Cruzado de Direita

Espaço destinado a fazer um contraponto às questões políticas, culturais e científicas postos pela imprensa brasileira

31.10.08

O futuro da liberdade

Muitos estão atentos ao processo eleitoral norte-americano. Afinal, trata-se da maior potência do mundo, com um PIB equivalente pouco menos do que às somas de Japão, China, Reino Unido, Alemanha e França. É compreensível, portanto, o interesse mundial naquela nação, cujo futuro eleitoral poderá determinar o próprio futuro do planeta. É evidente que em algumas partes do mundo e nos bancos universitários brasileiros das faculdades de ciências humanas, os rebeldes sem causa estão indignados com a atenção mundial dada a tal processo do “império americano”. Suas jovens mentes juvenis já foram fritas por professores e jornalistas altamente qualificados em distorcer a verdade e sonegar informações preciosas sobre o que realmente está em jogo neste momento e sobre a verdadeira intenção dos candidatos. É por isto que toda a nossa imprensa e todo o nosso meio universitário apóia de maneira ostensiva o candidato Obama, representante da esquerda norte-americana.

O que a imprensa nos nega é que está em jogo nesta eleição não é somente a sucessão dos EUA. O que está em jogo é a própria sobrevivência da civilização ocidental. Os valores da cultura norte-americana poderão ser pulverizados com a eleição deste elemento em detrimento de McCain. Infelizmente, ninguém no Brasil e muito poucos nos Estados Unidos revela as verdadeiras intenções do Democrata. Para início de conversa, poderíamos citar a sua naturalidade, que até a presente data não foi comprovada, ou seja, Obama, ao que tudo indica, não é Norte-americano nato, o que o impede de concorrer à sucessão presidencial. Não se fala em nenhuma parte do país, e mesmo nos EUA, das conexões mais do que comprovadas de Obama com o ditador queniano Odinga, responsável pela matança de mais de 2 mil pessoas naquele país. Não se comenta o fato deste candidato ter conexões mais do que obscuras com o mundo islâmico e com tradicionais inimigos dos EUA, como Hugo Chávez e Ahmadinejad. Ninguém comente o fato deste elemento ser, na verdade, um reformador de toda a sociedade, apoiando questões como o aborto, o casamento homossexual, e o controle estatal sobre praticamente toda a vida individual dos cidadãos, contrariando de maneira irrefutável os alicerces que transformaram os EUA na nação que hoje é a potência mundial.

Como podem, então, os próprios republicanos nada falarem a respeito de suas ligações nada inocentes? É aí que a engenhosidade da esquerda. Obama é negro, ou seja, qualquer acusação contra ele é automática e brilhantemente transformada em uma atitude racista. Não interessa que este homem tenha como plano principal abrir os portões do ocidente a uma invasão muçulmana sem precedentes desde o século V d.C. Caso ele vença, não tardará muito e o povo americano estará vestindo burkas e roupas árabes. O objetivo final dos democratas nada mais é do que a destruição dos pilares mais básicos da sociedade americana e ocidental. Ele representa o fim da liberdade individual, o fim do livre mercado, da livre imprensa, e a consumação de tudo aquilo que a sociedade ocidental sempre refutou como o aborto e o homossexualismo. Mas não podemos acusá-lo de nada, afinal, ele é negro, e possui uma imunidade por isto.

Torcer por Obama é torcer pelo fim de nossa civilização. É torcer contra tudo aquilo que os nossos antepassados lutaram para nos deixar como legado. É torcer contra os valores judaico-cristãos que moldaram nossa sociedade. É querer o fim do bem mais precioso que possuímos: a liberdade. Infelizmente, até mesmo a FoxNews deixa de informar aos eleitores quem é Obama realmente, limitando-se a questões puramente econômicas, esquecendo de sua ideologia. Em terras brasileiras, a situação ainda é pior: o apoio ao democrata chega a ser nojento. A imprensa dá como certa a vitória dele no pleito eleitoral, assim como dava como certa a vitória de Al Gore. Obama não pode ser eleito porque é negro. Ele não pode ser eleito porque é o exemplo mais sombrio do mais puro antiamericano. 

www.heitordepaola.com

www.obamacrimes.com

www.midiasemmascara.org

www.olavodecarvalho.org/semana/081030jb.html

www.olavodecarvalho.org/semana/081029dce.html

criado por leniltonmorato    10:57 — Arquivado em: Sem categoria

30.10.08

Coitadinho do sequestrador…

O caso do seqüestro ocorrido em São Paulo poderia passar para as estatísticas como sendo apenas mais um dentre tantos outros que ocorrem naquele estado e porque não dizer, no país inteiro. No entanto, o caso ganhou notoriedade quando a televisão passou a noticiar quase que como uma novela o caso. Adiciona-se o fato do seqüestrador ser ex-namorado da vítima e o próprio ser um jovem sem antecedentes criminais, com ficha limpa, que foi inclusive perdoado pela mãe de Eloá. Começa aí a discrepância que nos diferencia dos países mais desenvolvidos. Aqui, qualquer bandido, seja ele homicida, estuprador ou seqüestrador como é o caso, passa a ter a imunidade por parte da imprensa, dos intelectuais e dos psicólogos de plantão. O meliante deixa de ser um criminoso e passa a ser uma vítima da cruel sociedade, ao melhor estilo Gramsci.

Foi esta atitude que fez com que o comandante da operação ficasse relutante em agir como deveria, ou seja, matar o seqüestrador. Em qualquer país decente, esta teria sido a ação policial: invasão do cativeiro, eliminação do seqüestrador ou a colocação de um atirador de elite para acabar com o sofrimento das vítimas. Infelizmente, nossa imprensa e nossas universidades ensinam que estas seriam atitudes demasiadamente enérgicas contra um criminoso de primeiro grau e de ficha limpa. Este pensamento choca-se de maneira extremamente violenta com o pensamento da sociedade brasileira como um todo. Qualquer pesquisa que fosse feita sobre este assunto com a nossa população nocautearia os entusiastas da imprensa e das universidades, tal qual foi com o caso do desarmamento. A sociedade brasileira certamente aprovaria qualquer ação policial que viesse a eliminar o seqüestrador. Claro que para isto seria necessário que tivéssemos policiais bem treinados e equipados.

Infelizmente, não foi este o caso. Eloá foi morta, a mãe perdoou e mais uma vítima inocente entrou para os frios números das estatísticas. Como explicar esta situação? Ora, simples. Em nosso sangue corre o sangue podre dos latinos. O sangue romano, que ergueu o império mais poderoso da história foi junto com a queda de Roma. A nós restou o legado do “coitadismo”, do conformismo. Muitos “casos Eloás” ocorrerão e caso a polícia aja como deve será duramente criticada, como foi no caso do Carandirú e de Parauapébas, no Pará. Nestas duas ocasiões a polícia agiu como qualquer outra força policial decente do mundo reagiria. Claro que foi criticada pela imprensa vermelha, como toda a nossa nacional, e de veículos esquerdistas como o The New York Times, CNN e BBC.

São estes fatos, esta falsa opinião pública que é veiculada pela nossa imprensa que faz com que cada vez mais nosso país caminhe em direção a um abismo sem fundo. A opinião dos acadêmicos e jornalistas nunca reflete a opinião da sociedade brasileira. Reflete, sim, a perfeita aplicação dos ensinamentos de Antonio Gramsci, que acaba destruindo os valores de toda uma sociedade. Pior do que isto seja, talvez, ouvir um imbecil como o Marcelo D2 cantando em sua última música que “aqui não tem pena de morte”, referindo-se justamente a ações policiais mais enérgicas. Se não há pena de morte, que crime cometeu Eloá para pagar com sua vida?

criado por leniltonmorato    21:37 — Arquivado em: Sem categoria

22.10.08

Saco de Idiotices 2

Cada vez que um comentarista de economia da imprensa fala sobre a crise o que mais me impressiona é a total falta de conhecimento deste profissional, seja ele uma global como Miriam Leitão ou um Joelmir Beting. Que Miriam é comuna isto é inegável. Agora, esquecer dos fundamentos mais básicos da economia aí já é idiotice.

Estes articulistas, e tantos outros, tratam de por a culpa no sistema liberal pela crise que estamos vivendo hoje. é evidente que sob um olhar superficial o leigo acredite imediatamente nesta asneira, pois não possui o conhecimento necessário para julgar a situação real, conhecimento este que é sistematicamente negado aos nossos pobres estudantes.Faz parte da doutrina culpar o liberalismo de Adam Smith pela crise, pois desta forma estaria cumprido o que Marx, um charlatão de primeira grandeza, "profetizou" na sua obra comunista, que foi o fim do capitalismo por ele próprio. Sobre este ponto algumas considerações:

Os EUA apresentaram os maiores índices de crescimento econômico quando praticavam o efetivo liberalismo econômico, onde o Estado não se metia na economia. A lei da oferta e da procura garantia que os mais capacitados pudessem ser os que mais auferiam lucros, ao mesmo tempo que possibilitava ao governo central investir o dinheiro dos impostos recolhidos do contribuinte em ações que beneficiavam o coletivo. Com o governo Clinton, os democratas começaram a plantar as sementes da atual crise, aumentando a intervensão estatal e distribuindo dinheiro  para pessoas que não tinham a mínima condição de honrar seus pagamentos. Foi este o início da crise que hoje os mesmos democratas querem jogar nos ombros do governo Bush.

Entretanto, Jorge W Bush não é assim tão inocente. Ao propor um pacote de ajuda financeira aos bancos, o qual foi aprovado graças aos votos dos democratas, ele está novamente intervindo no mercado, o que além de prolongar a crise criará futuras bolhas que irão estourar mais cedo ou mais tarde.

É claro que este tipo de explicação jamais será encontrada no Estadão, na Folha de São Paulo, na Zero Hora ou no Globo. Como já dito por aqui, estes veículos de (des)informação só têm a preocupação de transformar o cérebro dos leitores em uma grande omelete, que é degustada com prazer pela esquerda nacional

criado por leniltonmorato    9:25 — Arquivado em: Sem categoria

14.10.08

Saco de Idiotices 1

Existem coisas que precisamos fazer para que possamos manter nossa mente informada o bastante para argumentar e compreender os diversos problemas que ocorreram e ocorrem hoje no mundo. Diante disto, algumas vezes, vejo-me obrigado a acessar a página oficial do P C do B. O único objetivo de fazer tal sacrifício é, além de dar boas risadas com a idiotice que ali é escrita. Entretando, uma assunto particularmente me chamou a atenção. Trata-se de uma matéria acerca de mais um bando de criminosos querendo indenização por crimes cometidos pela ditadura.

Os requisitantes são ditos "camponeses que foram vítimnas da truculência do Estado". Segundo eles, foram mortos e violentados pelos malvados militares. Ora, façam-me o favor. Primeiro, estes camponeses nada mais eram do que terroristas rurais, que lançavam a violência, o saque  e o roubo nas localidades do sudeste do Pará, na região do Araguaia. Dizem que lutavam contra a ditadura, esquecendo que esta não foi a causa, mas a consequência do surgimento da luta armada comunista em noss país, ainda em 1961. O processo certamente será dado como procedente e esses vagabundos receberão tratamento VIP, como Dirceu e Dilma Roussef, e quiçá poderão almejar até mesmo uma vaga no governo do molusco.

A anistia, como já disse, foi ampla e irrestrita. O engraçado é que este pressuposto só funciona para um dos lados. Onde estão as indenizações das vítimas dos atos terroristas praticados por este e outros grupor rurais e urbanos? Onde estão as provas de que este grupo de guerrilheiros sofreu tortura? Ora, segundo eles, a simples afirmação verbal basta para que seja provada a tortura. Francamente! Que raio de justiça é esta onde a palavra dos supostos torturados e parentes de mortos da ditadura vale mais do que a palavra dos torturados e mortos por aqueles grupos guerrilheiros? Porque tamanha discriminação na valorização da vida? Não se enganem, é assim que pensa o comunista sobre a vida humana: os meus mortos valem mais do que os deles, têm mais direitos, eram santos. Ora, será que ninguém vai reagir diante desta vergonha, desta palhaçada? Será que ninguém irá levantar-se contra o pagamento de indenizações milionárias para criminosos que são pagas pelo dinheiro da população que é tributada com pesados impostos?

Sinceramente, este site, vermelho.org.br nada mais é do que um saco de idiotices.

 

criado por leniltonmorato    19:29 — Arquivado em: Sem categoria

8.10.08

A crise nos EUA - origem

A grave crise que se abate sobre os EUA tem reflexos mundial e atingem instituições financeiras do mundo todo. O dinheiro podre, chamado de subprime, fez com que inúmeros bancos enfrentassem situação financeira extremamente difícil, fazendo com que o crédito fique reduzido e, consequentemente, o consumo diminua, decretando um período de recessão. Com a maior economia do mundo prestes a entrar em colapso, é de se compreender o temor dos investidores que possuem aplicações nos chamados mercados emergentes. As empresas se desvalorizam e o efeito bola de neve fica cada vez mais destruidor.

Mas, afinal, qual é a origem da crise? De onde ela vem? A resposta caro leitores, deverá ser encontrada ainda no governo do democrata Bill Clinton. Este governo fez com que explodisse em território Norte-americano o sonho da casa própria fácil e barata, garantindo vultuosas ofertas de créditos a pessoas que não tinham a menor condição de honrar seus compromissos. Desta maneira, seus imóveis foram hipotecados para cobrir as dívidas e estas hipotecas foram negociadas pelos bancos credores.Por se tratar de evidente investimento de risco, pois, como os endividados não detêm capacidade para honrar suas dívidas, os bancos donos dessa hipotecas garante elevadas taxas de juros para quem "investir" nesses papéis. É a máxima de quanto maior o risco maior o retorno. Incentivos governamentais aos bancos dados pelos democratas dos EUA aliado à sempre apelativa política de justiça social foram a semente da grande erva daninha que hoje o governo Bush tem que tratar de matar.

Vê-se aí uma face da economia norte-americana sempre ignorada pela grande mídia. Ao propagarem que o liberalismo econômico é a causa das maiores mazelas e das maiores crises, nossos analistas econômicos parecem que esqueceram-se de verificar que a intervenção do Estado na economia dos EUA na década de 90 foi a principal causa da crise que hoje vivemos. Com as facilidades na concessão de empréstimos dadas por Clinton, a ordem natural das coisas foi alterada. Este crédito fácil fez com que a população americana acabasse com hábitos há muito difundidos no seio de sua sociedade, como a geração de poupança para justamente adquirir a casa própria. Esta intervenção estatal fez com que pessoas sem qualquer condição de pagar um financiamento recebecem dinheiro para comprar a casa própria. Como pode então os bancos que financiaram estas pessoas e os credores que investiram nos títulos imobiliários ficarem surpresos com a possibilidade de quebra? Acredito que nenhuma.

É por isto que os ensinamentos de Adam Smith ainda são o maior exemplo de eficácia da economia. É dele que devemos retirar a solução para a atual crise, e ela é bem simples: quem quebrou, quebrou. Ao inundar os bancos falidos com bilhões de dólares os governos além de sublevar a ordem natural das coisas apenas postergam a crise. Se nada fosse feito, em pouco menos de um ano a economia já estaria novamente nos eixos. O liberalismo econômico não é o causador da crise. A intervenção do estado, esta sim, sempre será causadora de crises porque as regras do mercado, como a da oferta e da procura sempre vão beneficiar os mais competitivos e os mais eficientes, tratando com desigualdade os desiguais, como a nossa mãe natureza faz há mihlões de anos.

Infelizmente, os nossos formadores de opinião têm uma visão distorcida doque realmente é o liberalismo econômico. Acreditam que o intervencionismo estatal é a solução para os males, quando na verdade os causam, como é o caso da crise atual. Se fosse benéfico a intromissão do estado nos setores econômicos, certamente Portugal e Espanha seriam ainda hoje as maiores potências econômicas. Curiosamente, onde a doutrina liberal prosperou, as nações tornaram-se potências mundias, como os EUA e a Inglaterra.

Culpar o governo Bush é muito fácil, afinal, nossa imprensa é toda ela democrata de carteirinha, lembrando que este partido é a esquerda americana. Enquanto os pensadores da ecomonia não entenderem que as relações economicas não podem ter intervenção de governos, com suas ideologias, falhas e corrupção, estaremos a mercê de sucessivas turbulências. A receita é simples, é só deixar que a ordem natural cuide das relações economicas. A injeção desses bilhões de dólares na economia é é apenas uma alento que não impedirá uma crise ainda mais grave.

Se não pararmos de salvar falidos com dinheiro público, jamais conseguiremos entrar num período de prosperidade.

criado por leniltonmorato    11:25 — Arquivado em: Sem categoria

Report abuse Close
Am I a spambot? yes definately
http://abrasuacabeca.blog.terra.com.br
 
 
 
Thank you Close

Sua denúncia foi enviada.

Em breve estaremos processando seu chamado para tomar as providências necessárias. Esperamos que continue aproveitando o serviço e siga participando do Terra Blog.