5.5.09
Um bebê, duas mães
Duas mulheres querem ser mães de uma criança, nascida de uma delas. Este filme eu já vi, e aconteceu na Inglaterra. Lá, as duas se separaram e com quem ficou o ônus de arcar com a alimentação da criança? Com o pai! Pois é leitor, com o pai! O sujeito doou o esperma, nem sabia quem eram as duas criaturas e de uma hora para outra se tornou o pai de uma criança pela qual ele não esperava. Não seria surpresa se algo parecido ocorresse aqui nas terras de Pindorama. Afinal, o Brasil é o campeão na tão proclamada liberdade sexual. A nossa mídia, manipulativa como sempre, nada disse contra tal aberração, apenas aplaudiu a decisão do “casal”. Percebam como o leitor, ouvinte ou telespectador não é informado de qualquer opinião contrária a este caso, ao contrário. Ele é levado a crer que isto nada mais é do que um ato normal, corriqueiro, como se o casal de lésbica fosse um casal, uma família normal. Definitivamente não é este o caso.
Paralelamente a isto, temos que relembrar o caso da miss Califórnia, que foi ultrajada por apoiar o casamento entre homem e mulher! Ela foi vítima da imprensa esquerdista americana (MSNBC, CNN, The New York Times, ABC) que simplesmente a violentou psicologicamente pelo fato dela ter a opinião de que o casamento deve ocorrer entre um homem e uma mulher. O detalhe, vejam só, é que nenhuma, repito, nenhuma ativista do movimento feminista saiu em sua defesa! Dá para acreditar nisto? O movimento feminista não saiu em defesa de uma mulher que foi humilhada por ter uma opinião diferente do politicamente correto. Pior ainda foi assistir uma blogueira norte-americana do movimento feminista dizer no programa The O`Reilly Factor, da FoxNews, que a moça estava errada. A apresentadora, Laura, que substitui Bill naquela noite de 01 de maio passado ficou furiosa com este fato, algo que nenhuma outra emissora permitiria, principalmente se o fato ocorresse no Brasil.
O caso é que não se trata de preconceito, mas sim de liberdade de expressão e opinião. Se alguém não gosta dos gays ele está em seu mais sagrado direito. Se o indivíduo não cometer violência contra um homossexual, apenas não achar que sua opção sexual é correta, porque deve ser punido. É pura questão de opinião.
Os dois casos se confundem. De um lado, uma mulher é atacada por defender o casamento heterossexual. Do outro lado, todos acham a coisa mais normal duas mulheres terem uma criança e ainda quererem ser suas mães biológicas. Vejam a inversão da ordem natural das coisas aqui! Se continuarmos neste caminho, nada mais será julgado como anormal para nós. Tudo passa a ser normal, o errado passa a ser certo e a exceção passa a ser a regra. Não vai demorar muito para termos casamento entre o ser humano e qualquer outro tipo de coisa amado por ele, seja outro ser humano, uma vaca, um cachorro, uma lata de cerveja, enfim, toda a forma de loucuras. Isto me faz lembrar um episódio de “Os Simpsons”, onde Homer funda uma igreja que casa qualquer coisa com qualquer coisa!
Pior ainda é ter que aturar o argumento dos gayzistas, de que o homossexualismo acontece no reino animal. Ora, claro que ocorre! Quando há um desequilíbrio entre o número de machos e fêmeas, e um passa a ser muito mais numeroso que o outro, casos ocorrem, inclusive, com criaturas que literalmente mudam de sexo para poder perpetuar a espécie. Mas ambos os casos não são regra, de que os animais são homossexuais e ponto. Seguindo por este raciocínio, porque proibir o casamento entre um homem mais velho e uma criança, ou entre irmãos, ou entre pais e filhos, tios e sobrinhos, ou a poligamia? Afinal, os casos de relacionamento sexual citados nestes exemplos são. no mundo animal infinitamente mais recorrentes do que o relacionamento homossexual com uma ressalva: em todos eles, a exceção do relacionamento entre exemplares do mesmo sexo, pode-se ter a concepção, por razões óbvias claro.
Perceba que o que eu fiz foi utilizar o mesmo argumento dos gayzistas para validar outras condutas que são condenadas pela sociedade, como a pedofilia. Esta, inclusive, foi muito recorrente na antiguidade, tal qual o homossexualismo. Porque uma tem que ter total aceitação a ponto de sequer poder ser criticada e a outra continua sendo encarada como um ato hediondo, criminoso? Intrigante não? Não vai demorar muito para que sejamos contemplados com toda a forma de relacionamento que se possa imaginar. Estamos apenas afrontando a natureza, a ordem como as coisas devem seguir. É um caminho perigoso o que estamos tomando; mais perigoso ainda é a total anestesia cerebral a qual somos submetidos.
Antes, o homossexualismo era visto como algo fora do normal, hoje é visto como normal. Só espero que não se torne obrigatório.


criado por leniltonmorato
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