4.9.07
UMA PAUSA NA POLÍTICA
É difícil, por demais, ficar sem falar em política diante de todas estas calamidades que acontecem diariamente no nosso Brasil. É o tal do Nelson Jobim, Ministro da Defesa, que como deputado constituinte colocou dois artigos na constituição sem passar pelo crivo dos demais deputados, o que se constitui numa falha moral gravíssima, é o congresso do PT, Chávez…etc.
Mas, para não ficar monótono o blog, vamos falar um pouco de cultura.
Não existe pior situação do que aquela em que um indivíduo, possuídor das mínimas habilidades de interpretação, fica frente a frente com a mídia nacional. Sinceramente, é um Deus nos Acuda. Falo principalmente da televisão, e não me atenho somente à rede Globo, mas a todas as outras. É impressionante a baixa qualidade da programação, (juro que não vou falar dos jornalistas e apresentadores milionários de esquerda, como Jô Soares) que obriga aquele que não tem a fortuna de possuir um sistema de televisão por assinatura, a ficar confinado na extema miséria cultural.
Dias destes resolvi, num ato até inocente, acompanhar uma das novelas da rede de maior audiência, particularmente a novela das “8”. Fiquei simplesmente impressionado com a qualidade dos diálogos das personagens, dos textos, da história, da narrativa. É algo muito deprimente, muito triste. Saber que milhões de brasileiros não têm outra escolha a não ser absorver histórias rasas, fracas e sem sentido.
Fica evidente o hiato de qualidade que existe entre a nossa produção e a européia ou norte-americana. Fica mais do que provado a falta de capacidade mínima dos autores, mesmo os mais famosos, em levar á população romances com diálogos não sofisticados, mas pelo menos lógicos. De nada adianta ficar fazendo propaganda e campanha anti-armamento, pró-aborto, pró direitos humanos para bandidos, etc. O grau literário das produções nacionais é nula, basta comparar com apenas um canal dos EUA ou da Europa e a diferença torna-se monstruosa
E o que dizer do monopólio nordestino? É tanto “mainha, painho, vice, oxe” que chega a dar nos nervos. Os autores nordestinos são visivelmente favorecidos pela produção artística nacional, deixando as tradições dos povos do sul sempre em segundo plano, ou melhor, em nenhum plano. Querem maior prova do que a série “A casa das sete mulheres”? Nenhum sotaque, quase nenhuma referência à cultura do povo gaúcho (isto que esta produção retratava um fato histórico)!
Ficamos nós, principalmente gaúchos, à mercê do processo de nordestinização da cultura brasieira. Tem até caipira e quadrilha na festa junina gaúcha! Desde quando caipira e quadrilha são componentes do folclore do Rio Grande? É triste ver como, pouco a pouco, a nossa cultura regional vai sendo corroída pela ditadura da cultura capitaneada pela mídia.
É por isto que preciso me considerar um dos homens de sorte no Brasil, pois consigo manter um serviço de televisão a cabo. Me considero um afortunado por não assistir a televisão nacional (exceto a Fórmula 1), uma bênção que Deus derramou sobre mim ao possibilitar-me os recursos necessários para ter acesso a um entretenimento de alta qualidade.
Mas acima de tudo, me considero um grande sortudo, por ter me dado pais que me ensinaram o doce sabor da leitura, que me leva a descobrir novos mundos e novas verdades sobre as mentiras que nos ensinam na televisão e na escola.
Mas, para não ficar monótono o blog, vamos falar um pouco de cultura.
Não existe pior situação do que aquela em que um indivíduo, possuídor das mínimas habilidades de interpretação, fica frente a frente com a mídia nacional. Sinceramente, é um Deus nos Acuda. Falo principalmente da televisão, e não me atenho somente à rede Globo, mas a todas as outras. É impressionante a baixa qualidade da programação, (juro que não vou falar dos jornalistas e apresentadores milionários de esquerda, como Jô Soares) que obriga aquele que não tem a fortuna de possuir um sistema de televisão por assinatura, a ficar confinado na extema miséria cultural.
Dias destes resolvi, num ato até inocente, acompanhar uma das novelas da rede de maior audiência, particularmente a novela das “8”. Fiquei simplesmente impressionado com a qualidade dos diálogos das personagens, dos textos, da história, da narrativa. É algo muito deprimente, muito triste. Saber que milhões de brasileiros não têm outra escolha a não ser absorver histórias rasas, fracas e sem sentido.
Fica evidente o hiato de qualidade que existe entre a nossa produção e a européia ou norte-americana. Fica mais do que provado a falta de capacidade mínima dos autores, mesmo os mais famosos, em levar á população romances com diálogos não sofisticados, mas pelo menos lógicos. De nada adianta ficar fazendo propaganda e campanha anti-armamento, pró-aborto, pró direitos humanos para bandidos, etc. O grau literário das produções nacionais é nula, basta comparar com apenas um canal dos EUA ou da Europa e a diferença torna-se monstruosa
E o que dizer do monopólio nordestino? É tanto “mainha, painho, vice, oxe” que chega a dar nos nervos. Os autores nordestinos são visivelmente favorecidos pela produção artística nacional, deixando as tradições dos povos do sul sempre em segundo plano, ou melhor, em nenhum plano. Querem maior prova do que a série “A casa das sete mulheres”? Nenhum sotaque, quase nenhuma referência à cultura do povo gaúcho (isto que esta produção retratava um fato histórico)!
Ficamos nós, principalmente gaúchos, à mercê do processo de nordestinização da cultura brasieira. Tem até caipira e quadrilha na festa junina gaúcha! Desde quando caipira e quadrilha são componentes do folclore do Rio Grande? É triste ver como, pouco a pouco, a nossa cultura regional vai sendo corroída pela ditadura da cultura capitaneada pela mídia.
É por isto que preciso me considerar um dos homens de sorte no Brasil, pois consigo manter um serviço de televisão a cabo. Me considero um afortunado por não assistir a televisão nacional (exceto a Fórmula 1), uma bênção que Deus derramou sobre mim ao possibilitar-me os recursos necessários para ter acesso a um entretenimento de alta qualidade.
Mas acima de tudo, me considero um grande sortudo, por ter me dado pais que me ensinaram o doce sabor da leitura, que me leva a descobrir novos mundos e novas verdades sobre as mentiras que nos ensinam na televisão e na escola.


criado por leniltonmorato
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