24.5.09
Sob Controle
O controle estatal sobre nossas vidas é imenso, e ao mesmo tempo imperceptível para a grande maioria da população. Somos escravos de um governo proto-totalitário e sequer percebemos isto. Este domínio começa ainda nos tempos te Getúlio Vargas e somente se aperfeiçoou nos últimos tempos.
Alguns exemplos podem exemplificar o tamanho e o alcance do Big Brother. Vejam o caso da previdência brasileira. Não há escolha. O trabalhador é sumariamente obrigado a contribuir para o sistema previdenciário nacional. Ninguém pergunta se o funcionário quer ser agraciado com a previdência estatal ao invés da privada. O Estado simplesmente impõe isto ao pobre trabalhador e ao empresário, que financia a maior parte deste falido sistema.
Outro exemplo é observado nas nossas escolas. A imposição ideológica é tamanha que a educação dos filhos é tirada dos pais e passa a ficar com a escola. Os valores básicos que formaram nossa sociedade são agora deturpados e transformados por professores. Hoje, se os pais ensinam a seus filhos que o homossexualismo é algo anormal, estarão cometendo crime de preconceito. As crenças religiosas de nada valem neste tipo de opinião, segundo nosso grande irmão. Não interessa se a família é cristã e segue e a bíblia que ensina que o homossexualismo é errado. O que interessa é o que o Estado dita como sendo certo ou errado.
Outra situação é relativa à educação sexual. Desde quando sexo se aprende na escola? Só numa sociedade muito deturpada isto acontece, e é o caso de nosso país. Neste tipo de instrução, as crianças aprendem que a putaria generalizada pode ser feita sem qualquer problema, desde que se use camisinha. Desta maneira a erotização de nossos filhos e filhas é inevitável, com um arremate providencial das novelas das 8, 7, 6… O que os pais ensinam, que tem que se respeitar o corpo e fazer as coisas de maneira comedida, vira uma “caretice”, e a escola passa a ditar o comportamento sexual que ela julga como sendo o mais adequado, seguindo as diretrizes do governo naturalmente. Aí os casos de gravidez na adolescência aumentam, a pedofilia aumenta e as pessoas ficam se perguntando por quê! A escola tem que ensinar e educar, não deturpar valores morais arraigados a mais de 5000 anos em nossa civilização.
O controle, no entanto, não para por aí. Nossas vidas são constantemente vigiadas não por câmeras, mas por militantes famintos por acusar alguém de racismo ou preconceito. Se alguém chama um negro de negrão vai preso. E se um branco fosse chamado de brancão ou alemão? Não caberia a mesma pena ao “preconceituoso”? E a classificação etária? Não seriam os pais os responsáveis por escolher o que seus filhos assistirão ou deixarão de assistir?
De fato, muitas atitudes do governo que parecem ser preocupação com o povo é mera retórica. Outro exemplo é o uso do cinto de segurança. Porque ele deve ser obrigatório? Para salvar vidas? Não, para salvar os cofres do sistema de saúde, isto sim. Se um indivíduo sai sem o cinto de segurança o problema é dele. Ele tem informações suficientes para saber se deve ou não utilizar o cinto. Muito morrem por estarem sem o cinto, assim como alguns morrem por estarem usando-o. Porque o Estado impõe a sua utilização? E o livre-arbítrio, para onde foi? Se o cara não quer utilizar, o problema é dele. Nem Deus nos obriga a fazer as coisas abrindo mão da liberdade de escolha!
Na verdade, este controle é apenas uma ponta do Iceberg. Vivemos num Thruman’s Show coletivo. Achamos que estamos sendo protegidos, quando na verdade, somos dominados.


criado por leniltonmorato
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