Cruzado de Direita

Espaço destinado a fazer um contraponto às questões políticas, culturais e científicas postos pela imprensa brasileira

31.3.09

31 DE MARÇO DE 1964

 

 

Há quarenta e cinco anos atrás, ocorria no Brasil o início de um período de sua história que seria conhecido como “ditadura” ou “golpe militar”. No dia 31 de março de 1964, forças militares assumiram o controle da nação. Ao contrário do que estamos acostumados a ler e ouvir sobre aquele período, que se estendeu até o ano de 1985, não ocorreu um golpe militar, nem tampouco uma ditadura. A razão dos militares terem tomado o controle do país foi a manutenção do regime democrático, seriamente ameaçado no Brasil. Analisar este fato isolando-o do contexto histórico mundial além de ser uma manipulação proposital da história é a prova mais cabal da qualidade de nossos historiadores e jornalistas.

Para entendermos o porquê deste movimento, temos que analisar o que ocorria com o mundo naquele período e suas implicações em terras verde-amarelas. Vivíamos a chamada guerra fria, um período onde duas correntes antagônicas buscavam o domínio do globo: De um lado, o capitalismo, capitaneado pelos EUA. Do outro, o comunismo, liderado pela URSS. Para que nosso país não caísse nas mãos dos comunistas, cujo regime MATOU 100 MILHÕES DE PESSOAS nos diversos países em que este se sagrou vitorioso, a participação das Forças Armadas foi fundamental. Como estratégia mundial, a internacional comunista tinha no Brasil um país alvo, cuja importância era relevante para a conquista da América Latina. Foi por este motivo que ainda nas décadas de 1920 – 1930, os bolcheviques infiltraram seus agentes dentro de diversos setores da sociedade, especialmente na política, com a criação do PCB, Partido Comunista Brasileiro, e do financiamento do mesmo. Além disto, o recrutamento de simpatizantes da causa fez com que o discurso sedutor de uma sociedade igualitária fosse seduzindo cada vez mais a classe dita intelectual brasileira, especialmente a universitária. É neste período que a agente Russa, conhecida no Brasil conhecida como Olga Benário, foi designada para proteger Prestes, e colocar em ação o plano para a tomada do poder pelos comunistas no Brasil. Evidentemente, ao longo de todo o período 64-85, eles não foram os únicos a tentarem impor ao país um regime vermelho. Leonel Brizola e José Dirceu que o digam! Treinados em Cuba, também tinham e tem o objetivo permanente de fazer o comunismo uma realidade para “acabar com as injustiças do sistema capitalista”.

Para tentar impor ao país o regime comunista, seus militantes agem basicamente de três maneiras, inspirados pelas três experiências mais relevantes. São elas, a URRS, a China e Cuba. Conseqüentemente, a maneira com a qual as diversas tendências atuam é diferenciada. Na primeira, o exemplo russo, o objetivo é introduzir no seio da classe trabalhadora, incluindo as Forças Armadas, a insatisfação com os patrões e a organização dos trabalhadores em sindicatos com o objetivo de desestabilizar o sistema produtivo e conseqüentemente a organização das massas, incutindo em suas cabeças que o poder deve ser passado para o proletariado, através de uma ditadura popular, onde não haveriam patrões e nem empregados. No âmbito militar, a idéia era acabar com a hierarquia e a disciplina, fazendo com que soldados, cabos e sargentos se rebelassem contra os oficiais das patentes mais altas. Neste caso o objetivo era assumir o controle dos aquartelamentos e a quebra da espinha dorsal das Forças Armadas, fazendo com que estas não pudessem ser mobilizadas contra os militantes. No exemplo chinês, a idéia é o recrutamento e a formação de um exército popular de libertação, principalmente através dos agricultores, tal qual foi a Revolução Chinesa. Com a instabilidade no meio rural, a produção de alimentos seria prejudicada e a segurança nacional comprometida. Através da luta armada, então, os militantes tomariam o poder, e imporiam a sua ditadura popular. No exemplo cubano, a tomada do poder ocorreria através de ações de terrorismo, coordenadas a partir de zonas ermas do território nacional. Da mesma maneira que as demais, a utilização de pessoal recrutado com as maravilhosas promessas da igualdade para todos, a desestabilização do país serviria de plano de fundo para a ascensão ao poder dos comunistas, com a promessa de resolver todos os problemas nacionais.

Além destas ações, o recrutamento de artistas e intelectuais para a causa legitimaria o governo, fazendo com que nosso país caísse nas mãos daqueles que assassinaram dezenas de milhões de pessoas ao redor do globo. Era evidente que a sociedade brasileira estava desconfiada de que sua segurança estava prejudicada. Afinal, ataques a bomba e invasões de terras ocorriam sistematicamente, além de casos como a Intentona Comunista, que espalhou o terror e o medo na população através de ações de seqüestros, estupros e assaltos contra pessoas e estabelecimentos comerciais. Era neste tipo de coisas que nossos “estudantes” estavam preocupados em fazer, e não em lutar contra a “cruel ditadura”.

Era esta, muito resumidamente, a conjuntura internacional e nacional que vivíamos. Estávamos sim em plena luta contra a comunização do Brasil. Isto era algo que a esmagadora maioria da população não queria.

Foi durante o governo do fraco João Goulart que os ânimos começaram a se acirrar. Com suas reformas de bases, que atingiriam a agricultura, a educação a indústria e a propriedade, ficava claro que este presidente estava começando a preparar o caminho para o pior. Sua visita à China deixou ainda maiores suspeitas sobre suas reais intenções para com o país. Seu cunhado, Leonel Brizola, já estava organizando os seus “homens”, em pequenos grupos, para tentar desestabilizar a segurança nacional. Com diversas manobras políticas parecia que estávamos mesmo caminhando para o inevitável. Os atentados a bomba, a crise no setor de produção, greves em massa, seqüestros etc., levaram a sociedade brasileira a seu limite, fazendo com que ela se voltasse para o Exército Brasileiro com o objetivo de evitar que suas bases fossem destruídas. Pressionado pela população e pela imprensa, os militares não tiveram outra escolha que não a intervenção na política nacional, salvando o país de uma verdadeira ditadura. O objetivo era a devolução do poder às mãos dos civis, mas tal fato não se concretizou, porque os derrotados da revolução sem sangue continuaram nas suas ações terroristas iniciadas com o atentado a bomba no aeroporto de Guararapes, em 1966. Foi este o início da luta armada no governo militar, o que obrigou a edição do famigerado AI-5.  Este nada mais foi do que uma reação contra a violência crescente e possibilitou ao exército a vitória sobre os terroristas da esquerda.

Infelizmente, esqueceram de combater na guerra cultural. O resultado é que, além de serem difamados por todos os setores formadores de opinião, vítimas e colaboradores de uma das maiores falsificações da história que se tem notícia no mundo, a revolução passa como ditadura, e aqueles que mataram, estupraram, seqüestraram e roubaram, passem de terroristas a pobres estudantes defendendo a liberdade.

Mas a culpa disto é exclusivamente dos próprios militares que se calaram sobre o ocorrido e deixaram que Figueiredo e Geisel assumissem a presidência do país. Mas isto já é outra história…

 

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22.3.09

MAIS DO QUE A CRISE ECONÔMICA

Nos últimos cem anos, o mundo vem passando por mudanças drásticas de comportamentos e de conceitos que antes estavam firmemente arraigados na nossa sociedade. Esta mudança começou muito tempo antes, no século XVIII, quando a revolução francesa destruiu a sociedade daquele país e transformou a maior potência européia da época em um país de segundo plano. A revolução é a fonte primeira que alimenta os ideais comunistas, feministas, ambientalistas, etc. É ela que trouxe para os dias de hoje a noção de destruição da civilização que foi usada na Rússia, China, Camboja, Coréia do Norte, Vietnã, Cuba, dentre outros países, e que levou a morte de mais de 100 milhões de pessoas. Hoje em dia, sua penetração é muito mais complexa, pois está arraigada nos pilares de nossos valores, e vem destruindo sistematicamente tudo aquilo que nossos antepassados conquistaram, ao custo de muito sangue e suor.
Hoje, estamos no meio de um processo avançado de degeneração de nossos valores sociais. De todos eles, o mais atacado e possivelmente o mais importante é a família. Com a destruição do valor família, o movimento revolucionário tem conquistado expressivas vitórias e trazendo para o século XXI um novo tipo de civilização. A destruição do valor família é bastante visível e é resultado de um estudo profundo e complexo elaborado pelos estrategistas da revolução. Mas quem seriam estes estrategistas e qual é o seu objetivo: nada mais nada menos que os socialistas, e seu objetivo é a construção de um governo mundial. A ONU está aí para dizer que não estou assim tão enganado.
Para destruir uma sociedade é preciso desestabilizar seu centro gravitacional. No caso de nossa civilização ocidental, o centro é a família, nascida ainda na antiguidade. Para destruir este ponto de equilíbrio, é preciso uma estratégia que pareça inofensiva e que tenha apelo social. É neste ponto que começamos a explorar a estratégia revolucionária da esquerda.
O primeiro passo é lutar pelos direitos das minorias e fazer com que a exceção torne-se a regra. Para isto, a manipulação de mentes frescas e corações puros são essenciais. É quando entra em ação temas como o gayzismo, o feminismo e os direitos humanos, só para citarmos três. Através de palavras de ordem e de falsas estatísticas, os recrutadores a serviço do novo sistema que está em gestação promovem debates acirrados para transformar o que antes era exceção, em regra. É quando começamos a achar normal que homossexuais adotem crianças e que tal comportamento é perfeitamente normal. Argumentos não faltam, como por exemplo, o do que no mundo animal o homossexualismo é algo normal, quando na verdade somente ocorre quando há escassez de determinado sexo na população de animais. Outra maneira é tratar como preconceituosos todos aqueles que pensam que o homossexualismo é algo anormal. O argumento, novamente, é de que tal situação não é uma doença, mas uma predisposição genética por exemplo. Neste caso, se o homossexualismo é determinado por nossos genes e não é uma doença, podemos tirar do rol das enfermidades a Síndrome de Down, por exemplo, que tem comprovadamente, raízes puramente genéticas. É claro que não tenho qualquer preconceito com portadores de tal enfermidade, mas não posso afirmar que as pessoas que a possuem são a regra da população de seres humanos, quando na verdade, são exceções. É o que ocorre com o homossexualismo. Não tenho qualquer preconceito, mas não posso considerá-los como exemplares perfeitamente normais da espécie humana, quando não o são. Certamente, serei crucificado por esta opinião, embora estejamos vivendo pretensamente em um regime de liberdade de expressão.
Com o feminismo, ocorre algo bastante semelhante. Sob a idéia de que o sexo feminino não é frágil e que precisam de direitos iguais, as militantes cometem um duplo erro. É sabido que o sexo feminino não pode ser equiparado ao masculino, especialmente em tarefas que exijam força física. Não quer dizer que as mulheres não sejam capas de executar as mesmas tarefas que os homens, mas somente que para algumas destas tarefas elas não estão tão bem preparadas para executar quanto o sexo masculino, e vice-versa. Por trás deste movimento revolucionário está um projeto muito maior, como já vimos. Ao seguirem os mandamentos feministas, as mulheres deixam de se preocupar com a sua responsabilidade no seio familiar, qual seja, a de ser o ponto de equilíbrio. As mães solteiras proliferam-se aos milhares com tanto orgulho que chega a ofuscar o mal que elas estão fazendo a seus filhos e por conseqüência a toda a nossa sociedade. Famílias desestruturadas, sem a figura do pai, tendem a ser cada vez mais a regra, fazendo com que as crianças deixem de ter uma orientação adequada para o desenvolvimento de suas vidas. Padrastos e madrastas não têm o mesmo comprometimento com seus enteados do que os pais verdadeiros das crianças. Desta maneira, não é surpresa que os casos de violência contra as crianças tenham crescido de maneira drástica nos últimos anos. A falta de famílias coesas e equilibradas abre espaço para a geração de jovens insatisfeitos e sem compromisso, o que os torna presas fáceis para os recrutadores das esquerdas. O pior de tudo é que as mulheres feministas se acham libertas das amarras de uma sociedade machistas e na conseguem perceber que estão sendo utilizadas como massa de manobra em algo muito pior. Na verdade, elas, assim como os gayzistas estão construindo o muro de sua própria prisão, sem a mínima desconfiança disto.
Com os ativistas dos Direitos Humanos, ocorre algo bastante semelhante. Com seus gritos por tratamentos dignos para toda a espécie de ser humano, eles acabam incutindo na sociedade uma perigosa relação de inversão de valores. O ponto alto da estratégia é colocar o criminoso em condição de igualdade para com a vítima, o que acaba ocasionando um lógico desequilíbrio dentro de toda a comunidade de determinado país, ou mesmo do mundo inteiro. A situação chega a tal ponto que é assegurado uma quantidade tamanha de direitos aos bandidos que estes ficam praticamente imunes ao cumprimento de suas penas pelos crimes cometidos. Em contrapartida, as suas vítimas apenas assistem atônitos aos seus algozes gozarem de cada vez mais e mais direitos. É a síndrome do coitadismo. Se alguém comete um crime, especialmente se o agente provém das camadas mais pobres, imediatamente é utilizado o artifício do problema social. Não é o criminoso que é responsável pelos atos por vezes hediondos que ele comete, mas a cruel sociedade em que vive. E a culpa recai sobre os ombros de quem? Da própria sociedade, que precisa ser destruída e reconstruída. E adivinhem quem tem a solução?
Além de criminosos coitadinhos, os ativistas dos Direitos Humanos acabam por entrar em uma seara que vai ao encontro de toda a estratégia revolucionária, que é a condução da educação de nossos filhos. Sob argumentos de uma psicologia altamente suspeita, eles retiram a autoridade dos pais em educar suas crianças, fazendo com que eles percam as ferramentas que dispõem para educar seus descendentes. Sem sombra de dúvida, é uma estratégia brilhante! Ao mesmo tempo em que retira a autoridade dos pais, também retira a de professores e instrutores, fazendo com que nossas escolas deixassem de ser locais para o aprendizado para serem locais onde se passa de série de qualquer maneira. Isto causa efeitos diretos em nossas futuras gerações, colocando em colapso os fundamentos de toda a nossa sociedade.
Justiça está muito distante de tratar todos de maneira igual. Justiça consiste em tratar os desiguais com desigualdade, na proporção em que estes se desigualam. Nem mais nem menos.
Juntando estes três exemplos, vemos como eles conseguem destruir a instituição familiar e, por extensão, toda a nossa comunidade. Além da família, a esquerda, utilizando os mesmos argumentos, busca e consegue com um sucesso estrondoso a destruição de outro pilar básico de nossa civilização, qual seja, a religião. Com as mesmas palavras de ordens, tais grupos vão muito além do ataque à igreja. Eles se infiltraram no seio do clero, fazendo com que este se torne mais um aliado dentro de sua estratégia mundial. Como se vê, a crise econômica é. De longe, o menor de nossos problemas.

criado por leniltonmorato    18:31 — Arquivado em: História, Política

QUESTÃO DE CONHECIMENTO

O caso do aborto feito na menina de 9 anos causou grande alarde nacional, e não podia ser diferente. O fato de uma criança em tão tenra idade ter ficado grávida por si só já seria inquietante. As circunstâncias desta gravidez, no entanto, tornam o seu caso ainda mais terrível, o que causa a indignação geral da sociedade, o que é perfeitamente justo e esperado.
Acontece que a Igreja católica, decidiu que a mãe desta criança e os envolvidos na operação de aborto deveriam ser excomungados da religião, e isto causou um verdadeiro choque na opinião pública nacional e nos intelectuais de plantão, dizendo que foi um ato de prepotência da Igreja Católica. Tal afirmação demonstra somente a total ignorância destas pessoas que, sem o mínimo conhecimento de causa, acham-se experts em tudo o que é tipo de assunto. A excomunhão proclamada pelo Arcebispo nada tem de autoritário ou coisa do tipo. Ele simplesmente aplicou o que prescreve o Direito Canônico.
Do pouco conhecimento que tenho sobre tal área, tenho a dizer que a decisão foi acertada. O religioso não excomungou ninguém, não julgou ninguém, apenas fez um comunicado. O Direito Canônico é claro: em caso de aborto a excomunhão é imediata e sumária. Não sou eu quem diz, não é o padre, o bispo ou o papa. É o que prescreve o Direito Canônico.
Pela falta de conhecimento geral dos palpiteiros de plantão é que somos obrigados a ver num programa, como o vermelho Saia Justa, uma ignorante como a Beth Lago, dizer que foi prepotência do religioso, a excomunhão. Seria muito mais proveitoso para o programa não questionar a excomunhão dos envolvidos no aborto, mas a não-excomunhão do pai que estuprou a filha. Esta sim é uma questão que deveria ser vista pelos debatedores e não o questionamento de algo que já está arraigado no direito religioso. Vale lembrar que, no caso de aborto, a excomunhão é automática, mesmo sem o conhecimento do réu, ou seja, o fiel será excomungado e estará excomungado, mesmo que ele sequer saiba disto.
É evidente que o ato do estupro é abominável, assim como o ato do aborto também. A retirada da vida de inocentes deve sempre ser vista como o pior dos crimes, quer seja um caso de aborto ou homicídio. O crime neste caso é contra a vida. Já o estupro, por pior que seja, é menos grave do que o homicídio, disto não há dúvida. Não quer dizer, absolutamente que tal crime não seja hediondo.
Para evitar que a excomunhão seja aplicada a um abortista ou responsável por ele, a solução é simples, realmente muito simples: basta que se mude para uma religião com leis diferentes.
Muitos são os argumentos daqueles que defendem o aborto. Poucos são aqueles que informam, por exemplo, casos em que meninas de 9, 8 anos deram a luz a filhos saudáveis, que foram depois enviados para o serviço de assistência social de seus países, como pode ser visto em WWW.heitordepaola.com. O que acontece é que os abortistas estão no mesmo barco dos gayzistas, feministas, indigenistas e tantos outros “istas” que querem a desestabilização de nossa sociedade. Mas isto é assunto para outro post.

criado por leniltonmorato    18:07 — Arquivado em: Sem categoria

A MENSAGEM DE OBAMA

 A mensagem do presidente dos EUA, Barack Hussein Obama ao mundo islâmico na semana passada pode ser entendida como uma perigosa tentativa daquele líder em aliar-se ao mundo islâmico. Segundo o discurso, sua política diplomática seria totalmente diversa da de George W Bush, pois este tratava o Irã como um país hostil. Segundo Obama, os EUA e o Irã devem buscar o diálogo para que possam semear a tolerância no mundo e apaziguar as contendas entre o islã e Israel por exemplo. Para alguém desavisado, este pode ser um sinal claro de que o presidente norte-americano está procurando apenas resolver a questão islâmica de forma pacífica e civilizada. Entretanto, para quem está um pouco mais informado esta situação é, se não alarmante no mínimo, inquietante. Vale ressaltar que Obama é muçulmano, o que por si só já bastaria para justificar a sua benevolência para com islã. Na verdade, a mensagem que fica é de que os EUA não têm capacidade para lidar com o Irã de maneira pacífica. Pudera! O governo de Mahmoud Ahmadinejad vem desenvolvendo com apoio russo, tecnologia bélica nuclear, o que certamente colocará em risco a paz mundial num futuro mais próximo. É importante lembrar que os muçulmanos iranianos querem acabar com os infiéis, ou seja, nós. Ao invés de combatê-los como fez o governo Bush, Obama prefere unir-se a eles, na melhor estratégia “dormindo com o inimigo”. Vale ressaltar, também, que o partido democrata dos EUA tem fortes relações com Chávez, Ahmadinejad e mesmo Fidel. Não é novidade, também, que o objetivo dos grupos islâmicos como o Hamas a Al Qaeda e a Jihad Islâmica é o de varrer Israel do mapa, como já foi dito e confirmado inúmeras vezes por seus representantes É claro que, daqui do Brasil, jamais teremos acesso a estes tipos de informações através da nossa imprensa. Afinal, toda ela está comprometida até o pescoço com a estratégia revolucionária mundial, salvo raras e honrosas exceções. Num país onde as principais fontes de informação internacionais são o The New York Times e a CNN, simplesmente nos resta procurar informação na Internet, e esta rede é pouco utilizada no país para que obtenhamos informações isentas, ficando relegada apenas às votações do BBB, dentre outras porcarias. Parece que aos poucos, Obama está mostrando ao povo dos EUA e ao mundo qual é o objetivo de seu governo, qual seja o de destruir seu próprio país. Para isto, ele conta com seus aliados islâmicos e socialistas, estes espalhados na mídia, nas universidades e na indústria do entretenimento. Para a sorte do povo norte-americano, lá eles têm canais de televisão de rádio e alguns jornais que não seguem a cartilha comunista, ao contrário do que acontece no Brasil, o que possibilita que eles fiquem mais informados acerca do planejamento democrata para os EUA. É por estas e outras que a popularidade de Obama vem progressivamente diminuindo. O que poucos querem admitir, por conta de supostas retaliações, é que estamos no meio de uma guerra que envolve a sobrevivência de nossa civilização e de nossa cultura judaico-cristã. Não é uma guerra bélica como emprego de exército ou armas para obter-se a vitória. É uma batalha silenciosa, cultural, que vem sendo travada com enorme sucesso pelo mundo muçulmano, que ainda conta com toda a estrutura de desinformação e destruição cultural montada pelos comunistas. Em meio a este combate, está como último reduto da liberdade de expressão e da democracia, os EUA. Mas quando o seu presidente resolve jogar a toalha não temos mais o que esperar de ninguém? A quem devemos recorrer? A Europa, mais islamizada e socialista do que nunca? Não leitores, tudo o que nos resta é que o povo norte-americano acorde do transe hipnótico ao qual está submetido. Felizmente, lá existem jornalistas, artistas e intelectuais de verdade, que não se deixaram levar pela falácia democrata. A nós tupiniquins, resta-nos esperar e torcer para que o pior não aconteça.

criado por leniltonmorato    16:54 — Arquivado em: História, Política

21.3.09

A decisão do STF

Com a decisão do STF de optar pela continuidade da reserva indígena Raposa/Serra do Sol, um perigoso procedente abriu-se na jurisprudência tupiniquim. A partir desta decisão, muitas outras áreas e reservas indígenas poderão ser demarcadas como contínuas, o que certamente colocará, num futuro não muito distante, outras áreas de fronteiras em situação idênticaeserva em Roraima. Para um leigo no assunto, pode parecer apenas que o governo brasileiro estaria reparando o famigerado erro histórico para com os povos indígenas. Entretanto, para as poucas pessoas que realmente conhecem a realidade indígena brasileira, as coisas parecem que não são bem assim.
Os ditos antropólogos que fizeram o tal levantamento sobre a ocupação indígena da área da reserva na fronteira com a Venezuela, parecem ter a mesma credibilidade de uma explicação da nova ortografia da língua portuguesa pelo presidente Lula. Dizer que os mais de 1 milhão de hectares são essenciais para a cultura indígena é de uma ignorância tamanha que somente consegue atingir os cérebros lavados de nossos universitários, intelectuais e jornalistas, que nada mais fazem além de fazer parte do grande processo de desinformação que rege nosso país, tão bem sucedido que hoje poucos ousam questionar seus argumentos débeis.
A primeira coisa que deve ser dita, e certamente serei crucificado por isto, é que o indígena é um povo preguiçoso. Qualquer antropólogo que resolva sair dos muros universitários e do conforto da sociedade para verificar in loco a realidade de como vivem os povos indígenas poderá confirmar isto. Cada maloca ocupa e utiliza, em números extremamente exagerados, uma porção extremamente pequena de terras para  obter seu sustento, que se resume à plantação de mandioca, à caça, e à apanha de alimentos na mata ao redor da tribo. Um fato bastante relevante, e que certamente é negado ao povo brasileiro, é que a imensa maioria da reserva Raposa/Serra do Sol localiza-se em uma região onde predomina a vegetação do tipo cerrado, caracterizada pela escassez de recursos naturais alimentícios. Como os indígenas não criam gado e tampouco plantam outra coisa que não a mandioca, ou o milho às vezes, é falso o argumento de que eles necessitam de tamanha quantidade de terras ermas para sobreviver. Claro que dos gabinetes de Brasília e das bibliotecas das universidades não se pode obter estas informações. Tem que se pisar no solo de Roraima para observar a realidade das coisas.
Mas então qual seria o argumento que fundamenta a demarcação te tamanha quantidade de terras como reserva indígena em área contínua?
Primeiramente, é importante sabermos que o Brasil é signatário da declaração dos direitos dos povos indígenas, redigida pela ONU, que garante os afamados direitos à população nativa. Segundo, a área compreendida pela reserva possui grandes reservas minerais, principalmente ouro e nióbio. Terceiro, a orientação ideológica de nosso governo, francamente comprometido com o socialismo, conforme pode ser comprovado através das atas do Foro de São Paulo, e dos documentos encontrados nos computadores de Reyes, o número dois das FARCs, onde fica mais do que provado a conexão PT – FARC – Chávez – Fidel. Finalmente, podemos considerar o total amordaçamento das Forças Armadas e daqueles poucos que procuram abrir os olhos do brasileiro acerca do que está realmente em curso no nosso país.
A decisão do STF está indicando o início da fragmentação territorial brasileira. Começou com Roraima, mas dentro em breve estará espalhada pelo resto do nosso território, pois além dos índios, querem nos empurrar goela abaixo o direito de terras dos quilombolas. É a criação de direitos especiais para as minorias, exatamente o contrário do que prescreve a nossa lei maior, segundo a qual, “todos são iguais perante a lei”.
É evidente que por trás disto temos também a manipuladora influência das Nações Unidas, que cada vez mais acena como a construtora de um perigoso governo mundial ao qual nós brasileiros já estamos submetidos.
Enquanto os estudantes, os intelectuais os antropólogos, e a esquerda em geral, festejam o resultado da votação no STF, aqueles que conhecem a realidade de como vivem os povos indígenas só tem a temer. A integridade nacional corre sério risco, e parece que ninguém fala sobre isto, nem mesmo aqueles que juraram dedicar-se inteiramente ao serviço da pátria, cuja honra integridade e instituições, defenderão com o sacrifício da própria vida.

PS: Os chamados arrozeiros ocupavam menos de 10% da área das terras indígenas da Raposa/Serra do Sol

criado por leniltonmorato    12:14 — Arquivado em: História, Política

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