20.11.07
ApolÃtico é o cacete!
Desde que entrei nas forças armadas, sempre ouvi falar de algo que, a primeira vista, pode denotar preocupação de nossos superiores com a influência externa nas Forças Armadas. O que ouvi desde o começo da carreira é uma famosa frase: O militar é apolítico, ou seja, não tem opinião política. Ora, na minha modesta opinião este é o maior ato de covardia que pode se esperar de uma instituição dedicada a defender os valores democráticos nacionais, a soberania e as instituições. Simplesmente abster-se da opinião política é algo que leva os integrantes da caserna a uma completa alienação do que ocorre no mundo real. Inconscientemente, entretanto, esta afirmação faz com que os militares não questionem os seus governos, permitindo desta maneira a ploriferação vertiginosa de ideologias políticas e de poder que irão, fatalmente, destruir o que hoje conhecemos como democracia.
Ao se auto-intitular “apolítico”, o militar abre mão de ter que combater, pelo menos no campo das idéias, tendências políticas visivelmente nefastas para o país. Falo, neste caso, especificamente da quadrilha petista que se instalou no poder e que hoje é maior do que o próprio estado democrático. O PT é hoje, mais forte do que o país Brasil! É este partido que desde a década de 90 reúne-se com as FARC, o MIR chileno, Fidel e Chávez, durante a realização do Foro de São Paulo, que hoje governa nosso país. Um presidente traidor da nação, co-responsável pela morte de 50 mil brasileiros por ano que são assassinados pelo tráfico de drogas que é alimentado pelas FARC, integrante e signatária do Foro de São Paulo, fundado por Lula. Um presidente que interferiu no plebiscito da Venezuela para que o seu irmão Hugo Chávez pudesse se perpetuar no poder. Um presidente, e por extensão, um partido que armou o maior esquema de corrupção da história do Brasil e saiu ainda mais imaculado, ainda mais santificado. Um partido, e aí eu coloco toda a esquerda brasileira, que é signatária do já referenciado Foro, e que estimula a violência para depois por a culpa na sociedade, tendo as bases para a sua “revolução” e culpar os “porcos capitalistas” por ela. Como então, poderia eu, como militar ser apolítico? Ora vão para o inferno! Um presidente que deveria ser acusado, pelo exposto acima, no mínimo por crime de alta traição e homicídio em massa, que tem relações muito próximas com as FARC e o MIR chileno, e que é tido praticamente como um Deus? Ora francamente! É por isto que eu não me omito quando perguntam a minha posição política. Eu não sou apolítico coisa nenhuma! Sou conservador de direita! Os motivos, bem, serão expostos no post futuro.
Agora, se meus irmãos de armas, especialmente os integrantes do alto ecalão, querem continuar omitindo-se perante este homicida e traidor da nação, nada posso fazer, a não ser desejar que não sejam subordinados por polpudas gratificações em troca de sua subserviência.


criado por leniltonmorato
18:13 — Arquivado em:
Comentário por leandrisson — 27.11.07 @ 15:01
Realmente é visÃvel o abandono do pais pelas forçaas armadas….tb acho que o RGS está mto quieto…por muito menos já aconteceram revoltas….o pais está entregue….só não vê quem não quer…