13.6.08
HOMOSSEXUAIS DE FARDA
Com grande estardalhaço, a mídia sensacionalista brasileira divulgou com entusiasmo a notícia da existência assumida de um casal de homossexuais dentro do Exército Brasileiro. Como já é de conhecimento de toda a população, o casal de sargentos foi preso durante a exibição de um programa de televisão na cidade de São Paulo. Quase que instantaneamente, o motivo da prisão destes militares foi alardeado como sendo por suas condições sexuais.
Na verdade, os dois sargentos já estavam infringindo a legislação penal militar ao cometer o crime de deserção, passível de prisão por até dois anos. Em nenhum momento estes elementos foram presos por sua condição de homossexuais. Em nenhum momento, sofreram com discriminação como alardeiam os grupos gayzistas e simpatizantes. Isto tanto é verdade que eles dividiam um apartamento funcional da força, geralmente reservado a militares que possuem dependentes. Verifica-se por este simples fato que afirmar a existência de discriminação por parte da força seria cometer um equívoco.
Outro fato que precisa ser levantado é que a condição de ser homossexual sempre foi e é incompatível com a atividade militar, por motivos que seriam imensamente enumerados caso fosse este o objeto deste post. Para se ter um exemplo, imaginem um pelotão no meio de um combate e, no fragor da luta, o comandante do pelotão está aos beijos e abraços com seu namorado. Seria esta uma situação desejável para um grupo no meio de um campo de batalha? Imaginem este mesmo comandante realizando um ataque bradando suas ordens com uma voz efeminada. Certamente que aquela fração teria ou terá uma atitude bastante diferente do que seria esperado para um combatente. Observem que, mercê de todas estas considerações, o Exército Brasileiro não utilizou-se de qualquer regulamento ou estatuto (que possuem implícitas restrições quanto a homossexuais na força) para mandar estes sargentos para fora da força. A prisão destes elementos foi tão somente pelo crime de deserção que cometeram, não importando se são homo, hetero, pan, ou qualquer outra conduta sexual existente ou a ser inventada.
É nessas situações que prova-se o que já abordei aqui em outros posts. Existe um movimento revolucionário a nível mundial em curso e o homossexualismo é apenas mais uma de suas faces (como o ambientalismo, o abortismo, o feminismo, e tantos outros ismos). Percebam que os gays acabam sendo as principais vítimas do movimento homossexual. Como podem afirmar que existe discriminação no país se aqui acontecem as maiores paradas gays do mundo sem qualquer oposição da população? Como podem afirmar que são discriminados, se sua condição sexual é altamente difundida pela teledramaturgia brasileira e, por vezes, até mesmo incentivada?
Afinal, o que querem estas pessoas? Certamente que não querem ser iguais, querem ser diferentes, privilegiadas. Querem ter o privilégio de não serem criticadas por sua conduta, coisa que nem sequer o próprio Cristo obteve. Querem tornar o gay um ser superior, o próprio Deus sobre a terra. Não querem igualdades, querem privilégios, exclusividades, querem que a maioria da população se adapte à minoria, algo que vai de encontro às teorias de Darwin por exemplo.
É importante que seja lembrado que, em nenhum momento se suas vidas estas duas pessoas foram obrigadas a entrar para o Exército. Em nenhum momento foram obrigados a permanecer no Exército. Com certeza eles sabem que, sendo homossexuais e militares, deveriam e teriam que viver na clandestinidade, discretamente, sem levantar suspeitas sobre suas condições de gays. Se quiseram continuar a despeito de todas as dificuldades que encontram fizeram por livre e espontânea vontade. Sabem das regras e regulamentos que regem a instituição e sabiam mesmo antes de entrar para a carreira das armas. Agora, se querem ser exibicionistas gays ao invés de militares, logicamente que tornam-se incompatível para as carreiras.
Percebam que isto tudo nada mais é do que uma parte integrante de uma grande engrenagem que tem por objetivo final acabar com as instituições e os valores morais de uma população que tem sua cultura e seu comportamento baseadas na moral e filosofia judaico-cristã, que possui mais de 4000 anos de história. Será que é mais importante manter estas instituições e as tradições de 90% da população ou será que todos temos que nos sujeitar a uma minoria? Porque estas pessoas querem viver acima da lei? Será que ser igual, com direitos e deveres iguais não seria o suficiente?
Afinal: o que há de tão sacrossanto e imaculado no ato de um camarada comer o traseiro do outro sem que esta atitude possa sequer ser criticada?


criado por leniltonmorato
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