20.9.07
POBREZA AMERICANA
Mas não podemos nos ater apenas à frieza dos números. Afinal, a pobreza é relativa, assim como a riqueza. Uma coisa é ser pobre no Brasil, e outra é ser pobre nos EUA. Vejamos agora, pois, como vivem estas 37 milhões de pessoas abaixo da linha da pobreza, no selvagem capitalismo americano.
De acordo com o primeiro gráfico acima, retirado da Heritage Foundation, verificamos que: cerca de 45% da população abaixo da linha da pobreza tem casa própria, 2/3 tem seu próprio automóvel, quase todas tem telefone, geladeira, micro-ondas, DVD player ou vídeo cassete e aproximadamente 60% deles tem acesso à televisão a cabo ou via satélite. Verificamos por este primeiro gráfico, que as pessoas que vivem abaixo da linha da pobreza nos EUA não estão assim tão desampadaras como se poderia imaginar. Se você é um daqueles que acha que o socialismo é o caminho para melhores condições de vida, é melhor parar por aqui. Afinal, as condições dos pobres na maior nação capitalisa do mundo é bem melhor do que, inclusive, a classe média de alguns países ex-comunistas, e do próprio Brasil.

Neste gráfico, verificamos a porcentagem da população feminina dos EUA que estão acima do peso. Em azul, está representado o percentual de mulheres nesta condição da população pobre, e em bege as da que não são pobres. Verifica-se também a divisão de acordo com os grupos que compõe a população norte-americana, ou seja, brancos, negros, latinos e o total geral. nota-se que, em todas as populações, as mulheres que estão acima do peso são proporcionalmente maior na população pobre do que no restante, o que nos leva a acreditar, certamente, que estes indivíduos não chegam a "morrer de fome, como alguns poderiam imaginar.

Nesta representação, obtemos as informações relativas ao estoque de comida disponível para a população pobre e não-pobre. Verficamos que 2/3 da população abaixo da linha de pobreza não encontra dificuldade em adquirir os gêneros alimentícios de que desejam para consumo. Nota-se, ainda que apenas 7,2% desta população encontrou alguma dificuldade na obtenção de alimentos e que somente 1,5% não conseguiu comida suficiente para seu consumo. Evidentemente a população não-pobre encontra menores dificuldades em conseguir alimentação. Mesmo assim a população abaixo da linha de pobreza possui condições de se alimentar satisfatoriamente.

Neste levantamento, verificamos que, em média, 5% da população pobre não possui condições financeiras de comprar sua alimentação, o que certamente é muito inferior ao encontrado na imensa maioria dos países do mundo e inferior a todos os países que por algum dia tiveram o azar de passar por um governo de esquerda.
Verificamos, porém, que cerca de 13% da população pobre adulta teve que diminuir a quantidade de suas refeições por falta de dinheiro, mas que apenas 4,5 % desta mesma população considerada deixou de comer por um dia inteiro por não ter dinheiro suficiente para comprar comida, o que novamente comprova que a situação da população pobre dos EUA não chega nem perto do desespero dos pobres latino-americanos, africanos e asiáticos. Isto é o que causa o "porco capitalismo" norte-americano. São estes os pobres de uma economia capitalista, que, como estamos vendo estão bem melhores que muita classe-média ao redor do globo.

No gráfico acima, está representado o acesso da população, abaixo da linha da pobreza, aos serviços essenciais, como cuidados médicos e serviços de utilidade pública (telefone, água, energia). Verificamos que 70% de todas as casas destas pessoas não enfrentam dificuldade em obter acesso a cuidados médicos e serviços essenciais, inclusive aluguel, e que 30% delas não possuem condições de ter este acesso. novamente, fica claro que a pobreza, na maior nação capitalista do mundo não é nem de perto o que se propagandeia em campanhas de ONGs ou mesmo em filmes produzidos pelos prórprios americanos.
É caro leitor. Fica evidenciado através destes dados, que as condições de vida dos 37 milhões de indivíduos dos EUA que vivem abaixo da linha de pobreza são muito melhores do que a simples frieza dos números nos leva a crer. Fica evidenciado, também, que o capitalismo não é este monstro de 7 cabeças que os professores das escolas, jornalistas e intelectuais tupiniquins alardeiam aos quatro ventos.
Também fica claro a origem do ódio que estas pessoas tem dos EUA. Afinal, elas foram ensinadas e doutrinadas a crer que aquele país possui um sistema predatório e imperialista. No entanto, o que se vê é que os miseráveis americanos vivem muito melhor do que qualquer morador da ilha Cubana por exemplo, ou do interior da China.
É leitor. Como diria uma campanha publicitária: está na hora de você rever seus conceitos, caso contrário, vai continuar acreditando no discurso infundado das Lucianas Genros, Heloísas Helenas, Manuelas d’Ávilas, Marias do Rosários, Lulas, Ciros, Josés Serras, FHCs, Paulo Henrique Amorim, Luiz Fernando Veríssimo….
Para mais gráficos e tabelas sobre a pobreza americana acesse www.heritage.org/Research/Welfare/bg2064.cfm


criado por leniltonmorato
14:29 — Arquivado em: