20.7.08
A verdadeira guerra
Muitos alardeiam que nosso país não entrará em guerra tão cedo e que, por este motivo, não precisamos de Forças Armadas. Dentro dos quartéis, verifica-se o eterno pensamento “podemos ficar 100 anos sem guerras, mas não podemos estar nem 1 minuto despreparados”. Esta afirmação é a síntese do pensamento de defesa nacional e, claro, não está errada.
O que está errado é a idéia de que não estamos em guerra. Lógico que estamos. O mundo está vivendo uma guerra sem precedentes em sua história, com meios operacionais inéditos onde não são utilizados tropas, armamentos, bombas atômicas ou artefatos de estruição. As armas utilizadas pelo inimigo é a ideologia, e a manipulação das massas.
Nossas forças armadas além de não estarem preparadas para este tipo de combate concorrem para o sucesso das operações do inimigo. E quem é o inimigo? Ninguém, mais ninguém menos, do que a esquerda revolucionária (peço desculpa pelo pleonasmo). Para piorar as coisas nossos militares do passado e do presente foram os maiores incentivadores da esquerda no Brasil. Por paradoxo que possa parecer, o Exército Brasileiro deu vida eterna a um inimigo que ele jurou derrotar. Tudo começou com os presidentes Geisel e Figueiredo, dois generais simpáticos à esquerda e que foram responsáveis pela anistia dos terroristas nacionais (hoje conhecidos como intelectuais, presidente da república e ministros de estado) e pela aproximação brasileira com o bloco socialista, na época, Cuba e URSS.
O erro mortal dos militares foi a adoção da estratégia do silêncio, onde após o fim do regime militar deixou para os terroristas derrotados a missão de contar a história. Deu no que deu. Estamos completamente dominados pela corja vermelha.
Ao contrário das outras guerras, esta que estamos vivendo não está colocando em jogo a nossa existência como nação. Ela coloca em jogo a existência de nossa própria civilização, a existência de uma tradição que já dura mais de 5 mil anos. Em troca de quê? Do poder, ora. Estamos caminhando para a destruição, nossos valores estão sendo destruídos com tal voracidade que sequer temos tempo ed perceber. Além disto, a imprensa, comprometida com a causa, ajuda nesta destruição. Vivemos em um mundo onde é abominável discriminar um muçulmano, mas é aceitável que sejam mortos milhões de cristãos nos países islâmicos! Porque esta diferença de julgamento? Porque agora temos que aceitar o homossexualismo como normal, como inerente à nossa cultura civilizacional?
A fonte primária de nossas leis, de nossos costumes e de nossa moral é uma só, a religião. Antes da exixtência das leis existia a religião e é ela a fonte de todos os sistemas jurídicos de toda a humanidade. No nosso caso, no ocidente, nossa tradição religiosa é a judaico-cristã. É nesta moral que deve-se basear nossos direitos e deveres. É justamente neste cerne, na origem de nossa cultura, daquilo que nos torna ocidentais que a esquerda e o islã estão destruindo, sob as bênçãos de acadêmicos e jornalistas.
A televisão, a imprensa, as universidades têm como objetivo comum um só: destruir o cristianismo para sobre seus escombros seja erguida a nova civilização, a nova era. Os militantes de esquerda já estão infiltrados dentro de todas as esferas do poder inclusive nas Forças Armadas através de suas escolas de altos-estudos, aquelas que formam nossos generais, os estrategistas da guerra. Deve ser por isto que os militares não têm voz política ou qualquer influência sobre o que realmente está acontecendo.
Ao invés de estarem preocupados com esta infiltração ideológica, comentem o mesmo erro de vinte, trinta anos atrás: preparam-se para enfrentar inimigos ilusórios, com manobras que servem apenas para satisfazer o ego dos comandantes, como meninos brincando com o forte apache. As Forças Armadas eram a última resistência à implementação do regime revolucionário no Brasil. Porém, de maneira sutil e inteligente, a esquerda infiltra seus agentes nas escolas de formação e de altos estudos militares (como já fizeram com estrondoso sucesso nas universidades e nas salas de redação) incutindo na mente dos altos comandos militares os ideais revolucionários comunistas.
Enquanto os homens de farda não romperem a bolha autista na qual estão presos, jamais saberão que não defendem mais a pátria, e sim, uma ideologia, um regime político articulado com agentes terroristas como as FARCs e com países como Venezuela, Equador, Argentina, Bolívia e Cuba. Não passam de marionetes nas mãos de um sistema que eles ajudaram a construir e que será a fonte de sua total ruína e desmoralização.


criado por leniltonmorato
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