mentes frescas e corações puros são essenciais. É quando entra em ação temas como o gayzismo, o feminismo e os direitos humanos, só para citarmos três. Através de palavras de ordem e de falsas estatísticas, os recrutadores a serviço do novo sistema que está em gestação promovem debates acirrados para transformar o que antes era exceção, em regra. É quando começamos a achar normal que homossexuais adotem crianças e que tal comportamento é perfeitamente normal. Argumentos não faltam, como por exemplo, o do que no mundo animal o homossexualismo é algo normal, quando na verdade somente ocorre quando há escassez de determinado sexo na população de animais. Outra maneira é tratar como preconceituosos todos aqueles que pensam que o homossexualismo é algo anormal. O argumento, novamente, é de que tal situação não é uma doença, mas uma predisposição genética por exemplo. Neste caso, se o homossexualismo é determinado por nossos genes e não é uma doença, podemos tirar do rol das enfermidades a Síndrome de Down, por exemplo, que tem comprovadamente, raízes puramente genéticas. É claro que não tenho qualquer preconceito com portadores de tal enfermidade, mas não posso afirmar que as pessoas que a possuem são a regra da população de seres humanos, quando na verdade, são exceções. É o que ocorre com o homossexualismo. Não tenho qualquer preconceito, mas não posso considerá-los como exemplares perfeitamente normais da espécie humana, quando não o são. Certamente, serei crucificado por esta opinião, embora estejamos vivendo pretensamente em um regime de liberdade de expressão.
Com o feminismo, ocorre algo bastante semelhante. Sob a idéia de que o sexo feminino não é frágil e que precisam de direitos iguais, as militantes cometem um duplo erro. É sabido que o sexo feminino não pode ser equiparado ao masculino, especialmente em tarefas que exijam força física. Não quer dizer que as mulheres não sejam capas de executar as mesmas tarefas que os homens, mas somente que para algumas destas tarefas elas não estão tão bem preparadas para executar quanto o sexo masculino, e vice-versa. Por trás deste movimento revolucionário está um projeto muito maior, como já vimos. Ao seguirem os mandamentos feministas, as mulheres deixam de se preocupar com a sua responsabilidade no seio familiar, qual seja, a de ser o ponto de equilíbrio. As mães solteiras proliferam-se aos milhares com tanto orgulho que chega a ofuscar o mal que elas estão fazendo a seus filhos e por conseqüência a toda a nossa sociedade. Famílias desestruturadas, sem a figura do pai, tendem a ser cada vez mais a regra, fazendo com que as crianças deixem de ter uma orientação adequada para o desenvolvimento de suas vidas. Padrastos e madrastas não têm o mesmo comprometimento com seus enteados do que os pais verdadeiros das crianças. Desta maneira, não é surpresa que os casos de violência contra as crianças tenham crescido de maneira drástica nos últimos anos. A falta de famílias coesas e equilibradas abre espaço para a geração de jovens insatisfeitos e sem compromisso, o que os torna presas fáceis para os recrutadores das esquerdas. O pior de tudo é que as mulheres feministas se acham libertas das amarras de uma sociedade machistas e na conseguem perceber que estão sendo utilizadas como massa de manobra em algo muito pior. Na verdade, elas, assim como os gayzistas estão construindo o muro de sua própria prisão, sem a mínima desconfiança disto.
Com os ativistas dos Direitos Humanos, ocorre algo bastante semelhante. Com seus gritos por tratamentos dignos para toda a espécie de ser humano, eles acabam incutindo na sociedade uma perigosa relação de inversão de valores. O ponto alto da estratégia é colocar o criminoso em condição de igualdade para com a vítima, o que acaba ocasionando um lógico desequilíbrio dentro de toda a comunidade de determinado país, ou mesmo do mundo inteiro. A situação chega a tal ponto que é assegurado uma quantidade tamanha de direitos aos bandidos que estes ficam praticamente imunes ao cumprimento de suas penas pelos crimes cometidos. Em contrapartida, as suas vítimas apenas assistem atônitos aos seus algozes gozarem de cada vez mais e mais direitos. É a síndrome do coitadismo. Se alguém comete um crime, especialmente se o agente provém das camadas mais pobres, imediatamente é utilizado o artifício do problema social. Não é o criminoso que é responsável pelos atos por vezes hediondos que ele comete, mas a cruel sociedade em que vive. E a culpa recai sobre os ombros de quem? Da própria sociedade, que precisa ser destruída e reconstruída. E adivinhem quem tem a solução?
Além de criminosos coitadinhos, os ativistas dos Direitos Humanos acabam por entrar em uma seara que vai ao encontro de toda a estratégia revolucionária, que é a condução da educação de nossos filhos. Sob argumentos de uma psicologia altamente suspeita, eles retiram a autoridade dos pais em educar suas crianças, fazendo com que eles percam as ferramentas que dispõem para educar seus descendentes. Sem sombra de dúvida, é uma estratégia brilhante! Ao mesmo tempo em que retira a autoridade dos pais, também retira a de professores e instrutores, fazendo com que nossas escolas deixassem de ser locais para o aprendizado para serem locais onde se passa de série de qualquer maneira. Isto causa efeitos diretos em nossas futuras gerações, colocando em colapso os fundamentos de toda a nossa sociedade.
Justiça está muito distante de tratar todos de maneira igual. Justiça consiste em tratar os desiguais com desigualdade, na proporção em que estes se desigualam. Nem mais nem menos.
Juntando estes três exemplos, vemos como eles conseguem destruir a instituição familiar e, por extensão, toda a nossa comunidade. Além da família, a esquerda, utilizando os mesmos argumentos, busca e consegue com um sucesso estrondoso a destruição de outro pilar básico de nossa civilização, qual seja, a religião. Com as mesmas palavras de ordens, tais grupos vão muito além do ataque à igreja. Eles se infiltraram no seio do clero, fazendo com que este se torne mais um aliado dentro de sua estratégia mundial. Como se vê, a crise econômica é. De longe, o menor de nossos problemas.

criado por leniltonmorato    18:31 — Arquivado em: História, Política

A MENSAGEM DE OBAMA

 A mensagem do presidente dos EUA, Barack Hussein Obama ao mundo islâmico na semana passada pode ser entendida como uma perigosa tentativa daquele líder em aliar-se ao mundo islâmico. Segundo o discurso, sua política diplomática seria totalmente diversa da de George W Bush, pois este tratava o Irã como um país hostil. Segundo Obama, os EUA e o Irã devem buscar o diálogo para que possam semear a tolerância no mundo e apaziguar as contendas entre o islã e Israel por exemplo. Para alguém desavisado, este pode ser um sinal claro de que o presidente norte-americano está procurando apenas resolver a questão islâmica de forma pacífica e civilizada. Entretanto, para quem está um pouco mais informado esta situação é, se não alarmante no mínimo, inquietante. Vale ressaltar que Obama é muçulmano, o que por si só já bastaria para justificar a sua benevolência para com islã. Na verdade, a mensagem que fica é de que os EUA não têm capacidade para lidar com o Irã de maneira pacífica. Pudera! O governo de Mahmoud Ahmadinejad vem desenvolvendo com apoio russo, tecnologia bélica nuclear, o que certamente colocará em risco a paz mundial num futuro mais próximo. É importante lembrar que os muçulmanos iranianos querem acabar com os infiéis, ou seja, nós. Ao invés de combatê-los como fez o governo Bush, Obama prefere unir-se a eles, na melhor estratégia “dormindo com o inimigo”. Vale ressaltar, também, que o partido democrata dos EUA tem fortes relações com Chávez, Ahmadinejad e mesmo Fidel. Não é novidade, também, que o objetivo dos grupos islâmicos como o Hamas a Al Qaeda e a Jihad Islâmica é o de varrer Israel do mapa, como já foi dito e confirmado inúmeras vezes por seus representantes É claro que, daqui do Brasil, jamais teremos acesso a estes tipos de informações através da nossa imprensa. Afinal, toda ela está comprometida até o pescoço com a estratégia revolucionária mundial, salvo raras e honrosas exceções. Num país onde as principais fontes de informação internacionais são o The New York Times e a CNN, simplesmente nos resta procurar informação na Internet, e esta rede é pouco utilizada no país para que obtenhamos informações isentas, ficando relegada apenas às votações do BBB, dentre outras porcarias. Parece que aos poucos, Obama está mostrando ao povo dos EUA e ao mundo qual é o objetivo de seu governo, qual seja o de destruir seu próprio país. Para isto, ele conta com seus aliados islâmicos e socialistas, estes espalhados na mídia, nas universidades e na indústria do entretenimento. Para a sorte do povo norte-americano, lá eles têm canais de televisão de rádio e alguns jornais que não seguem a cartilha comunista, ao contrário do que acontece no Brasil, o que possibilita que eles fiquem mais informados acerca do planejamento democrata para os EUA. É por estas e outras que a popularidade de Obama vem progressivamente diminuindo. O que poucos querem admitir, por conta de supostas retaliações, é que estamos no meio de uma guerra que envolve a sobrevivência de nossa civilização e de nossa cultura judaico-cristã. Não é uma guerra bélica como emprego de exército ou armas para obter-se a vitória. É uma batalha silenciosa, cultural, que vem sendo travada com enorme sucesso pelo mundo muçulmano, que ainda conta com toda a estrutura de desinformação e destruição cultural montada pelos comunistas. Em meio a este combate, está como último reduto da liberdade de expressão e da democracia, os EUA. Mas quando o seu presidente resolve jogar a toalha não temos mais o que esperar de ninguém? A quem devemos recorrer? A Europa, mais islamizada e socialista do que nunca? Não leitores, tudo o que nos resta é que o povo norte-americano acorde do transe hipnótico ao qual está submetido. Felizmente, lá existem jornalistas, artistas e intelectuais de verdade, que não se deixaram levar pela falácia democrata. A nós tupiniquins, resta-nos esperar e torcer para que o pior não aconteça.

criado por leniltonmorato    16:54 — Arquivado em: História, Política

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