6.8.08
Os crimes durante a ditadura
Não há como negar que o período conhecido como “ditadura militar” certamente cometeu alguns exageros durante a sua vigência no Brasil. Não podemos negar, também, que foi durante este período que o Brasil conseguiu suas maiores taxas de crescimento. É verdade também que foi no governo dos presidentes militares, que aconteceu a maior distribuição de riquezas neste país, quando mais de 30 milhões de pessoas saíram da linha da pobreza.
Naturalmente, este regime teve seus opositores. Opositores que queriam que o Brasil fosse uma república popular, onde o cidadão não tem direito nenhum à privacidade, à propriedade e à liberdade de expressão. Queriam estas pessoas que fôssemos um país comunista, alinhado com a extinta URSS, o que certamente traria inúmeros benefícios militares, aeroespaciais e esportivos, com o preço deveras salgado de milhões de mortes por execuções sumárias e pela fome, como ocorreu na China, na própria URSS, Vietnã, Cuba, entre outros.
Estes “estudantes”, “sindicalistas”, “jornalistas” e “intelectuais” em geral eram na verdade, integrantes de uma poderosa organização internacional, o Partido Comunista da URSS, que tinha como objetivo espalhar seus tentáculos de terror pelo mundo. Estas pessoas, assaltaram, seqüestraram, e assassinaram centenas de brasileiros, cidadãos comuns que nada tinham a ver com qualquer opinião política. Estas pessoas fundaram a guerrilha urbana no Brasil e semearam o terror por onde passaram. Era por este motivo que os militares cassavam e prendiam estas pessoas. Alguns dirão que os militares cometeram torturas. Mas ninguém fala das torturas cometidas por pessoas como Lamarca, que arrancava os dentes e as genitálias de seus prisioneiros com a utilização do alicate. Ninguém lembra da ladra Dilma Rousself, do terrorista José Dirceu, de Genoíno ou Gushiken. Para nossa imprensa, esta podre e comprometida com estes atos de extrema violência, estas pessoas nada fizeram, apenas lutaram pela democracia. Errados estavam os militares em tentar proteger a população destes monstros.
Pois bem. Veio a anistia e toda a corja comunista voltou ao país. Lógico que se eles estivessem no poder não haveria anistia, pois os opositores seriam mortos, como fez Lênin, Stálin, Fidel, Mao Tsé Ho Chi Min, dentre outros. Pois o governo militar não só repatriou aqueles verdadeiros traidores como também destinou indenizações milionárias para estes terroristas, sem esquecermos, naturalmente, do perdão de seus crimes.
Depois de quase 30 anos, vem então o sr ministro da justiça, Tarso genro, dizer que quer culpar os militares pelos crimes cometidos durante a ditadura, pois eles devem responder pelas “torturas” que cometeram. Sobre isto, três observações:
Primeiro: a lei de anistia foi ampla e irrestrita, significando que o assunto está encerrado para ambas as partes. Por mais que queira, isto ele não pode mudar.
Segundo: se o ministro é assim tão justo, o que certamente não é, deveria garantir as mesmas indenizações polpudas aos que sofreram lesões corporais, seqüestros, estupros e assaltos cometidos por seus companheiros, inclusive pela Ministra-Chefe da Casa Civil, sem contar outros atentados com carros bombas feitos pelos companheiros de casa.
Terceiro: quem é Tarso Genro? Que qualificações tem este indivíduo para exercer um cargo tão importante na República? Será que ele também era um dos mentores do justiçamento praticado pelos terroristas durante o regime militar, e por isto mesmo, é qualificado para ser Ministro da justiça?
Ora ministro. Antes de ficar acusando ciclicamente os militares dos crimes que cometeram, olhe para seu rabo primeiro, pois os crimes que os “perseguidos” cometeram foram muito maiores que aqueles supostamente praticados pelos militares. Sabemos que o sr faz parte da corja comunista brasileira, da patota do partidão, mas pelo menos deixe de se passar por coitadinho diante dos crimes que o senhor mesmo ajudou a cometer e a acobertar. Justiça sim, redenção a terroristas, isto não.


criado por leniltonmorato
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Comentário por rafael — 25.8.08 @ 20:56
é inegavél que os crimes praticados na ditadura pelos militantes não são divulgados , como pelo estado , mas é importante levar em consideração que se as coisas nao melhorar o risco da ditadura voltar é proxima.