Cruzado de Direita

Espaço destinado a fazer um contraponto às questões políticas, culturais e científicas postos pela imprensa brasileira

25.9.08

Atacando o problema da maneira errada

Existe em grande parte dos países do globo, a discussão do papel das Forças Armadas, se elas realmente seriam necessárias em um mundo dito globalizado, sem fronteiras. É um debate válido e que deve ser levado a sério pelos integrantes das três forças. É evidente o esforço feito em nossas universidades, na nossa grande mídia e nos chamados “círculos de intelectuais”, para tentar sufocar cada vez mais o papel que um Exército de um país desempenha. Tal fato pode ser explicado pela proliferação das áreas comuns entre países, como por exemplo, a União Européia, que cria um governo único que decide sobre a vida de pessoas tão diferentes como um Alemão e um Português, fato este já abordado neste espaço.

 
Reduzindo a abrangência territorial para as terras brasileiras, verificamos que nossos militares também sentem que existe uma discussão acerca da real necessidade de termos Forças Armadas. As indagações que correm em nosso sistema de educação e informação têm conseguido de maneira lenta e eficaz colocar em xeque a utilidade de tais elementos dentro da sociedade brasileira. O resultado: militares mal remunerados, mal equipados, de utilidade contestável, mas que conseguem cumprir qualquer missão seja ela qual for. A prova mais significativa de que isto ocorre é a do aclamado projeto “Soldado Cidadão”, onde jovens brasileiros são incorporados às fileiras dos quartéis e lá, além das instruções militares, têm também, cursos técnicos profissionalizantes. Aparentemente, trata-se de um projeto genial, pois consegue, em tese, devolver à sociedade, jovens melhores preparados para entrarem no mercado de trabalho. Ganha a sociedade com isto, e ganham as Forças Armadas com as migalhas repassadas para tocar tal projeto. É precisamente aí que se encontra o grande engodo.

É notória a dificuldade que se tem em alojar e alimentar o efetivo normal de pessoal incorporado para a prestação do serviço militar inicial. Falta de colchões, de calçados, de fardamento adequado e, por vezes, redução da alimentação, o que acaba obrigando os quartéis a diminuírem o período de internato de seus recrutas, isto sem mencionar a falta de combustível e munição para que seja realizado o treinamento eficaz do soldado. Como parâmetro, podemos ter como exemplo o caso de presidiários que incendeiam cadeias, colchões, e acabam recebendo tudo novinho, novinho, graças à contribuição compulsória imposta por pesadas taxas tributárias a mim, a meus amigos e à grande maioria da população. Percebem o quanto é miserável o orçamento destinado às Forças Armadas? Será que vale a máxima de cumprir qualquer missão, mesmo que o jovem seja obrigado a dormir no chão, a desfilar de chinelo ”havaianas” ou a fazer “pow-pow” com a boca porque não há recursos suficientes para que sejam adquiridos colchões, coturnos e munição? Acredito que não. Mas porque então os militares aceitam participar deste projeto, mesmo sabendo das condições precárias em que este se desenvolve? Certamente uma delas é a possibilidade de receber algumas migalhas a mais no seu orçamento anual, algo que dê para, por exemplo, pagar o material de expediente ou fazer um Jipe da segunda guerra ressuscitar. A outra talvez seja o fato de que, ao sair do quartel e galgar um bom emprego, este jovem passa a valorizar as Forças Armadas, que lhe deram a oportunidade de fazer um curso técnico e estar empregado. Seria selada, desta maneira, uma dívida inconsciente deste cidadão para com os militares, obrigando-o de maneira inconsciente a fazer uma propaganda positiva das Forças Armadas o que, em longo prazo, conseguiria reverter o questionamento de sua utilidade, dado o “papel social” que esta cumpre.

Ingenuidade ou crença efetiva? Será que os generais que passam por anos de estudo em escolas militares, onde vêem filosofia, geopolítica, sociologia, dentre outros assuntos realmente acreditam ser esta a melhor estratégia para salvação de suas instituições? Será que são ingênuos o suficiente para ignorar a verdadeira causa do surgimento destes questionamentos? Será que nenhum dos comandantes consegue enxergar o que está ocorrendo em nosso país deste os governos Geisel e Figueiredo? Ora, se isto for verdade, só podemos concluir que as escolas de altos estudos estratégicos e militares estão mais vermelhas que a camisa do Inter de Porto Alegre! De qualquer modo, se este tipo de pensamento ocorre por ingenuidade, concluímos que nossos chefes militares são burros, o que certamente não é verdade. Resta-nos, portanto, a segunda opção, a da crença efetiva. Se for este o caso, estamos diante da prova final da presença da mentalidade revolucionária, socialista e comunista dentro do cerne da instituição, o que significa dizer que os militares que defenderam a liberdade em 1964 estão hoje preste a entregá-la em troca de migalhas.
Não é com um soldado-cidadão que iremos reverter o pensamento nacional a respeito dos homens de farda. É preciso muito mais do que isto. É preciso atacar o problema na sua verdadeira fonte, que é precisamente a nossa “elite”. Universitários, educadores, artistas, jornalistas, todos estão programados como robôs a repetir o mantra marxista sob a genial aplicação da estratégia de Gramsci. Devemos desmascarar a enxurrada de mentiras contadas nestes círculos para que desta maneira a população acorde do transe hipnótico ao qual foi submetida deste os anos 80. Não pensem que meia dúzia de soldados-cidadãos pode fazer frente às universidades, aos grandes jornais e à televisão. Enquanto as Forças Armadas não quebrarem o silêncio acerca do porque do movimento de 64, de quem eram os integrantes das guerrilhas e dos movimentos estudantis que seqüestraram, mataram e torturaram e não os desmascararem para que sejam arrancados da direção da nação, onde eles estão hoje, nossas Forças Armadas vão definhar. Enquanto a história pertencer aos derrotados, enquanto as camadas formadoras de opinião estiverem sendo doutrinadas e enquanto os militares se calarem, a memória do que ocorreu estará sendo cada vez mais apagada.

Este é o foco da desmoralização não só das Forças Armadas, mas também dos valores religiosos, morais e éticos. Estamos, pelo menos eu estou, nadando contra a maré vermelha, contra a implementação do socialismo no Brasil. Infelizmente, parece que nossos generais sequer desconfiam deste fato. Ao acreditarem que o soldado-cidadão é a salvação das Forças Armadas, atacam o inimigo de maneira errada e burra. É como uma colher de açúcar para adoçar o oceano. Será que ninguém consegue ver isto?

criado por leniltonmorato    19:44 — Arquivado em: História, Política

22.9.08

A culpa é dos militares

Figueiredo e Geisel, dois generais que foram presidentes do Brasil durante a famigerada “Ditadura Militar” têm dentro do círculo dos acadêmicos brasileiros uma simpatia, jamais lograda por alguém como, por exemplo, o presidente Médici. Para estas pessoas pouco importa que Médici tenha promovido a maior inclusão social da história do país, quando milhões de brasileiros saíram da miséria e passaram a ser integrantes das classes mais abastadas da sociedade. Pouco importa se durante o período em que este general governou o país, as taxas anuais de crescimentos chegavam a 10, 11%, fato jamais alcançado novamente nas terras tupiniquins. Nada importa. O que importa é a repressão, imposta a ladrões, assassinos, estupradores e seqüestradores, que foram transformados engenhosamente em heróis da luta contra a ditadura, em que pese a grande participação de Geisel e Figueiredo. Percebe-se por aí o porquê da certa simpatia dos nossos “intelectuais” por estes dois generais, ou pelo menos, um menor grau de antipatia.

O que ocorreu durante os governos desses últimos foi algo que jamais será falado aos nossos pobres alunos de história, quer estejam sentados nos bancos das universidades quer estejam no ensino médio. São fatos que serão sempre escondidos, varridos para debaixo do tapete e sempre que pessoas tentarem revelar a verdade sobre este período da história brasileira serão chamados invariavelmente de nazistas, facistas e coisas do tipo. O Exército Brasileiro também contribuiu de forma capital para que as falsificações da história se tornassem verdades absolutas. Ao adotar a chamada estratégia do silêncio, deu voz àqueles seqüestradores, ladrões, assassinos e estupradores, a ponto de hoje estarem ocupando nada menos que a presidência do país. Foram Figueiredo e Geisel os culpados. Durante o período em que estiveram no governo, começaram a abertura política e a anistia de todos os crimes cometidos pela ditadura e pelos terroristas que ela perseguia. Após seus antecessores terem morrido no Araguaia para que hoje nós possamos ter a liberdade de expressão e opinião, embora seja uma sensação falsa. Esses presidentes aproximaram o Brasil com a Rússia e Cuba, e começaram a tratar os EUA como o inimigo a ser derrotado. Algo indica que estes generais eram mais vermelhos que uma camisa do Internacional.

Como resultado dessas atitudes, as Forças Armadas perderam a principal batalha dentro da complexa guerra anticomunista. Derrotaram Lamarca e a guerrilha rural inspirada no Maoísmo chinês, mas esqueceram de combater a guerra cultural inspirada em Gramsci. Como resultado, os militares tiveram a sua contra-revolução transformada em ditaduras e sua luta contra criminosos transformada em perseguição política, sem considerarmos os crimes de torturas, que jamais foram provados. Passaram de defensores da liberdade e da democracia para matadores implacáveis de jovens estudantes, artistas e jornalistas, quando na verdade apenas reagiram à violenta guerrilha que se instalava no Brasil. Com a anistia, as Forças Armadas abriram completamente as portas das universidades e das redações de jornais para que aqueles que queriam transformar o Brasil numa grande Cuba. O resultado é este que vemos hoje: uma imprensa mentirosa, uma escola de doutrina comunista e a explosão de direitos para as minorias como o casamento gay e as terras para os quilombolas, e de movimentos sociais como o MST, que nada faz além de lançar a violência no campo.

Para completar a total submissão de nossos militares à mentalidade revolucionária, absolutamente nada é dito ou publicado por eles para tentar esclarecer o que realmente aconteceu durante o governo dos militares. Suas explicações limitam-se a notas evasivas do centro de comunicação social e a ordens do dia lidas dentro dos aquartelamentos. Ostensivamente, no entanto, continuam sendo acusados de crimes que não cometeram e a terem julgamento diferenciado perante os crimes cometidos por Dilma Rousself, José Dirceu, Quartim de Moraes, dentre outros.

A lavagem cerebral é tamanha que a população aceita como normal, questões que condena como comprovam inúmeras pesquisas realizadas sobre assuntos como homossexualismo, aborto, drogas e direitos humanos. Nessas pesquisas o brasileiro se mostra conservador. Como pode aceitar atônito às mudanças nas leis que vão de encontro a seus valores morais? A explicação, como já escrito, é a derrota cultural sofrida pelos militares. Sequer na Academia Militar das Agulhas Negras o assunto Revolução de 1964 é aprofundado, revelando que a dominação comunista chegou à escola formadora de oficiais do exército, futuros líderes das Forças Armadas, que não terão qualquer possibilidade de questionar o rumo sombrio que a nação está tomando. Ficarão dominados por ideais de patriotismo distorcidos e criados para que possam acreditar que o comunismo é a melhor solução contra o sempre inimigo EUA. Perdem sua capacidade de julgamento, aceitam as falsas verdades ditas pela Folha de São Paulo, pelo Globo ou pelo Estadão, e acreditam que a CNN e o The New York Times são mesmo fontes confiáveis de informações.

A culpa disso tudo é exclusivamente da falta de pulso e coragem de nossos generais, que se calam diante da menor migalha oferecida pelo seu silêncio. Uns temem que a espinha dorsal das Forças Armadas seja quebrada. Afirmo com total tranqüilidade que ela já está quebrada há muito tempo, e que homens como o general Heleno são apenas espasmos de uma instituição que está sendo morta e transformada num Exército Vermelho à la Foro de São Paulo. Geisel e Figueiredo foram eles os que mais contribuíram para o estado atual das coisas. Nossos generais estão embriagados com uma sensação de falso poder. Estão entregues à dominação cultural da esquerda, com suas mentes condicionadas pela ESG e seus palestrantes e professores civis.

Quanto à oposição, esta fica quieta, calada, sem qualquer possibilidade de reação. Nossos conservadores estão amedrontados. Podemos perdoá-los, com certeza. Afinal, se generais estão atemorizados, o que esperar do restante da população?

criado por leniltonmorato    10:09 — Arquivado em: Sem categoria

21.9.08

Distorcendo o Ideal Farroupilha

     Durante as comemorações de mais um aniversário da Guerra dos Farrapos, a revolta provinciana mais duradoura do império brasileiro, muitas falsificações são lançadas sobre a revolta. A mais comum é a de considerar a revolução como popular, quando na verdade ela foi conservadora e teve como principais líderes ricos fazendeiros, que hoje seriam chamados de burgueses por partidos como o PT, PSol, PSTU e PCO, e entidades como a UNE. O mais intrigante aspecto a se considerar é que a revolta da elite foi tomando a população gaúcha e ganhando dela uma grande simpatia. Ao contrário do que alardeiam os líderes da esquerda, os revoltosos não queriam a independência da província, apenas formas mais justas de cobranças dos impostos sobre o principal produto dos pampas: o charque. Ao não conseguirem resultados, aí sim a revolução partiu para independência, que na verdade foi reprovada por Bento Gonçalves quando este soube que o general Neto havia proclamado a república rio-grandense.

      Ignorando completamente estes fatos, muitos militantes da esquerda têm usado a revolução farroupilha como uma bandeira para que o povo se levante contra o imperialismo ianque e parta de vez para as glorias do socialismo, onde a população vai viver feliz para sempre fora das amarras impostas pelos malvados empresários. Esquecem, no entanto, que estes empresários são os responsáveis por quase toda a riqueza gerada nas terras meridionais brasileiras. Que são eles, junto com os agricultores latifundiários, os responsáveis por movimentar a economia do Rio Grande.

     Hoje em dia, vivemos situação semelhante à ocorrida no longínquo ano de 1835. Nossos produtos são pesadamente taxados, a União centraliza quase todos os impostos recolhidos pelo estado e com seu apetite voraz suga a medula óssea de todos os estados da federação. E os gaúchos, ditos herdeiros das tradições farroupilhas que fazem? Nada. Ficam embriagados com os lucros gerados por suas empresas sem perceberem a gigantesca carga tributária que se abate sobre nossos produtos. A população anestesiada nada pode fazer, pois não possui a informação necessária para contrapor-se à verdadeira escravidão cultural e política que vive. A elite de outrora não deixou herdeiros para o futuro. Não temos hoje um Bento Gonçalves capaz de se levantar contra a tirania do estado brasileiro, tirania esta que atinge todos os membros da “federação”. Uns dirão que Jorge Gerdal poderia ser o Bento Gonçalves do século XXI. Mas o que se pode esperar de uma criatura que doou 100 mil reais para a campanha da comunista Luciana Genro?

     A verdade é nua e cruel. A revolução cultural da desinformação, que assola nosso jornalismo, nossas universidades e nossa política, mostra a cada 20 de setembro os seus tentáculos mais profundos, pois conseguiu inverter completamente o que foi a Revolução Farroupilha, sob os aplausos calorosos dos acadêmicos, jornalistas e tradicionalistas. Não basta apenas pilcha, montaria e um desfile para que se observe o que significou esta guerra. É preciso muito mais do que isto. É preciso se desatar das amarras da lavagem cerebral conduzida magistralmente pela esquerda em nossas faculdades e veículos de (des)informação.

     Infelizmente, enquanto seres como Tarso Genro, Manuela D’Ávila, Luciana Genro, Olívio Dutra e Maria do Rosário dentre outros continuarem sendo considerados como exemplo de políticos e pessoas, estamos fadados mesmo a sermos rebeldes sem causa, ou pior, rebeldes pela causa errada.

     Será que Bento Gonçalves ficaria de braços cruzados diante do centralismo da União?

criado por leniltonmorato    0:21 — Arquivado em: História, Política

10.9.08

Notícias Tendenciosas

       É difícil se viver em um país onde a imprensa manipula as notícias de tal forma que torna o público incapaz de processar e interpretar as informações, pois estas já nos são transmitidas de maneira distorcida e com as interpretações ideológicas já formatadas.
        Um exemplo clássico de tal atitude da imprensa pôde ser observado no noticiário do Globo News ao qual consegui assistir, graças a minha habilidade de segurar o asco e o enjôo que tal programação proporciona. O fato ao qual me refiro, é a eleição dos EUA, que está em disputa entre os dois principais partidos, o republicano e o democrata. E é aí que entra a malícia da Rede Globo. É incrível a tendência de favorecimento ao partido democrata que esta empresa de telejornalismo demonstra. Ficou claro como água que a reportagem demonismo o partido republicano e endeusou o democrata. Ficou a impressão de que a salvação para os EUA estava nas mãos de Obama e de mais ninguém. Pouco importa se este candidato falsificou sua identidade e mentiu sobre o fato de ser muçulmano. Não, isto não importa. O que importa é o partido democrata no poder.
       Para alguém desavisado isto poderia soar como algo surpreendente. Não é. Os democratas dos EUA ( e os do Brasil também), não passam de partidos de esquerda com os mesmos objetivos do PT ou do PC, apenas pretendem atingi-los de maneira diferente. A vitória de Obama significará o fim da identidade dos EUA como nação, assim como já ocorre no Brasil ao serem aprovadas paulatinamente, leis que vão de encontro ao pensamento da população (como a questão do aborto, do homossexualismo, dos sem-terras, penas mais duras, redução da maioridade, dentre outros), em nome do privilégio da minoria. O exemplo clássico é o movimento gay, que quer obter direitos aos homossexuais não por eles serem cidadãos, mas por serem de opinião sexual alternativa. É a inversão total do que é a democracia. Porque a vontade da maioria se sobrepõe à da maioria. Note que não defendo a discriminação contra os homossexuais ou qualquer outro grupo. Apenas acredito que estas pessoas têm que ter os mesmos direitos que eu ou qualquer outro cidadão, e não uma lei específica para privilegiá-las.
       Infelizmente, o posicionamento deste veículo de informação impede o julgamento do telespectador. É claro a intenção de lavar a mente da população e faze-la acreditar que o partido republicano, e a direita como um todo, é o responsável pelos problemas que vivem os EUA. Não informam que tudo o que está ocorrendo no mundo tem a participação direta da esquerda internacional, de um movimento articulado e infiltrado no seio dos setores de formação de opinião que acaba fazendo com que o povo vote contra suas próprias convicções.
         Felizmente, no país mais democrático do mundo, a população tem a liberdade de informação através de canais independentes e de opiniões contrárias ao que é ditado pelo politicamente correto. Esta é a principal diferença de se viver em um lugar onde não há restrição à informação, onde há lavadores de cérebros da esquerda, mas que também tem intelectuais ativos de direita que levam para as grandes massas o que realmente ocorre por detrás dos panos da grande mídia.
     Prova disto é o resultado das pesquisas mais recentes que já apontam McCain a frente de Obama. Nossos “especialistas” erraram na eleição anterior, quando diziam que os democratas venceriam. Parece que vão errar novamente, mesmo com toda a carga tendenciosa de nossos veículos de informações, todos pró-esquerda.
criado por leniltonmorato    11:57 — Arquivado em: Sem categoria

8.9.08

Formadores de opinião

Existe uma fórmula infalível de se produzir um texto famoso. Primeiramente, basta falar superficialmente de assuntos polêmicos, colocando argumentos polêmicos, de pouco conhecimento geral e automaticamente se produz um grande texto. Como arremate, basta colocar como autor alguém famoso como Arnaldo Jabor ou Jô Soares. Pronto! Você acaba de produzir um texto que ficará famoso e bem conceituado, por mais abobrinha que ele diga.
É com esta fórmula que justamente Arnaldo Jabor, Jô Soares, Alexandre Garcia, dentre outros, tornaram-se “intelectuais” entendidos nos mais diversos assuntos sem ter verdadeiro conhecimento de causa. Estes, e praticamente todos os autores influentes que escrevem na rede Globo, na Folha de São Paulo, no Estadão e em tantos outros jornais, são apenas fantoches de um processo de manipulação esquerdista que acaba por fritar os miolos destes comentaristas e colunistas. Aproveitando-se da falta de conhecimento da população, causada por eles próprios, repetem o discurso comunista baseado nos ensinamentos de Antônio Gramsci.
Há algum tempo trás vi o comentarista Arnaldo Jabor falando sobre o fim do capitalismo, do “império americano” e outras bobagens que brotaram de sua mente fritada. Para arrematar, o dito comentarista finaliza com a frase: grande Marx. Por esta frase, temos o resumo da total falta de preparo dos formadores de opinião deste país. Como pode alguém que criou um sistema de poder que causou a morte de 32 milhões de russos, mais de 60 milhões de chineses, mais de uma centena de milhar de cubanos, 1,5 milhão de vietnamitas, dentre outras barbaridades cometidas na Polônia, na Ucrânia, no Camboja, na Coréia do Norte, isto para nominar apenas os mais conhecidos. Como um homem que criou a teoria do comunismo, baseado em dados errados e distorcidos da revolução industrial inglesa, pode ser considerado grande?
Esta é a mentalidade de nossos formadores de opinião. É este tipo de pessoa que forma a opinião de nossa juventude anencéfala e de nossos excluídos utilizados como massa de manobra. Que podemos esperar de um país que enaltece o criador do sistema mais assassino, desumano e desigual da história?

criado por leniltonmorato    22:36 — Arquivado em: Sem categoria

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