3.12.07
O ocaso de Porto Alegre
Não. Infelizmente este post não falará do belíssimo pôr-do-sol porto-alegrense , especialmente quando visto do gasômetro. Quem me dera. Também não se trata da grande quantidade de esquerdistas que existem na capital, demonstrando a fraca capacidade intelectual da cidade, que por si só seria motivo para um tópico. O que venho falar hoje é sobre a violência.
Foi-se o tempo em que precisávamos recorrer ao Rio de Janeiro para termos exemplos de atitudes criminosas e violentas. Porto Alegre é hoje uma cidade muito mais violenta do que a dez anos e muito menos violenta do que daqui a dez anos. As vilas da capital, desprovidas do poder público tornam-se hoje verdadeiras incubadoras do crime organizado, que como foi abordado no tópico anterior, tem profunda raiz política.
É muito fácil colocar a ulpa nos governos. É muito fácil colocar a culpa na sociedade malvada. O difícil é reconhecer que erramos a darmos nosso voto à esquerda, que tem no crime a sua maior aliada para derrubar o sistema capitalista, que tanto bem faz aos países desenvolvidos. O difífcil é sair em protestos quando um policial morre no cumprimento do dever. Muito mais fácil é protestar contra a morte de um bandido "assassinado".
Aliás, este é um termo bastante empregado pela mídia quando descreve a ação da polícia contra a criminalidade. Se um brigadiano atira em um assaltante e o mata automaicamente o acusam de assassino. Pelo amor de Deus, tenho a santa paciência! Se o polícial atira para matar é porque certamente ele está sob presão. Mas não. Seguindo fielmente a cartilha comunista, a população segue defendo o banditismo e sempre que pode desmoraliza a polícia.
Este fator, aliado ao descaso público dos governos (que arrecadam com impostos muito mais do que países desenvolvidos), faz com que surjam dentro da cidade os bolsões de criminaidade Na vila cruzeiro, por exemplo, até toque de recolher a bandidagem já implantou. Em outros locais ainda mais violentos, temos uma relção criminosos-população semelhante ao que ocorre no Rio de Janeiro. Ou seja, o povo admira o criminoso porque este dá tudo o que o estado deveria proporcionar a população, substituindo o estado em suas funções mais elementares. É o chamado estado paralelo.
Quanto mais esta situação avança, mais ainda as pessoas ficam confinandas em suas residências presas com grades por não mais contar com a eficiência do poder público. A outrora provinciana Porto Alegre ganha cada vez mais o "status" de metrópole brasileira, e ist uqer dizer muita desigualdade e violência. Até quando a população vai suportar esta situação?
Certamente, demorará muito ainda para que tenhamos a capital gaúcha de volta aos bons tempos. Politicamente, não temos partido dce direita. Culturalmente, a população em sua imensa maioria já está com seu cérebro lavado, passado e engomado pelo pensamento de esquerda, prova disto é a idolatria ao assassino Che Guevara e, socialmente, a criminalidade é aceita omo natural, devendo cada um se proteger dela da maneira mais eficaz que conseguir.
Amo Porto Alegre, mas acho que nunca mais vou querer morar lá de novo.
Foi-se o tempo em que precisávamos recorrer ao Rio de Janeiro para termos exemplos de atitudes criminosas e violentas. Porto Alegre é hoje uma cidade muito mais violenta do que a dez anos e muito menos violenta do que daqui a dez anos. As vilas da capital, desprovidas do poder público tornam-se hoje verdadeiras incubadoras do crime organizado, que como foi abordado no tópico anterior, tem profunda raiz política.
É muito fácil colocar a ulpa nos governos. É muito fácil colocar a culpa na sociedade malvada. O difícil é reconhecer que erramos a darmos nosso voto à esquerda, que tem no crime a sua maior aliada para derrubar o sistema capitalista, que tanto bem faz aos países desenvolvidos. O difífcil é sair em protestos quando um policial morre no cumprimento do dever. Muito mais fácil é protestar contra a morte de um bandido "assassinado".
Aliás, este é um termo bastante empregado pela mídia quando descreve a ação da polícia contra a criminalidade. Se um brigadiano atira em um assaltante e o mata automaicamente o acusam de assassino. Pelo amor de Deus, tenho a santa paciência! Se o polícial atira para matar é porque certamente ele está sob presão. Mas não. Seguindo fielmente a cartilha comunista, a população segue defendo o banditismo e sempre que pode desmoraliza a polícia.
Este fator, aliado ao descaso público dos governos (que arrecadam com impostos muito mais do que países desenvolvidos), faz com que surjam dentro da cidade os bolsões de criminaidade Na vila cruzeiro, por exemplo, até toque de recolher a bandidagem já implantou. Em outros locais ainda mais violentos, temos uma relção criminosos-população semelhante ao que ocorre no Rio de Janeiro. Ou seja, o povo admira o criminoso porque este dá tudo o que o estado deveria proporcionar a população, substituindo o estado em suas funções mais elementares. É o chamado estado paralelo.
Quanto mais esta situação avança, mais ainda as pessoas ficam confinandas em suas residências presas com grades por não mais contar com a eficiência do poder público. A outrora provinciana Porto Alegre ganha cada vez mais o "status" de metrópole brasileira, e ist uqer dizer muita desigualdade e violência. Até quando a população vai suportar esta situação?
Certamente, demorará muito ainda para que tenhamos a capital gaúcha de volta aos bons tempos. Politicamente, não temos partido dce direita. Culturalmente, a população em sua imensa maioria já está com seu cérebro lavado, passado e engomado pelo pensamento de esquerda, prova disto é a idolatria ao assassino Che Guevara e, socialmente, a criminalidade é aceita omo natural, devendo cada um se proteger dela da maneira mais eficaz que conseguir.
Amo Porto Alegre, mas acho que nunca mais vou querer morar lá de novo.


criado por leniltonmorato
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