25.1.08
Aborto - porque sou contra
Não há crime mais covarde que a humanidade possa cometer que não seja o assassinato de seres humanos que ainda nem nasceram. Muito se discute acerca do aborto, mas pouco é divulgado sobre os verdadeiros motivos e os verdadeiros dados estatísticos escondidos por trás desta grande empulhação que o governo e a imprensa querem nos colocar goela abaixo, qual seja, a liberação do aborto.
Comecemos por uma associação pseudo-católica chamada "CDD, Católicas pelo Direito de Decidir". Este grêmio de abortistas tem por finalidade convencer os católicos a aprovarem o crime do aborto. Trazem consigo, estatísticas fraudulentas (desmentidas com uma consulta ao site do SUS) sobre a morte de mulheres com problemas na gravidez, e o falso apelo religioso. As CDD têm inspiração em uma entidade homônima com sede nos EUA. A diferença de lá para cá é que na terra do Tio Sam a igreja católica já declarou estas revolucionárias como não sendo pertencentes à igreja católica. Cá no Brasil, além da legitimação por parte da CNBB, ocupam o mesmo edifício e tiveram participação em um DVD da campanha da fraternidade que versa sobre a vida. Paradoxo não? É por estas e outras que, lentamente, começo a perceber que a igreja católica no Brasil não é a verdadeira Igreja Católica Romana. Caso fosse, estas mulheres da CDD seriam excomungadas, bem como todo e qualquer padre bispo ou cardeal que apoiasse o aborto e o comunismo por exemplo. Outro fato que não é divulgado pela grande imprensa nacional é que estas associações pró-aborto são amplamente financiadas pelas organizações de Jorge Sohros e Ford que financiam clínicas de abortos! Interessante "coinscidência" não?
Outro argumento que é utilizado são os casos de estupro. Este assunto, apesar de ser delicado, também não justifica o aborto. Se ainda não perceberam, esta estratégia isenta o Estado de cumprir com uma de suas obrigações fundamentais que é proporcionar a segurança. Se há estupro, não tem problema! Aborta-se! Simples para o Estado não? Outro argumento que não se sustenta é quando ocorre risco de vida para a gestante. Afinal, quem somos nós para decidir quem vive e quem morre? Diante dos grandes avanços da ciências será que todos os casos diagnosticados como tal são realmente irreversíveis? Novamente entramos na estratégia estatal: equipar hospitais para garantir o nascimento saudável e a vida da gestante em gravidez de risco? Para que? Aborta-se! Políticas de conscientização e controle da natalidade (que podemos resumir como educação para a população) porque? Se nascer gente pra mais, é só abortar! Quando é que as pessoas irão perceber que a vida que devemos defender, que o paciente pelo qual devemos lutar é a criança em gestação que não tem culpa de nada! Mas é mais fácil condenar alguém que não pode se defender à morte do que assumir uma gestação não planejada, ter políticas públicas de segurança, saúde e educação.
Por fim, a eterna discussão de onde começa a vida. Creio que sobre isto não pode haver dúvida. A vida começa no momento da concepção, quando dois gametas unem-se e inicia-se uma nova vida. Pode não haver a personalidade humana naquele ser em formação, mas a vida existe. Ou será que uma ameba é mais digna de ter vida do que um embrião? Será que um organismo unicelular, um protozoário, um verme, que são criaturas vivas, podem gozar de tal status e um ser humano em formação não? É muito fácil distorcer os fatos e convencer as massas amorfas a apoiarem o aborto. Entretanto, estes argumentos não resistem sequer a uma análise superficial de qualquer aluno do segundo grau.


criado por leniltonmorato
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