27.8.08
Descriminalização do Aborto
Ao assistir o noticiário de ontem à noite, novamente pude constatar a parcialidade de nossa imprensa quando são tratados assuntos de interesse para toda a sociedade. Infelizmente, conforme já explorei neste espaço, a desinformação faz parte dos objetivos de nossos veículos de informação, e a ocultação da verdade parece ser matéria obrigatória nas nossas universidades.
Quando foi noticiado que a suprema corte brasileira estava se reunindo para descriminalizar o aborto de bebês anencéfalos, foi mostrado somente um lado da história. De acordo com a reportagem, ficou evidente que os nossos ministros votarão a favor desta forma de homicídio, tendo em vista que a criança que nasce sem o córtex cerebral, não ter condições de sobreviver por mais que algumas horas. Esta afirmação baseia-se no puro empirismo, pois nascer sem os hemisférios cerebrais não é, necessariamente, sentença de morte.
Para ilustrar esta informação, basta que tomemos como exemplo o caso da menina Marcela, que naturalmente jamais foi noticiado por nossos veículos de (des) informação. Ocorre que esta menina nasceu anencéfala, sendo incapaz de sobreviver conforme pregam alguns médicos desinformados. A mãe desta menina tomou uma decisão: prosseguir com a gestação e escolheu a vida ao invés de cometer homicídio contra este ser humano que estava em gestação. O caso é que esta criança viveu por mais de um ano, contrariando todas as expectativas dos médicos e dos grupos pró-aborto. Esta mãe escolheu a vida de sua filha, e pôde viver com ela por mais de um ano. E a causa da morte? Afogamento. Marcela faleceu quando não conseguiu engolir o leite que havia tomado, não resistindo. De acordo com os médicos que a atenderam, a causa de seu falecimento não possui relação com o fato da criança não possuir os hemisférios cerebrais. Foi um acidente que ocorre com crianças normais, que pode ocorrer com qualquer bebê.
Evidentemente, a mídia não mostrou este fato, e sequer citou-o durante a reportagem que abordava justamente uma decisão judicial que pode condenar à morte, bebês como Marcela, mesmo antes de nascerem. Porque as emissoras de rádio e televisão, os jornais e revistas, ficaram calados, nada falaram para a sociedade? Será que o exemplo de Marcela em nada serviria para guiar o nosso poder judiciário em direção a uma decisão coerente, ética e correta? Infelizmente, vivemos num país onde a vontade da minoria se sobrepõe ao da maioria. A cada segundo que passa, mais uma lei é aprovada para defender causas minoritárias em detrimento da vontade da maioria.
Para entender o que se passa na cabeça de nossos formadores de opinião, é preciso ler Gramsci. Ali está a fonte de toda a deturpação da verdade em que vivemos, onde idéias que vão de encontro ao pensamento de toda a sociedade brasileira se fortalecem, onde políticos, jornalistas e professores bebem para poder entorpecer as mentes da população desde a mais tenra idade.
Enquanto isto vamos continuar apoiando o assassinato de pessoas inocentes, em prol de uma causa maquiada, falsa e desumana.
Quando foi noticiado que a suprema corte brasileira estava se reunindo para descriminalizar o aborto de bebês anencéfalos, foi mostrado somente um lado da história. De acordo com a reportagem, ficou evidente que os nossos ministros votarão a favor desta forma de homicídio, tendo em vista que a criança que nasce sem o córtex cerebral, não ter condições de sobreviver por mais que algumas horas. Esta afirmação baseia-se no puro empirismo, pois nascer sem os hemisférios cerebrais não é, necessariamente, sentença de morte.
Para ilustrar esta informação, basta que tomemos como exemplo o caso da menina Marcela, que naturalmente jamais foi noticiado por nossos veículos de (des) informação. Ocorre que esta menina nasceu anencéfala, sendo incapaz de sobreviver conforme pregam alguns médicos desinformados. A mãe desta menina tomou uma decisão: prosseguir com a gestação e escolheu a vida ao invés de cometer homicídio contra este ser humano que estava em gestação. O caso é que esta criança viveu por mais de um ano, contrariando todas as expectativas dos médicos e dos grupos pró-aborto. Esta mãe escolheu a vida de sua filha, e pôde viver com ela por mais de um ano. E a causa da morte? Afogamento. Marcela faleceu quando não conseguiu engolir o leite que havia tomado, não resistindo. De acordo com os médicos que a atenderam, a causa de seu falecimento não possui relação com o fato da criança não possuir os hemisférios cerebrais. Foi um acidente que ocorre com crianças normais, que pode ocorrer com qualquer bebê.
Evidentemente, a mídia não mostrou este fato, e sequer citou-o durante a reportagem que abordava justamente uma decisão judicial que pode condenar à morte, bebês como Marcela, mesmo antes de nascerem. Porque as emissoras de rádio e televisão, os jornais e revistas, ficaram calados, nada falaram para a sociedade? Será que o exemplo de Marcela em nada serviria para guiar o nosso poder judiciário em direção a uma decisão coerente, ética e correta? Infelizmente, vivemos num país onde a vontade da minoria se sobrepõe ao da maioria. A cada segundo que passa, mais uma lei é aprovada para defender causas minoritárias em detrimento da vontade da maioria.
Para entender o que se passa na cabeça de nossos formadores de opinião, é preciso ler Gramsci. Ali está a fonte de toda a deturpação da verdade em que vivemos, onde idéias que vão de encontro ao pensamento de toda a sociedade brasileira se fortalecem, onde políticos, jornalistas e professores bebem para poder entorpecer as mentes da população desde a mais tenra idade.
Enquanto isto vamos continuar apoiando o assassinato de pessoas inocentes, em prol de uma causa maquiada, falsa e desumana.


criado por leniltonmorato
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